8.15.2018

Licenças criativas da Creative Commons e sua usabilidade



Graças às redes sociais, as empresas têm investido cada vez mais em design para suas comunicações. Com o aumento desta demanda, é cada vez mais comum as agencias e os criativos utilizarem-se de banco de imagens, gratuitos ou não, a fim de agilizar seu serviço e assim atender à necessidade diária da criação.

Nestes bancos, além de fotos, o usuário conta com um leque enorme de opções que variam de tipografias, vetores, backgrounds e às vezes até mesmo algumas artes comemorativas prontas (como cartões de natal e dia dos pais, por exemplo).

Com esta onda crescente de usuários não só utilizando bancos de imagens, mas também comercializando suas artes e fotos através deles, surge uma dúvida:
Eu posso comercializar uma arte em que boa parte do seu desenvolvimento foi construída em cima de imagens de banco de imagens?

Para proteger os direitos autorais dos artistas que comercializam (ou não) as suas artes, foi criada em 2011 a Creative Commons.

Trata-se de uma ONG que busca regularizar as cessões que criadores podem utilizar em seus projetos, como os conteúdos disponibilizados na internet.

Cada arte hospedada em um banco de imagens é categorizada por um selo da Creative Commons, a mando do artista criador, com o intuito de proteger seus diretos autorais sobre a arte desenvolvida.

Confira abaixo os selos Creative Commons e como devem ser aplicados:

CC0 (Sem direitos reservados)


Esta sigla refere-se a imagens e artes de domínio público, ou seja, sem restrições comerciais para sua utilização. Arquivos categorizados como CC0 podem ser alterados e utilizados comercialmente, sem creditar seu real autor.

CC BY (Atribuição necessária)
Assim como na primeira categoria, artes e fotos com o selo CC BY podem ser utilizados e modificados para uso comercial, porém é obrigatório o crédito ao criador da arte-base.

CC BY-SA (Atribuição – Compartilhar Igual)
Esta categoria engloba as artes e fotos disponibilizadas na categoria acima, onde sua comercialização é livre, mediante o crédito do autor da arte-base. Porém, na categoria CC BY-SA, a arte desenvolvida em cima de uma arte com licença CC BY não poderá ser vendida por exemplo, deverá ser disposta também na condição CC BY.

CC BY-ND (Atribuição – Sem Derivações)

Imagens e fotos que se enquadram nesta categoria podem ser utilizadas comercialmente, porém não podem ter sua estrutura alterada e suas autorias devem ser devidamente creditadas.

CC BY-NC (Atribuição – Não Comercial)
Nesta categoria a utilização da imagem e sua edição é livre para uso pessoal, porém ainda é necessário o crédito ao autor da arte-base.

CC BY-NC-SA (Atribuição – Não Comercial – Compartilhar Igual)
Ilustrações e artes nesta categoria podem ser utilizadas e alteradas mediante o crédito do autor, porém não podem ser utilizadas de forma alguma para uso comercial.

CC BY-NC-ND (Atribuição – Sem Derivações – Sem Derivados)
Como selo de maior restrição, esta categoria proíbe qualquer tipo de edição e utilização comercial das artes sob sua proteção.
Quando utilizada, mesmo que para uso pessoal, deverá também conter os créditos de seu autor base.

Definitivamente os bancos de imagens tornaram a vida do criativo mais prática e eficiente. Hoje temos dezenas de bancos que podem dar uma força na hora de desenvolver aquele job que surgiu em cima da hora.

Devemos abusar na hora da criatividade, inclusive no momento de escolher um bom banco de imagens para os seus trabalhos. Porém a dica é ficar atento às licenças nas quais as artes são oferecidas, porque assim você garante um trabalho honesto, livre de dores de cabeça para você e para o seu cliente!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.


8.08.2018

Comunique como uma garota



E lute como uma garota, jogue como uma garota, trabalhe como uma garota. Viva como uma garota feliz, completa, realizada. Tudo isso não deveria parecer – e, em muitos casos, ser –  difícil.

Mas a realidade mostra dia após dia que ainda enfrentamos muita resistência de uma sociedade que insiste em endossar o machismo em suas várias camadas ou formas.

Apesar de existirem ainda tantas diferenças e tanta distância entre nós, mulheres, e os homens no mercado de trabalho, para citar um exemplo, prefiro exaltar os passos dados rumo à igualdade de gênero e boas oportunidades para todas, inclusive nos esportes.

No último mês, mais uma Copa do Mundo acabou. Infelizmente não trouxemos o título de hexa campeões na bagagem, mas não por falta de torcida. Porque sim, é muito justo torcer pela nossa seleção masculina de futebol! Não é porque desejamos igualdade de gênero que queremos que os homens percam sua exposição na mídia, seus postos e funções na sociedade, nem sua importância em cargos, etc. No entanto, percebemos uma diferença gritante no que diz respeito à presença de jogadores da nossa seleção (masculina) em campanhas publicitárias, enquanto a participação de atletas femininas é quase nula.

Há diversas marcas, desde operadoras de telefonia, passando por bebidas, cosméticos e de artigos esportivos, redes de fast food e até fabricantes de café, que aproveitam a fama e o prestígio de um atleta que atua em uma das melhores seleções do mundo, em plena Copa do Mundo. E tudo bem! Mas que tal observar também a nossa seleção feminina, que em sua história carrega muitas glórias, vitórias e méritos?

Marta, a nossa atacante, que também joga no Orlando Pride e disputa a liga nacional de futebol americano (NWSL), já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o de melhor jogadora do mundo, sendo eleita cinco vezes. Também foi fundamental em abril desse ano, durante a Copa da América, onde garantiu o hepta campeonato. No ano que vem, durante a disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, ela poderá até se transformar na maior artilheira de todos os tempos, incluindo homens e mulheres! Seguimos na torcida.

Como disse, prefiro colocar em evidência os pontos positivos nessa busca incessante por igualdade e, por isso, venho contar sobre a campanha publicitária estrelada justamente por nossa brilhante artilheira, Marta, que foi desenvolvida pela Avon, uma multinacional da beleza, com vasto portfólio e conhecidíssima entre o público feminino.

O principal produto contemplado foi uma máscara de cílios e a atleta participou dos vídeos realizados para televisão e redes sociais. A marca ressalta a importância de pessoas como Marta estarem presentes em ações de marketing e publicidade por uma questão muito simples: visibilidade feminina no esporte. A ideia é estimular meninas e jovens e mostrar que elas podem ser o que quiserem, inclusive uma estrela do futebol!

