11.14.2018

Black Friday em terras tupiniquins



Nos últimos anos, a Black Friday teve um crescimento exorbitante no Brasil. O evento que é uma das datas mais importantes para o varejo norte-americano, ganhou força nos últimos anos em terras brasileiras, e hoje já é considerado o segundo evento mais lucrativo do ano, ultrapassando o dia das mães e ficando atrás apenas do natal.
Segundo dados do Meio e Mensagem, no ano passado a data movimentou R$ 2,1 bilhões no Brasil. Uma pesquisa realizada com 1.500 consumidores online afirmou que 99,5% dos entrevistados conhecem a data, sendo que em 2014 apenas 27% dos participantes da mesma pesquisa disseram ter conhecimento sobre o evento. Ainda de acordo com a pesquisa, 70% dos entrevistados já fizeram compras na Black Friday do ano passado (2017), movimentando no e-commerce cerca de R$ 2,1 bilhões. De acordo com o e-bit, apenas 2% dos compradores disseram que não voltariam a comprar este ano, e 30% das pessoas que não compraram, afirmaram que estão com o “radar” ligado para aproveitar as promoções em 2018.
Apesar de seu crescimento, o consumidor brasileiro ainda tem hábitos mais tradicionais, e costumam não confiar nas promoções realizadas. O evento já chegou até a ser apelidado de “black fraude”, pois quando ele começou a se expandir, algumas empresas aumentavam o valor dos produtos dias antes do evento – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – para depois retornar ao valor original e divulgar como uma grande promoção. Devido a este problema, órgãos regulamentadores se uniram e criaram o selo “anti-fraude”, que apenas as empresas listadas como confiáveis pelo Procon recebem.
Com isso, os comerciantes começam a se preparar meses antes para o evento para aumentar suas chances de venda, uma vez que ele contempla o período de recebimento do 13° salário, e também o período que antecede o natal.
O consumidor também está criando o hábito de se preparar para comprar nessa data.  A categoria de eletrônicos é a campeã de vendas, e em especial a dos smartphones, que teve um aumento de 300% em vendas nessa data, no período de 2014 a 2017.
O sucesso do evento no meio on-line está levando a expansão para lojas off-line e criando a cultura e aumento de vendas também para estes pontos.
Não dá pra negar que o evento é uma grande oportunidade tanto para quem compra, como para quem vende, então prepare-se! Pesquise e planeje-se para aproveitar as melhores oportunidades.
Boas compras, ou vendas!

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

11.07.2018

Como o design de embalagem pode influenciar o consumo?




Mais do que dar personalidade a produtos e marcas, o design também é responsável, junto com outros fatores, por impulsionar vendas influenciando o comportamento do consumidor. Em um mundo que, independentemente de qual seja o segmento, existe uma vasta quantidade de concorrentes, é necessário se destacar! 

Nas prateleiras, é comum que o cliente fique interessado por produtos com embalagens mais atraentes em um nível subconsciente. Esse comportamento é objeto de pesquisa de diversas áreas como comunicação, marketing, psicologia e design. 
Após pesquisas e uma estratégia bem planejada, com foco na propaganda e relacionamento com consumidor, o papel do Designer é transportar todos os ideais da marca para o ponto de venda. Além das embalagens, a comunicação visual no ambiente pode ser mais trabalhada com o uso de testeiras, gondolas, placas e outros materiais que farão com que o produto em questão ganhe destaque dentre uma infinidade de concorrentes.

Além do design, o que levar em conta na hora da criação de uma embalagem impecável? 

- Praticidade em primeiro lugar: os consumidores prezam pela rapidez, ter que utilizar tesoura, faca ou uso da força para abrir uma embalagem pode se tornar uma experiência frustrante. Há diversos sistemas de abertura que facilitam esse momento, como abas para rasgar, fendas, cortes serrilhados e o adorado sistema “abre e fecha”, que além de prático, permite que o usuário consuma somente o quanto deseja e tenha a possibilidade de fechá-la novamente de forma simples.

- O material que será utilizado: é importante definir a matéria prima não só pelo custo e facilidade de produção, mas também pelo seu impacto no meio ambiente garantindo um descarte sustentável após consumo.

- Opte pelo funcional: além de proteger bem seu conteúdo, a embalagem pode trazer outras experiências para o consumidor. Existem as que facilitam o consumo imediato (como, por exemplo, as de iogurte, quando acompanhados de colheres) ou as que podem ser reutilizadas com outro propósito (como caixas personalizadas que sirvam como itens colecionáveis e decorativos).
O desafio de criar uma embalagem atraente, funcional, prática e resistente é o que pode tornar seu produto único e uma grande referência no mundo das marcas.

KAROLINA Barros

Criação na Lb Comunica,

Curte ouvir variados estilos de música e adora podcasts