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12.12.2018

Inteligência artificial no Facebook: o que é?



Que as redes sociais fazem parte do nosso cotidiano, não é segredo. Dos heavy users aos light users, sempre existirá uma boa estratégia de marketing ligada às redes sociais para atingir determinado público, seja no Instagram, Facebook, Twitter, LinkedIn, etc.
As plataformas têm diferentes apelos e atrativos, mas há algo comum em todas: o uso de algoritmos. E do que se trata?
É uma sequência lógica de conjuntos de regras ou procedimentos que podem levar à solução de algum problema, ou determinar de que maneira algumas informações serão expostas, como no caso do feed do Facebook, do qual falaremos aqui.
Criado em 2004, o Facebook foi ganhando cada vez mais força e volume de usuários. Não à toa, hoje ocupa o primeiro lugar no ranking de rede social mais usada no Brasil. É notável seu sucesso e adesão entre diferentes perfis de público, idades, localização e gênero. Mas e quanto ao conteúdo que circula nessa famosa rede social? Bem, ele é estrategicamente lançado aos usuários. Determinados posts, notícias e até mesmo fotos e vídeos não estão “lá” por acaso.
É aí que entra o uso de inteligência artificial, ou de algoritmos! Embora o Facebook tenha muita audiência mesmo após tantos anos desde sua estreia, existe a preocupação da rede social manter e até mesmo aumentar seu número de usuários cada vez mais. Para isso, conta com essa ferramenta que busca, de acordo com as preferências de cada um, trazer informações e principalmente publicidade relevante ao seu público.
Para profissionais da comunicação e do marketing, é fundamental estar sempre ligado às mudanças que a rede social propõe, pois isso impacta diretamente nos números de sua empresa. Sim, nos números! E isso é relevante seja no que diz respeito à audiência de sua página, na interação que ela propõe aos usuários e até mesmo no número de negócios fechados, para quem trabalha com e-commerce, por exemplo.
Um exemplo bacana do uso da inteligência artificial é o recurso que permite às marcas ou empresas “ficarem por dentro” dos memes, que são as imagens compartilhadas de maneira viral pelo grande público em alguns momentos, podendo envolver algum acontecimento específico, como política, notícias e afins.
O sistema, que ganhou o nome de Rosetta, é capaz de interpretar e encontrar certos conteúdos (imagem + texto) que têm determinado significado. Na prática, esse recurso permite que a página esteja atualizada e interprete da maneira correta o que mais está sendo falado no momento e até mesmo crie ações, se necessário e oportuno, para engajar ainda mais o público.
Para os usuários, há também a possibilidade de escolher, nas configurações do Facebook, o que prefere ver primeiro, caso note que determinada página não tem aparecido em seu feed com a mesma frequência de antes.
De maneira geral, a inteligência artificial existe para ajudar tanto o usuário a consumir o que está mais próximo de seus interesses, como os criadores de conteúdo a espalharem suas ideias.

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet




10.10.2018

Movimentos e causas abraçados pela comunicação



Hoje, com a internet presente na vida de mais da metade da população do País – segundo o IBGE –, cerca de 116 milhões de pessoas conectam-se à internet diariamente. As notícias se espalham com facilidade e, além delas, novidades do mercado, tendências a que marcas, personalidades ou empresas estão aderindo.

Em um mundo com tanta influência digital, é necessário que a marca ou empresa se adeque a esse universo e considere a responsabilidade social tão importante quanto o investimento em segurança, pesquisa, publicidade e marketing, porque ações que visam conscientização, envolvimento com causas específicas e posicionamento – em alguns casos, até político -, transmitem os valores institucionais, a visão e missão da marca. Exemplos de causas que a comunicação pode “abraçar” não faltam e são de variados temas, como Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, Outubro Rosa, de conscientização sobre o câncer de mama, Novembro Azul, de combate o câncer de próstata, proteção aos animais e outras causas mais pontuais.

Algumas ações acabam ficando mais conhecidas e chamam mais a atenção. No Outubro Rosa, um caso positivo é a roda-gigante da Avon, que, em anos anteriores, foi instalada no Parque Ibirapuera durante todo o mês de outubro. Além de propor a brincadeira para as crianças, no local também era possível fazer exames de mamografia, gratuitamente. Esse ano, quem também está empenhada em fazer uma bela campanha é a Pantene, que fará cortes gratuitos de cabelo a todos que estiverem dispostos a doar suas mechas, que serão usadas na confecção de perucas para mulheres que estão em tratamento. O serviço, em parceria com profissionais da beleza, estará disponível em um “beauty truck” que percorrerá as ruas de São Paulo, durante o mês inteiro.

O Setembro Amarelo está geralmente voltado para o segmento de saúde e muito presente nas redes sociais, atrelado ao uso da #setembroamarelo. A IInterativa, uma infobase interativa que entrega soluções para agências digitais, produziu um infográfico com diversas informações importantes, desde a origem do movimento, até insights gerados pelo uso das redes sociais, como Facebook e Instagram, e ainda considerações de especialistas sobre o assunto.

Ações desse tipo mostram que, independentemente da causa a ser abraçada, simples gestos fazem a diferença em uma sociedade e podem ajudar quem está passando por momentos difíceis. Aderir a movimentos demonstra que a empresa realmente se importa com seu público e faz questão que ele se sinta representado, além de promover inclusão, bem-estar, saúde e justiça, aliados a uma boa estratégia de comunicação e ideias criativas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet


8.08.2018

Comunique como uma garota



E lute como uma garota, jogue como uma garota, trabalhe como uma garota. Viva como uma garota feliz, completa, realizada. Tudo isso não deveria parecer – e, em muitos casos, ser –  difícil.