Também vale lembrar que a Avon vem desenvolvendo importantes projetos para promover a igualdade de gênero, como por exemplo patrocinar o time feminino do Flamengo, desde julho. Além disso, convidou outras atletas, como Lais Sousa, Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Branca Feres e Danielle Hypólito, para estrelarem demais campanhas da marca.

Marta, por sua vez, também vem crescendo em termos de influência nas redes sociais e isso já mostra um claro sinal de que o público deseja se aproximar cada vez mais de figuras como ela. Em sua conta no Instagram, após a campanha ir ao ar, obteve números incríveis de interações e sua base de fãs segue crescendo. Ela está presente tanto na rede social de fotos, como no Facebook, mas não tem perfil no Twitter e nem canal no YouTube.

De maneira geral, essa é a principal mensagem que gostaria que fosse transmitida: nós podemos e vamos chegar lá. Mas o apoio da sociedade e o nosso próprio apoio são fundamentais para que isso aconteça. Vamos juntas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet

8.01.2018

A vírgula e os milhões



Dizer que a pontuação pode mudar o sentido de uma frase todo mundo sabe! “PREMER PARA PUXAR PARTE”, as quatro palavrinhas esquisitas, colocadas uma abaixo da outra, presentes nas paredes de quase todos os elevadores de antigamente (e até em alguns atuais!), estão aí para não deixar ninguém se esquecer da importância das vírgulas, dos dois pontos, do ponto e vírgula, entre outras pequenas marcas que deixamos no papel, no computador ou no celular.

Mas até aqueles que dão pulos de alegria ao discutir as regras do idioma devem ter se surpreendido com a indenização milionária que uma empresa norte-americana teve de pagar a seus empregados. E tudo por uma vírgula mal utilizada! Li matéria* interessantíssima de Cássio Casagrande contando o caso e tento resumir:

A situação ocorreu com motoristas de uma indústria de laticínios. Eles pediam o pagamento de horas extras e a companhia entendia que elas não seriam devidas. Era uma questão de interpretação da lei, e cada parte achava que estava seguindo rigorosamente a legislação. Isso porque a norma do Estado de Maine (EUA), onde ocorria o conflito, determinava que as horas extras deveriam ser pagas com adicional de 50%, mas que havia trabalhadores sem direito a elas por não estarem sujeitos ao controle de jornada. Seriam aqueles contratados para as seguintes atividades:
“envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar para expedição ou distribuição de:
Produtos agrícolas
Carne e peixe; e
Alimentos perecíveis”.

Os empregados consideraram que apenas quem fosse “envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar”, quando estas atividades fossem para finalidade de expedição ou distribuição, estivesse entre os que não têm direito ao benefício. Já a empresa considerou que a simples atividade de distribuição também excluiria o direito às horas extras. Por estar depois de “ou”, que indicaria o último item de uma lista, a palavra “distribuição” abrangeria aqueles que trabalham nesta atividade, isoladamente, no entendimento dos patrões. Uma questão polêmica que envolve o uso ou não da chamada “vírgula de Oxford”.

É confuso. Para ajudar a entender, o autor da matéria exemplifica a diferença de sentido quando se usa ou não a vírgula de Oxford: “’na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme e chocolate’ seria diferente de ‘na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme, e chocolate’. Sem a última vírgula, o chocolate poderia se referir ao sabor do sorvete e, com ela, se torna um item distinto do cardápio”. Ou seja, poderia ser uma barra, um pedaço de chocolate, e não um sabor a mais. Casagrande explica ainda que a obrigatoriedade do uso dessa vírgula é um tema que divide opiniões entre os norte-americanos, suas escolas e universidades.

No final, portanto, venceu a tese dos empregados. Eles argumentaram que, se o legislador quisesse incluir entre os desfavorecidos pelas horas extras aqueles que trabalham simplesmente na distribuição, precisaria ter usado a vírgula de Oxford, que viria antes de “ou distribuição”.

Para nós, na prática, o mais importante é passar a mensagem correta. Seja em leis, manuais de algum produto, informativos, anúncios, ofertas de qualquer tipo, contratos, é preciso cuidado na escrita.

Amiga A: “Oi querida, está ocupada? Posso pedir uma opinião?”
Amiga B: “Não posso falar.” Ou “Não, posso falar!”

Nas relações pessoais ou profissionais, escolher bem as palavras e revisar tudo o que se escreve podem evitar confusões!

Depois desse processo dos trabalhadores, sabemos que pontuar mal pode não apenas gerar desavenças ou mal-entendidos. Escrever errado pode causar enormes prejuízos.

*A matéria citada é de autoria de Cássio Casagrande (Procurador do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) e foi publicada em 25 de junho de 2018 no portal Jota 


ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
Advogada e mãe em tempo integral

7.25.2018

Produtividade quando não estamos tão produtivos assim



Antes de fazer esse texto, pensei em alguns temas que não deram muito certo. Cogitei falar sobre podcasts, a correria do dia a dia, sobre fãs, e até em como a humanidade ainda não encontrou a cura do câncer. Mas, ao começar a desenvolver cada um desses assuntos, as palavras iam se enrolando no meio do texto e quando percebia, tinha começado a divagar sobre os influenciadores na comunicação e ao finalizá-lo, estava falando de como eu gostava do desenho My Little Pony. É, pessoal, tem dias que não são fáceis!

E o bloqueio criativo não vem apenas para quem trabalha com criação de conteúdo. Às vezes, estamos em uma conversa sobre um assunto em que somos expert, mas por conta deste bloqueio, temos o famoso “bug” e não performamos da melhor forma.

Afinal, boa parte da comunicação é sobre isso: performance. E fazer uma boa performance é importante para que ao falar sobre algo, tenhamos a confiança da pessoa que está do outro lado, tornando-se referência para o receptor da mensagem. Mas não estamos dispostos a performar o tempo todo, e está tudo bem quanto a isso. Neste exato momento, eu queria apenas estar passando hidratante labial e assistindo ao vídeo do menino imitando um gato no programa do Faustão.

Não se culpe por procrastinar às vezes. Não há quem aguente estar sempre lendo livros de teóricos importantes, repertório pode ser criado de outras maneiras, como por exemplo ouvindo um bom podcast ou assistindo algum filme do seu gênero favorito. É necessário reservar um tempo do nosso dia para dar boas risadas com os memes na internet.

Há quem diga que esse ritual faz parte do “ócio criativo”, que, resumidamente, busca reunir três pilares: trabalho, tempo livre e estudo. E tudo isso é para que a sua criatividade seja melhor aproveitada, porque ter momentos de descontração e lazer é um elemento essencial para o processo produtivo.

Mas o que fazer quando você precisa produzir algo, mas a cabecinha só consegue pensar no canto dos pássaros? Aqui vão algumas dicas:

1 – Relaxe, tome um copo d’água, mude de lugar e, se possível, desvencilhe-se um pouco da pressão;

2 – Olhe as coisas por outro ângulo: às vezes encontramos a criatividade onde menos esperamos;

3 – Busque por inspiração: pode ser uma música, um filme, um livro etc., vale a pena dar uma olhada no que já foi feito antes de produzir algo novo;

4 – Troque ideias: escute o que as pessoas têm para falar, buscar um olhar de um terceiro pode ser surpreendente;

5 – Anote suas ideias: se você não gosta de andar com papel e caneta, não tem problema, faça do bloco de notas do seu celular o seu melhor amigo, e anote até as ideias que parecerem mais absurdas. Pode ter certeza que em momentos de bloqueios você mesmo se agradecerá por isso;

Não torne o bloqueio criativo um monstro do seu dia, curta com ele e o convide para tomar um café. Quem sabe vocês não podem pensar em alguma coisa brilhante, juntos?
(No meu caso, ele me ajudou a escrever este texto).

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

7.18.2018

Falando em novidade



A crise econômica que afetou o Brasil em 2014 desestruturou o país em diversos aspectos, e o desemprego foi uma de suas graves consequências. Com isso, fez com que muitas pessoas se motivassem a conquistar o “seu” lugar no mercado empresarial. Automaticamente, milhares de novas empresas surgiram no Brasil. Só em 2017, segundo Serasa Experian, mais de dois milhões de empreendimentos foram criados.

Com base no histórico acima, logo se imagina que muitas destas empresas tenham se preocupado em lançar sua marca de alguma forma.

Existem muitas maneiras para criar um logotipo e uma identidade visual, muitos aplicativos e plataformas fazem isso, mas já parou pra pensar se está seguindo todos os passos que configuram a originalidade de uma marca?

Para isso, a Brandmark lança uma plataforma de Inteligência Artificial que avalia seu logotipo gratuitamente. A ferramenta tem em seu armazenamento de checagem mais de um milhão de imagens de logo para comparar à sua marca. Também é possível saber as referências utilizadas na criação.
A avaliação é dada por meio de notas de 0 a 100, onde são avaliados os seguintes aspectos:

Singularidade: comparação entre os logotipos da biblioteca de checagem;

Legibilidade: testes de visualização do logotipo em baixas resoluções, de longe e em dispositivos móveis;

Cor/ Contraste: as cores são muito importantes na composição de um logotipo, a ferramenta recomenda que todos os logotipos tenham pelo menos algum componente de cor;

Geral: análise dos aspectos gerais do logotipo;

A plataforma é bacana para você que quer saber como sua marca está em relação às demais, ou até mesmo para quem está pensando em uma mudança, mas que não sabe exatamente por onde começar, ou o que mudar.

Vale avaliar!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.


7.11.2018

Como apresentar o seu projeto de Identidade Visual com sucesso!



Imagine que a apresentação é um dos primeiros contatos do cliente com sua marca, seja ela recém-criada ou repaginada. A forma como você apresentará influencia muito na aprovação do job, que foi realizado com tanta dedicação.

Lembre-se que você pode saber de todas as ideias e conceitos usados para desenvolver o projeto, mas repassá-los para terceiros exige confiança, clareza e domínio do assunto. Então, aqui vão algumas dicas para desenvolver uma boa apresentação:

Capriche no visual 

Você se empenhou o máximo em criar o projeto e a apresentação é a melhor hora para colocar em prática. É possível aplicar as cores auxiliares, demonstrar versões do logo nas páginas e brincar com os pesos das fontes escolhidas. Desta forma, o cliente pode notar como sua marca se “comporta” em uma mídia digital, impressa e demais campanhas publicitárias ou de branding.

Outra opção é utilizar o padrão da sua marca pessoal, caso tenha uma, tomando cuidado para não usar elementos que sobressaiam a marca que você desenvolveu.

Siga uma ordem

Introdução, desenvolvimento e conclusão não são só utilizados em textos. Uma boa apresentação também necessita de uma ordem lógica e que guie o cliente até o que você planejou mostrar com essa criação.

Você pode começar com o desafio do projeto, os dados coletados no briefing, painel semântico e demais pesquisas que realizou.  Após isso, siga com os rascunhos, fases da construção da identidade, conceitos, versões da assinatura, tipografias e cores. E por fim, os testes de identidade, que mostram como ficará apresentada em diversas superfícies.

Use e abuse de Mockups

Os mockups são utilizados para demonstração em escala e perspectiva do seu projeto, ajudando o cliente a ter uma experiência do serviço ainda não finalizado e podem realmente fazer a diferença na hora da aprovação. Além disso, são fáceis de usar e podem ser encontrados em diversos modelos gratuitos e online.

Opte pela apresentação presencial

Devido à falta de tempo, distância ou comodidade do cliente, muitas vezes torna-se impossível estar presente na reta final da aprovação da identidade visual. Caso isso aconteça, proponha uma chamada de vídeo! O importante é que você esteja em contato com o cliente e que ele perceba a atenção e dedicação que teve durante todas as etapas do projeto, fazendo com que ele enxergue a proposta do mesmo jeito que você.

KAROLINA, Barros
Criação
Curte musicais e está
sempre ouvindo um bom podcast. 

7.04.2018

Foco total na produtividade durante a Copa



A Copa do Mundo movimenta, em todos os sentidos, diversos setores profissionais e da economia, inclusive o de agências e assessorias de imprensa. As empresas precisam de bom senso, mas os funcionários também necessitam prestar bastante atenção e não permitir que a produtividade caia.

Durante a competição, surgem várias oportunidades de sermos produtivos. Podemos explorar outros métodos de trabalho, além de saber descontrair com o momento. Esse período pode provocar integração entre os departamentos e clientes.

Com organização, inovação e criatividade é possível realizar soluções que estimulem a produtividade. Um exemplo seria contribuir para deixar o ambiente de trabalho mais leve e descontraído, ou até incentivar uma harmonia entre os colaboradores de uma forma inteligente.