Mas a realidade mostra dia após dia que ainda enfrentamos muita resistência de uma sociedade que insiste em endossar o machismo em suas várias camadas ou formas.

Apesar de existirem ainda tantas diferenças e tanta distância entre nós, mulheres, e os homens no mercado de trabalho, para citar um exemplo, prefiro exaltar os passos dados rumo à igualdade de gênero e boas oportunidades para todas, inclusive nos esportes.

No último mês, mais uma Copa do Mundo acabou. Infelizmente não trouxemos o título de hexa campeões na bagagem, mas não por falta de torcida. Porque sim, é muito justo torcer pela nossa seleção masculina de futebol! Não é porque desejamos igualdade de gênero que queremos que os homens percam sua exposição na mídia, seus postos e funções na sociedade, nem sua importância em cargos, etc. No entanto, percebemos uma diferença gritante no que diz respeito à presença de jogadores da nossa seleção (masculina) em campanhas publicitárias, enquanto a participação de atletas femininas é quase nula.

Há diversas marcas, desde operadoras de telefonia, passando por bebidas, cosméticos e de artigos esportivos, redes de fast food e até fabricantes de café, que aproveitam a fama e o prestígio de um atleta que atua em uma das melhores seleções do mundo, em plena Copa do Mundo. E tudo bem! Mas que tal observar também a nossa seleção feminina, que em sua história carrega muitas glórias, vitórias e méritos?

Marta, a nossa atacante, que também joga no Orlando Pride e disputa a liga nacional de futebol americano (NWSL), já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o de melhor jogadora do mundo, sendo eleita cinco vezes. Também foi fundamental em abril desse ano, durante a Copa da América, onde garantiu o hepta campeonato. No ano que vem, durante a disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, ela poderá até se transformar na maior artilheira de todos os tempos, incluindo homens e mulheres! Seguimos na torcida.

Como disse, prefiro colocar em evidência os pontos positivos nessa busca incessante por igualdade e, por isso, venho contar sobre a campanha publicitária estrelada justamente por nossa brilhante artilheira, Marta, que foi desenvolvida pela Avon, uma multinacional da beleza, com vasto portfólio e conhecidíssima entre o público feminino.

O principal produto contemplado foi uma máscara de cílios e a atleta participou dos vídeos realizados para televisão e redes sociais. A marca ressalta a importância de pessoas como Marta estarem presentes em ações de marketing e publicidade por uma questão muito simples: visibilidade feminina no esporte. A ideia é estimular meninas e jovens e mostrar que elas podem ser o que quiserem, inclusive uma estrela do futebol!

Também vale lembrar que a Avon vem desenvolvendo importantes projetos para promover a igualdade de gênero, como por exemplo patrocinar o time feminino do Flamengo, desde julho. Além disso, convidou outras atletas, como Lais Sousa, Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Branca Feres e Danielle Hypólito, para estrelarem demais campanhas da marca.

Marta, por sua vez, também vem crescendo em termos de influência nas redes sociais e isso já mostra um claro sinal de que o público deseja se aproximar cada vez mais de figuras como ela. Em sua conta no Instagram, após a campanha ir ao ar, obteve números incríveis de interações e sua base de fãs segue crescendo. Ela está presente tanto na rede social de fotos, como no Facebook, mas não tem perfil no Twitter e nem canal no YouTube.

De maneira geral, essa é a principal mensagem que gostaria que fosse transmitida: nós podemos e vamos chegar lá. Mas o apoio da sociedade e o nosso próprio apoio são fundamentais para que isso aconteça. Vamos juntas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet

6.06.2018

Nossa relação com novas mídias



Não é novidade para ninguém que, cada vez mais, mudamos a forma que consumimos produtos midiáticos. Até porque novos dispositivos, programas, softwares e afins surgem com muita frequência.

À medida que novas mídias surgem e passam a fazer parte de nosso cotidiano, não é raro que teóricos e estudiosos façam suas previsões quanto à “morte” de mídias antigas. Como foi com a chegada da TV, que ameaçava a continuidade do rádio – o que não se concretizou – e demais previsões quanto ao uso da internet no nosso dia-a-dia.

Portanto, vamos considerar que, com o paradigma da revolução digital, novas mídias não chegam para substituir as antigas, ou torná-las obsoletas, mas sim que novas e antigas mídias vão interagir entre si, de formas complexas. É o que sustenta o autor americano Henry Jenkins que, entre outras obras, lançou “Cultura da Convergência”.

Com o simples uso de um smartphone, todos podem ser, além de consumidores, produtores de conteúdo de forma instantânea. Isso pode ser feito utilizando linguagens fáceis e adaptáveis ao público, através de plataformas próprias para a publicação de vídeos, textos e outros, sem contar a nossa participação quase que maciça em redes sociais, seja para o trabalho ou estudo, informações ou lazer e entretenimento.

As novas práticas e a forma com que nos relacionamos com as mídias são também um anúncio para o profissional de comunicação: não é viável ignorar esses formatos, tanto para produzir séries, filmes e televisão em geral, quanto para o mercado publicitário, o nicho de videogames, que movimenta quantias consideráveis de dinheiro todo ano, e até (para?) os grandes veículos de comunicação tradicionais, como jornais, programas de rádio e telejornalismo.

De maneira geral, a convergência de mídias e a participação do consumidor visam a democracia e o compartilhamento de conhecimentos com mais facilidade e tornam o processo mais simples, além de mais agradável e fluido.

LAIS Molina
Assessora de Imprensa
Ama viajar e conhecer lugares novos, mas é apaixonada pela
cidade de São Paulo.