Tente focar suas energias em questões que ficaram esquecidas durante a correria do cotidiano. É possível realizar eventos de relacionamento com clientes durante as partidas, usando o futebol como roteiro.

Nesse tempo de competição mundial que une povos, estreite relações. Se você for convidado para assistir aos jogos na companhia da equipe de trabalho, tente de alguma maneira criar laços de amizade com seus colegas e gestores.

No caso de quem trabalha com comunicação, busque soluções de engajar e encaixar o seu cliente em temáticas do futebol, mas que sejam especialidades da área dele. Se você tem como cliente um escritório de advocacia, procure temas relacionados entre futebol e ramos do Direito. Por exemplo: Lei Pelé, contratos de trabalho, CLT, salário atrasado, Justiça Desportiva, empréstimos, direito de imagem, e por aí vai.

Com a cabeça mais tranquila, livre, leve e solta, a criatividade flui sempre do melhor jeito!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

6.27.2018

Mailing, a essencial dependência desta ferramenta



Que o follow-up faz parte da rotina da assessoria de imprensa, todo mundo que trabalha deste ou do outro lado do balcão, na relação jornalística, sabe de cor e salteado. Horas e horas de ligações telefônicas, do sinal de ocupado, do “liga mais tarde” ou do “não posso falar”.

O que está em jogo na corrida pela venda de pauta nossa de cada dia é o contato reto e certeiro. É neste momento que entra o mailing e a nossa essencial dependência de um serviço, muitas vezes, contratado externamente pelas agências de comunicação e relações públicas.

Ter um mailing constantemente atualizado é fator fundamental para o sucesso da sua empreitada junto com os jornalistas, principalmente daqueles que escrevem sobre temas com que você não está habituado a trabalhar. É com a lista de contatos que você estabelecerá  uma comunicação por telefone, e-mail, WhatsApp ou qualquer outro meio.

Somos tão dependentes do mailing, que não raro estamos reféns destas empresas que detêm a informação, tanto para o bem quanto para o mal. Quem vive no mundo da assessoria de imprensa, com certeza, tem milhões de histórias para contar sobre um bom ou mau mailing.

Histórias que podem ser das mais engraçadas às mais constrangedoras. Muitas vezes, é bem verdade, sem que a culpa recaia sobre o pobre assessor, que, crente na atualização constante do serviço, utiliza a ferramenta para a sua lista de “contatinhos”.

Do jornalista que mudou de editoria àquele que não trabalha mais no veículo de imprensa há pelo menos um ano, inúmeras são as respostas com que somos surpreendidos. Este que vos escreve, por exemplo, há alguns bons anos, quando os serviços de mailing ainda eram incipientes, telefonou para um jornalista e foi informado que este havia falecido. Isso mesmo!

Mais do que depender destas ferramentas, é importante, para não dizer fundamental, que o assessor de imprensa crie e estabeleça, diariamente, o seu próprio mailing, fomentando relações de confiança com os jornalistas/amigos. Lembre-se: saber para quem ligar, às vezes, é um passo à frente da concorrência. Boa sorte e bom follow-up.

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política


6.20.2018

Copa do Mundo: como as empresas estão se posicionando no maior evento esportivo




Não é novidade para ninguém que as maiores marcas aproveitam o clima de Copa do Mundo para estrearem campanhas, embalagens e novidades para seus públicos. Há pelo menos três meses, várias marcas de setores distintos estão lançando suas campanhas relacionadas a esse evento mundial.

É o caso de campanhas como da Nike, Hyundai, Mc Donald’s, Gol, Guaraná Antárctica, Brahma, Perdigão, Pilão, Rexona e muitas outras que usam e abusam da pegada emotiva e de superação que esse período sugere.

A Coca-Cola, como patrocinadora oficial da Fifa, faz isso muito bem!

Recentemente a marca estreou a venda de latas especiais em seu e-commerce e estão com a campanha cujo conceito é “Quem dá o gás para quem dá o gás”.


No começo do mês de junho, para a Copa do Mundo, a marca também anunciou sua linha de copos colecionáveis com os países que estão disputando o título. 

Seguindo a mesma linha de embalagens, a Selvagem – marca de bebidas – adotou a adaptação de sua própria embalagem para uma vuvuzela, onde os consumidores da bebida poderão comprar a garrafa e após consumir a bebida, o objeto vira o instrumento, símbolo da Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.


As produções musicais também veem com tudo! 

Para embalar a torcida, o Itaú reforçou o refrão “Mostra tua força, Brasil” com Anitta, Thiaguinho e Fabio Brazza, que mostra o povo brasileiro mais unido e esperançoso com as situações o dia-a-dia.


A Brahma lançou seu jingle “Hino da torcida nº 1” em um encontro inédito com as cantoras Daniela Mercury e Iza, que reciclaram a música em relação à versão original de 1994.


Apesar dos patrocinadores oficiais da CBF e parceiros da Fifa serem autorizados a usar o nome Copa do Mundo para suas campanhas de comunicação, todas as empresas conseguem de algum modo fazer com que o verde e amarelo vibrem de forma criativa e inspiradora a seu favor.

#RumoAoHexa !!!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

6.13.2018

Telstar 18: a bola oficial da Copa do Mundo inova em design e tecnologia



Em  novembro de 2017 a comissão da Fifa apresentou ao público a bola oficial da Copa do Mundo da Rússia 2018, a Telstar 18.
O nome da bola é inspirado em seu próprio design que, assim como a sua antecessora – usada  na Copa de 1970, no México e também produzida pela Adidas –, traziam  gomos destacados em preto e branco. Esse detalhe foi fundamental para dar visibilidade à bola em televisores que, na época, transmitiam imagens apenas em preto e branco. Por isso o nome “estrela de televisão”! A Copa do Mundo da Rússia será a primeira desde 1994, nos EUA, a ter uma bola nessas duas cores.



Além de apresentar uma grande releitura em questão de design, a Adidas também trouxe muitas inovações na tecnologia aplicada na bola.

Confeccionada em poliuretano e poliéster, ela tem superfície sem costuras, unidas termicamente, oferecendo melhor toque e menos absorção de água. Além da sua confecção inovadora, a Telstar 18 é a primeira bola oficial da Copa do Mundo a trazer em seu interior um chip inteligente (NFC) que permite a interação dos torcedores com a bola através de aplicativos de smartphone (disponível apenas para Android e iOS para Iphone 7 ou mais recente). Usando o APP, o torcedor consegue monitorar informações sobre jogos, placares e até os trajetos e velocidades percorridos pela bola durante o jogo.

O responsável por estrear e testar a bola foi o atacante argentino Lionel Messi, surpreso com seu design e aerodinâmica, destacou: “gostei muito do design, das cores, gostei de tudo”.

A Adidas, em sua nota oficial à imprensa, prestou sua homenagem:
“É uma das bolas de futebol mais emblemáticas de todos os tempos, utilizada por ex-jogadores como Pelé, Müller, Facchetti e Bobby Moore, por isso criar a Telstar 18 e se manter fiel ao modelo original representou um desafio realmente apaixonante”.

A Telstar 18 vai rolar oficialmente nos gramados do Estádio Luzhniki, em Moscou, no jogo de abertura do campeonato, que acontece dia 14 de junho de 2018. A primeira disputa será entre Rússia, país-sede do mundial e Arábia Saudita.

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.



6.06.2018

Nossa relação com novas mídias



Não é novidade para ninguém que, cada vez mais, mudamos a forma que consumimos produtos midiáticos. Até porque novos dispositivos, programas, softwares e afins surgem com muita frequência.

À medida que novas mídias surgem e passam a fazer parte de nosso cotidiano, não é raro que teóricos e estudiosos façam suas previsões quanto à “morte” de mídias antigas. Como foi com a chegada da TV, que ameaçava a continuidade do rádio – o que não se concretizou – e demais previsões quanto ao uso da internet no nosso dia-a-dia.

Portanto, vamos considerar que, com o paradigma da revolução digital, novas mídias não chegam para substituir as antigas, ou torná-las obsoletas, mas sim que novas e antigas mídias vão interagir entre si, de formas complexas. É o que sustenta o autor americano Henry Jenkins que, entre outras obras, lançou “Cultura da Convergência”.

Com o simples uso de um smartphone, todos podem ser, além de consumidores, produtores de conteúdo de forma instantânea. Isso pode ser feito utilizando linguagens fáceis e adaptáveis ao público, através de plataformas próprias para a publicação de vídeos, textos e outros, sem contar a nossa participação quase que maciça em redes sociais, seja para o trabalho ou estudo, informações ou lazer e entretenimento.

As novas práticas e a forma com que nos relacionamos com as mídias são também um anúncio para o profissional de comunicação: não é viável ignorar esses formatos, tanto para produzir séries, filmes e televisão em geral, quanto para o mercado publicitário, o nicho de videogames, que movimenta quantias consideráveis de dinheiro todo ano, e até (para?) os grandes veículos de comunicação tradicionais, como jornais, programas de rádio e telejornalismo.

De maneira geral, a convergência de mídias e a participação do consumidor visam a democracia e o compartilhamento de conhecimentos com mais facilidade e tornam o processo mais simples, além de mais agradável e fluido.

LAIS Molina
Assessora de Imprensa
Ama viajar e conhecer lugares novos, mas é apaixonada pela
cidade de São Paulo.

5.30.2018

Expectativas x realidade



Alinhar expectativa e realidade é algo talvez hipervalorizado nos dias de hoje. Em geral, queremos evitar frustrações. Pais e mães (elas, sempre!), principalmente os que carregam sentimentos de culpa e são atormentados pelas dúvidas antigas e atuais da educação, buscam solucionar questões que, antigamente, eram resolvidas pelas crianças. Em um mundo com tantos valores de ponta-cabeça, com tanta violência e intolerância, acho que fazemos isso em relação aos mais próximos e queridos na tentativa de facilitar, tornar algo mais leve em nosso dia-a-dia.

Entretanto, em relação à atuação profissional, esse alinhamento deve ser colocado no mais alto patamar para manter credibilidade, imagem, seriedade. Qualquer desvio da curva pode causar prejuízo para as partes envolvidas.

É fácil visualizar isso quando pensamos na compra de um pacote de viagem. Pagar por um lugar diferenciado no voo, experimentando essas novas classes “econômicas plus” das companhias aéreas, e descobrir que a sua vendeu o mesmo assento para duas pessoas, é frustrante, para dizer o mínimo. Chegar a um hotel vendido por seu agente como um “cinco estrelas” e encontrar problemas de manutenção, itens de lazer fechados e não receber as refeições que constavam do contrato, para citar algumas situações relativamente comuns neste segmento, são fortes candidatos a fatores que estragam a viagem.

Ao trabalhar com serviços, nos parece fundamental não apenas explicar o processo detalhadamente para o cliente, mas os resultados esperados e sua mensuração. Isso pode ser bem mais complexo do que no caso de produtos, em que o volume de vendas, por exemplo, é um dado objetivo, matemático, que comprova o sucesso naquele lugar, naquele momento — claro, falando de uma forma simplificada, sem considerar outros fatores que entram nessa análise.

Em uma agência, no caso de assessoria de imprensa, o trabalho abrange muitas fases. Quanto maior o envolvimento do cliente, maior a chance de melhores resultados. Vencidas todas as etapas, é hora de preparar os diferentes tipos de relatórios que incluem formas de mensuração específicas para os diversos tipos de veículos, dando o retorno sobre o investimento.

E as expectativas? Ah, as promessas que as provocam! Acreditamos em jamais prometer que a matéria saia neste ou naquele veículo, mesmo porque essa decisão cabe única e exclusivamente aos órgãos de decisão dos próprios veículos. Tempo de publicação? O relacionamento entre o assessor e o repórter permite saber ou ter uma previsão, na maioria dos casos; em outras, vários fatores podem levar a uma espera maior ou até a não publicação de uma pauta aprovada. Tudo isso deve ser colocado sempre de forma bem clara antes mesmo de o cliente assinar um contrato de assessoria de imprensa já que, neste tipo de atividade, a ansiedade pela publicação pode ser bem grande. Mas podemos assegurar que esse trabalho gera ótimos resultados, para cada um dos clientes, porque acreditamos em surpreender, positivamente, e superar expectativas.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral


5.23.2018

Licenciamento, o herói do marketing



Os heróis sempre estiveram em alta nas telonas e nos quadrinhos. Com um universo gigantesco de vários estúdios, um dos mercados que mais se beneficia do fanatismo por esses personagens é o mercado de licenciados, que fatura bilhões, todos os anos.

Nos filmes de heróis, cada cena, cada uniforme e cada arma são pensados para despertar o desejo no telespectador. O filme “Guerra Civil”, um dos últimos lançamentos dos estúdios Marvel vendeu aproximadamente 325 milhões de dólares – somente na parte de brinquedos licenciados da marca. Após o lançamento do filme “Star Wars: O Despertar da força” a Disney conseguiu vender 700 milhões de dólares em brinquedos nos Estados Unidos. Ao todo, a Disney vende aproximadamente 420 bilhões de dólares por ano, apenas nos EUA.

Os brinquedos, que são os maiores responsáveis pela venda de licenciados exercem um papel importante na vida dos fãs que interagem com o universo e inspiram gerações a criar suas próprias aventuras. Para proporcionar todo esse universo de licenciados, há um custo que, facilmente, é revertido em lucro para os vendedores.

No processo de licenciamento são envolvidas 3 partes:
License: Dona da marca;
Licensor: Empresa responsável pela comercialização;
Licensee: Empresa que vai colocar a marca em seus produtos;

As empresas licenciam uma marca para estreitar os laços com o público e também para agregar valor à marca. Um levantamento da ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento) mostra que hoje existem cerca de 550 licenças sendo comercializadas por mais de 80 licenciadores.

Há também os personagens que já caíram em domínio público, que são referentes às obras que duram até 70 anos depois da morte do autor e podem ser usadas normalmente, como por exemplo o Popeye, Frankeinstein, Cinderela, Tarzan, entre outros.

Para conseguir a licença de um personagem, é preciso entrar em contado com o estúdio de representação no Brasil e dar início ao processo.

Um levantamento realizado com 12 mil internautas, mostra que a disposição em comprar e consumir itens oficiais e colecionáveis é crescente em todas as idades.

Os vendedores de licenciados tornam-se  os verdadeiros heróis, que ao ter aquele produto do personagem desejado, salvam o dia de um fã apaixonado!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

5.16.2018

Mês junino: o que fazer para sair do comum



Com a aproximação do mês de junho, muitas empresas estão se planejando para promover um momento de interação entre os funcionários, oferecendo uma ação junina ou até mesmo, festa!

Para celebrar a chegada desse mês, marcado pelo fim do primeiro semestre do ano, muitas corporações considera um motivo de comemorar conquistas. Aí vão algumas ideias para despertar a motivação entre os colaboradores e funcionários.

Pensando em algo mais simples, a fim de minimizar custos, o envio de um e-mail marketing envolvendo a temática, acompanhado de algum doce típico, soa de bom tom a todos.

Para empresas que possuem algum pilar, sendo eles, social ou cultural, podem se apropriar disso para desenvolver algo bem bacana. No pilar social, trabalhar com brincadeiras que tenham um apelo junino, como bingos, rifas e campanhas de doação de alimentos não perecíveis. É uma forma de atrelar o lúdico e o engajamento interno com os pilares da empresa, além de promover o bem ao próximo. Esse tipo de ação é de caráter simples, porém com impacto motivador.

Tanto para as ações, quanto para quem optou pelo “arraiá”, o tema abre espaço para usar a criatividade e proporcionar experiências e integração coletivas.

Para a realização dessa "confraternização", deve ser levado em conta todos os passos para a realização de um evento, desde a escolha do lugar, melhor data e horário, até mesmo as visitas técnicas com fornecedores.

Planejar e dosar muito bem que tipo de bebida será oferecido é muito importante, dependendo do horário e do dia, dispor de bebida alcoólica não será um acerto. Mas apostar nos drinques sem álcool é uma opção. Agora, com relação às comidas típicas e brincadeiras, tudo está permitido, claro que dentro do possível!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

5.09.2018

“Stories” deve ser tendência no mundo corporativo



Alguns institutos de pesquisa dizem que o consumo de vídeos na internet pelos usuários brasileiros cresceu 90% nos últimos três anos. No mundo corporativo, os vídeos necessitam gerar conteúdo inteligente, pertinente, relevante e expressivo.

No meio empresarial, o recurso chamado “stories” ainda está em crescimento, mas acredito que seja uma tendência forte para os próximos anos. Afinal de contas, um grande público está conectado nas redes sociais, inclusive potenciais clientes. As empresas precisam aproveitar essas oportunidades para alavancar os seus negócios.

Observando, percebo que os clientes desejam ver esses pequenos vídeos no “stories” sobre o que a empresa contratada está realizando de serviço. Isso, além de servir para captação de novos clientes, serve para interação com o próprio cliente e também para identificação de perfil com outras empresas do ramo.

Particularmente, gosto bastante de usar o recurso do stories, disponível para Instagram, WhatsApp e Facebook, além do Snapchat, que caiu muito no conceito de alguns usuários. Mas, hoje, o mais visto é o Instagram. Esse recurso virou febre entre os usuários. Para quem não sabe, por meio desse método é possível compartilhar fotos e vídeos, que ficam disponíveis por 24 horas. Por experiência própria, creio que as pessoas ficam mais tempo vendo stories do que o feed das redes sociais.
Posso citar aqui algumas vantagens interessantes para empresas de qualquer ramo ao utilizar o stories, principalmente o Instagram:

- O stories aparece na parte de cima da sua tela, então, provavelmente os seus seguidores verão isso primeiro e assim você conseguirá um alcance maior.

- Essa ferramenta permite que você teste ideias e descubra por quais assuntos os seus seguidores se interessam mais. Uma das vantagens é tomar conhecimento de quem visualizou a sua história e identificar quais seguidores acompanham o seu negócio com mais assiduidade.

- É importante ser criativo no stories para chamar atenção do público que almeja atingir. A ferramenta possibilita escrever, desenhar, colar adesivos, adicionar localização, filtros e GIFS. No entanto, a ferramenta conta com algumas funções adicionais como a marcação de usuários, hashtags e enquetes.

- Tente identificar os adeptos que estão mais propensos a comprar de você. Utilize o recurso “direct” para enviar mensagens privadas com informações adicionais sobre os seus produtos e serviços. Essa pode ser uma excelente oportunidade para fechar uma possível venda.
- As duas primeiras postagens do seu passo a passo no stories precisam “prender” quem está visualizando. Portanto, necessitam ser feitas com talento, excelência, inteligência e criatividade. Por isso, é importante postar no Instagram Stories conteúdos que mostrem o cotidiano da sua marca, do seu estabelecimento, do seu negócio, dos colaboradores e funcionários, da chefia, e assim por diante. Isso, com certeza, vai criar muito mais proximidade e intimidade com os consumidores que você deseja alcançar.

Contrate uma pessoa criativa para fazer esse tipo de serviço. Mas se você mesmo considera-se criativo, use e abuse do dom que recebeu. Creio que sua empresa ficará mais vista. Afinal, quem não é visto não é lembrado.

Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

5.02.2018

A multidisciplinaridade da agência de comunicação!



Se alguém perguntar o que torna o trabalho em uma agência de comunicação interessante, vou dizer, sem sombras de dúvidas, que são os desafios diários e as peculiaridades da área que enfrentamos e a multidisciplinaridade das atividades que exercemos e dos temas/assuntos que lidamos na nossa (não) rotina.

Há algum tempo, é bem verdade, que o profissional da nossa área tem vagado por diversos campos dentro do espectro da comunicação corporativa, sendo sua a responsabilidade de saber lidar com todos os públicos receptores das mensagens que serão criadas.

Para resumir, no jargão, hoje o profissional tem por obrigação saber “virar a chave” quando necessário – o que é feito tão instantaneamente quanto automático com o passar do tempo e da experiência que cada um for adquirindo ao longo da jornada.

E são, exatamente, essas “viradas de chave” que me agradam em uma agência de comunicação, porque gosto de pensar que quando estou à frente do computador não estou em uma linha de produção que apresenta sempre a mesma ideia, resultado ou produto final.

Porque em um momento você se vê escrevendo releases e sugestões de pauta na linguagem jornalística/mercadológica que beira o marketing, onde o seu cliente é sempre especial, e no outro está desenvolvendo campanhas de incentivo que precisam ter uma sensibilidade e uma pitada de ousadia para atingir, em cheio, o público-alvo.

Porque em outro período do dia você pode estar conversando com um jornalista no follow-up (não vou entrar no mérito se é delicioso ou temível) sobre os créditos tributários na base de cálculo do PIS/Cofins e noutro pode ter que entrevistar uma empreendedora a respeito da plataforma inovadora que ela criou e que conecta manicures e pedicures a clientes com um clique.

Porque, ufa!, têm horas em que você está criando uma série de posts para clientes, que incluem questões institucionais, resultados de imprensa, entre outras, até efemérides como Dia da Árvore, e em outras está pesquisando alguns dados em sites especializados acerca do Dia Mundial de Combate à Hipertensão para um e-mail marketing interno de alerta aos colaboradores.

Enfim, as nossas possibilidades são infinitas tornam cada dia diferente do anterior e fazem da multidisciplinaridade da agência de comunicação um grande atrativo. Além disso, rendem um portfólio profissional de valor inestimável. Àqueles que desejam atuar nesse tipo de empresa, tenha em mente que rotina aqui não entra!

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política



4.26.2018

Como escolher o nome ideal para seu cliente?



Um dos trabalhos que mais envolve os departamentos da agência, é sobre criação de naming.

Será que minha marca vai soar bem no mercado? Será que vou ter afinidade com o público? Esse é um dilema frequente na cabeça do cliente.

A agência tem o desafio de propor nomes criativos, modernos, que compartilhem do DNA da marca e que (de preferência) ainda não existam no mundo. A tarefa é muitas vezes complicada pois quase tudo já foi criado, mas não é impossível! Por isso, aqui vão umas dicas de como a criação do naming da marca pode se tornar mais agradável, considerando tamanho, sonoridade, forma e muito mais!

Antes de sair escrevendo vários nomes sem sentido no papel, é importante que você conheça bem seu cliente, o segmento do produto ou serviço e qual mensagem ele quer transmitir.  Você precisa focar nos conceitos e objetivos da marca para oferecer nomes que estão no “universo” dele. Também não adianta propor algo “super inovador”, se o cliente não tiver esse perfil. Tudo é uma questão de entender realmente o que foi proposto e conhece-lo cada vez mais. Isso facilitará o seu processo criativo.

O segundo passo, após o brainstorming, é a parte de pesquisa. Verificar se o nome inventado já está registrado e se sim, qual o segmento para apurar se deve prosseguir ou não. Dependendo do resultado, será necessário voltar ao início do processo e refazê-lo. Caso contrário, seguiremos para a próxima etapa.

Nesta fase, se dá o processo de “Conceituação e defesa”. Você deverá convencer a si mesmo e também o cliente por que ele deve escolher o naming sugerido. Lembre-se que além de ser especial, o nome deve possuir boa sonoridade, não ter duplo sentido ou outras interpretações e ser de fácil pronúncia e entendimento. 

É importante que desde o início do projeto você tenha repertório para sugerir bons nomes e que sejam relevantes para seu cliente.  Ao replicar seu método a cada conceito da marca, você logo terá uma lista enorme que pode ser associada ao seu projeto de várias maneiras. É só uma questão de persistência!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

4.18.2018

Conheça o Design Sprint, metodologia que traz eficiência e funcionalidade aos seus brainstorms



Design Sprint é uma nova metodologia e um novo conceito na hora de criar um produto ou uma marca, ao invés de apresentar apenas o seu conceito no desenvolvimento e deixar que o mesmo assuma as etapas de criação. Todo o conceito do produto é desenvolvido em conjunto com a empresa/produto.

O processo busca minimizar os riscos de um produto mal planejado, visando a máxima eficiência no levantamento de riscos e ideias.
Desenvolvido pelo Google Ventures, o Design Sprint é uma maneira de levantar ideias sobre um produto, suas implementações e funcionalidades em um espaço de tempo menor. São cinco dias de brainstorming, juntando práticas de estratégia de negócios, inovação, ciência do comportamento e design thinking.

O Design Sprint busca agilizar em uma semana todo o processo de discussão que pode durar meses. Ao final da semana, um protótipo é apresentado já testado e aperfeiçoado. O Sprint oferece às empresas a possibilidade de construir e testar ideias em apenas 40 horas.


Todo o processo de Design Sprint é dividido em cinco partes:

Compreensão
Os participantes avaliam o problema que precisa ser resolvido, o público-alvo daquele projeto e o formato que irão utilizar.

Divergência
A equipe toda é encorajada a se livrar de julgamentos limitadores e a participar de um brainstorming vigoroso. O propósito é fazer com que um grande volume de ideias surja – independentemente do quão factíveis elas sejam.

Decisão
Após as discussões, a equipe toda vota e define quais ideias merecem ser desenvolvidas.

Protótipo
Todos esboçam rapidamente o desenvolvimento das ideias, concentrando-se apenas no fluxo entre a UI e a UX.

Validação
Os designers e engenheiros apresentam os produtos e respectivas características a alguns usuários.
Ao final das etapas do Design Sprint, é obtido um protótipo muito mais assertivo e preciso aos interesses dos investidores.

Saiba mais sobre esse assunto em: http://www.gv.com/sprint/

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.

4.11.2018

Obviedades, jargões, dogmas e certezas



No seu trabalho você se depara com coisas óbvias? Com informações que não precisariam ser ditas? Isso pode ocorrer com bastante frequência, mas o que pode ser óbvio para um, certamente não é para todos com que se relaciona.

Na agência, é comum falarmos sobre “briefing”, “branding”, “sugestão de pauta”, “mockup”, “broadside”, “clipping”. Utilizamos, inclusive, suas variações, como “Você ‘brifou’ o redator?”, “vamos enviar a clipagem para o cliente”, entre outras.

No campo jurídico, em outro exemplo, costumamos falar de “inversão do ônus da prova”, “prescrição e decadência”, “desconsideração da personalidade jurídica”, “isenções e imunidades”, “rol”, “embargos de declaração”... São tantos termos, palavrinhas e expressões tão usuais como qualquer peça de mobiliário para quem é da área, mas incompreensíveis para   a grande maioria das pessoas.

Então, nesses casos, é preciso se aproximar da linguagem do ouvinte, do receptor da mensagem. Se ele entender errado, a responsabilidade é de quem falou, de quem escreveu. E pior do que ter a responsabilidade em si é saber que a mensagem não foi compreendida, o que é tão negativo ou mais do que não ter sido enviada. O óbvio deve ser explicado para alguém que não é da área. Por outro lado, se for explicá-lo para quem faz parte do seu segmento, pode ser ofensivo ou até demonstrar ignorância, superficialidade, arrogância. Portanto, atenção quanto aos interlocutores.

Outras coisas que acabam atrapalhando a comunicação são as certezas. Quantas vezes você já ouviu alguém falando algo como “não dá para comprar aquilo em outro lugar”, “só como isso no restaurante X”, sem ao menos ouvir sua dica, sem conhecer a sua proposta? Se já aconteceu com você de sair de casa debaixo de temporal, viajar por menos de uma hora e encontrar um lindo dia no lugar do destino, você entende que, às vezes, é preciso ter uma dose de fé, acreditar que pode ser diferente da sua convicção. Tem gente que vai e tenta, tem gente que nem sai de casa se estiver em um cenário desses. Por isso é fundamental saber lidar com todos os tipos de pessoas — as que não sabem ou não querem nem ouvir e aquelas mais receptivas. Saber ouvir, ter paciência e mostrar utilidade no que você oferece podem ajudar nessa difícil batalha.

Se as certezas são como paredes, os dogmas podem ser considerados muralhas – bloqueiam a passagem do sol e das ideias. A troca, o relacionamento e a interação dependem de receptividade quanto àquilo que o outro deseja comunicar. “Furar” um dogma (excluindo os religiosos, que são um capítulo à parte) não é tarefa fácil. Só com algo muito inovador e uma boa dose de confiabilidade. O amor em alguns casos e o respeito em outros, por quem comunica, podem fazer com que seja ouvido — mesmo que a mensagem não seja prontamente aceita, já será ótimo se for realmente absorvida e possa gerar uma melhor comunicação em um outro momento.

“Minha maior certeza é ter centenas de incertezas”, ou algo parecido, sábia frase. Li há poucos dias, não lembro onde, nem em que contexto. Mas vou adotar! Boa comunicação!



ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

4.04.2018

Paródias e publicidade: experiência de marca envolvida pela música



Quando começamos a fazer o planejamento de uma campanha as primeiras coisas que vem à nossa mente são os cenários, personagens, enredo, etc. Além desses itens, um outro de extrema importância deve ser considerado desde o início do planejamento por ser decisivo: a trilha sonora.

A trilha sonora de uma campanha pode ser composta por trilha branca, um jingle, um hit já consagrado, composição de uma nova música especifica para o job ou até mesmo uma paródia.
A música começou a ser usada na publicidade para aumentar a atenção e a resposta emocional do espectador nas campanhas. Para definir uma trilha é preciso ter sensibilidade, bom ouvido, emoção e conhecer bem o público-alvo e o projeto, para saber exatamente a intenção e o sentimento, atingindo o objetivo que aquela trilha deverá passar.

As pessoas buscam uma relação mais íntima com o conteúdo produzido pelas marcas, e nada melhor que usar a música que está presente em quase todos os aspectos da nossa vida. Utilizá-la como um canal para influenciar na compra, ajuda na construção da marca e na relação com o consumidor.
Atualmente as marcas apostam cada vez mais na criatividade, bom humor e na popularização na hora de definir as trilhas de suas campanhas. Muitas delas acabam apostando em paródias de hits já consagrados como uma estratégia para atrair público e impulsionar o conteúdo que está sendo produzido.

Essa tem sido uma poderosa ferramenta de fixação e viralização de campanha em um mundo cada vez mais digital. Parcerias com artistas popularizam as campanhas e os hits, o que também se torna um vantajoso para os artistas, uma vez que buscam a impulsão e o engajamento de seu trabalho.
O estudo All About Music realizado pelo Vagalume mostra que 59% das pessoas compram produtos por estarem associados a algum artista, uma vez que eles servem de inspiração e projeção de desejos nos consumidores.

Abaixo podemos ver algumas marcas que apostaram no uso das paródias como estratégia e que deram muito certo, independente do segmento da empresa, um dos exemplos é de uma prefeitura :

Prepara - Copa do Mundo FIFA 2018  - McDonald’s (Paródia da música “Prepara” da cantora Anitta)


MULTITELEI - NET (Paródia da música “Farofei” da cantora Karol Conka)


Semana do Cliente – Casas Bahia (Paródia da música “Cinquenta Reais” da cantora Nayara Azevedo)


Coxinha em Dobro Malandramente - Ragazzo (Paródia da música “Malandramente” do MC Dennis com os MC's Nandinho & Nego Bam)


Dengue ai se eu te pego - Prefeitura de Salvador (Paródia da música “Lepo Lepo” do cantor Psirico)


A música é um recurso para uma estratégia de campanha, e usá-la de forma criativa e divertida pode aproximar a marca do consumidor e ainda trazer bons resultados.

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.