10.17.2018

5 exercícios para aumentar a criatividade



Os profissionais de criação habituados em sua rotina já passaram pelos famosos momentos de vácuo ou abstenção criativa, onde ideias ou inspirações parecem não vir à mente do criativo. Geralmente, estes momentos ocorrem em situações de cansaço ou pressão, o que torna ainda mais difícil a execução do trabalho.

A questão é que a criatividade não é necessariamente um dom natural e pode, sim, ser estimulada quando praticada com frequência. Albert Einstein dizia que “a criatividade é a inteligência divertindo-se”. Logo, assim como podemos desenvolver nossa inteligência, podemos também desenvolver e alavancar nossos momentos criativos.

Muitas vezes, a natureza criativa é atribuída a profissionais artísticos como músicos, desenhistas e escritores, mas, na realidade, qualquer pessoa que deseja se destacar, precisa utilizar a imaginação e a criatividade em seu dia-a-dia, principalmente no ambiente corporativo.

Abaixo, listei cinco exercícios básicos que farão você aumentar sua criatividade e, consequentemente, sua produtividade.

1- Desenhe, rabisque!
Ao desenhar, as partes do cérebro relacionadas ao processo criativo são estimuladas e sua percepção visual é aguçada. À medida em que você começa a ver os resultados de seus desenhos, sua autoestima aumenta e você fica mais confiante e seguro para todos realizar qualquer outra tarefa ou atividade, mesmo que esta não esteja associada ao desenho.
Mas não é só o desenho que tem esse poder. Atividades artísticas, em geral, possuem esse efeito.

2- Questione sempre
A criatividade nasce do processo de questionamentos e não necessariamente de respostas a eles.
Questionar, refletir e filosofar são tônicos para um cérebro ativo e bem estimulado, a partir do momento que nos adaptamos a questionar e observar as coisas ao nosso redor, acabamos desenvolvendo percepções mais amplas sobre tudo.

3- Divirta-se
Criar de bom humor é muito melhor e mais fácil!
Quando você se diverte, consegue explorar o máximo potencial, já que a sua energia é utilizada com fluidez. Estar descontraído com um espírito leve é fundamental para que sua criatividade seja naturalmente estimulada!

4- Esboço coletivo
Você se depara frente a um projeto que exigirá uma grande carga criativa para o seu desenvolvimento, mas não sabe ainda por onde começar ou qual identidade criativa seguir?
Reúna sua equipe criativa, faça um brainstorming e comece a elaborar um esboço coletivo.
O objetivo é que cada criativo da sua equipe proponha um elemento ou uma ideia e passe o papel à frente, permitindo que mais pessoas acrescentem suas propostas criativas ao futuro projeto.
Quando todos estiverem satisfeitos com os resultados do brainstorming, é a hora de discutir o resultado do esboço e, se necessário, repeti-lo. A cada novo esboço, mais ideias são acrescentadas.

5- Não tenha medo de errar
Erros são comuns e, mesmo que não resultem em falhas catastróficas, certamente farão com que se adquira conhecimento. Mas, às vezes, até mesmo falhas podem resultar em sucesso. Nunca deixe de arriscar e de se superar!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.

10.10.2018

Movimentos e causas abraçados pela comunicação



Hoje, com a internet presente na vida de mais da metade da população do País – segundo o IBGE –, cerca de 116 milhões de pessoas conectam-se à internet diariamente. As notícias se espalham com facilidade e, além delas, novidades do mercado, tendências a que marcas, personalidades ou empresas estão aderindo.

Em um mundo com tanta influência digital, é necessário que a marca ou empresa se adeque a esse universo e considere a responsabilidade social tão importante quanto o investimento em segurança, pesquisa, publicidade e marketing, porque ações que visam conscientização, envolvimento com causas específicas e posicionamento – em alguns casos, até político -, transmitem os valores institucionais, a visão e missão da marca. Exemplos de causas que a comunicação pode “abraçar” não faltam e são de variados temas, como Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, Outubro Rosa, de conscientização sobre o câncer de mama, Novembro Azul, de combate o câncer de próstata, proteção aos animais e outras causas mais pontuais.

Algumas ações acabam ficando mais conhecidas e chamam mais a atenção. No Outubro Rosa, um caso positivo é a roda-gigante da Avon, que, em anos anteriores, foi instalada no Parque Ibirapuera durante todo o mês de outubro. Além de propor a brincadeira para as crianças, no local também era possível fazer exames de mamografia, gratuitamente. Esse ano, quem também está empenhada em fazer uma bela campanha é a Pantene, que fará cortes gratuitos de cabelo a todos que estiverem dispostos a doar suas mechas, que serão usadas na confecção de perucas para mulheres que estão em tratamento. O serviço, em parceria com profissionais da beleza, estará disponível em um “beauty truck” que percorrerá as ruas de São Paulo, durante o mês inteiro.

O Setembro Amarelo está geralmente voltado para o segmento de saúde e muito presente nas redes sociais, atrelado ao uso da #setembroamarelo. A IInterativa, uma infobase interativa que entrega soluções para agências digitais, produziu um infográfico com diversas informações importantes, desde a origem do movimento, até insights gerados pelo uso das redes sociais, como Facebook e Instagram, e ainda considerações de especialistas sobre o assunto.

Ações desse tipo mostram que, independentemente da causa a ser abraçada, simples gestos fazem a diferença em uma sociedade e podem ajudar quem está passando por momentos difíceis. Aderir a movimentos demonstra que a empresa realmente se importa com seu público e faz questão que ele se sinta representado, além de promover inclusão, bem-estar, saúde e justiça, aliados a uma boa estratégia de comunicação e ideias criativas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet


10.03.2018

As redes, a política e a vida do cidadão comum



Se você acha meio estranho uma pessoa qualquer, gente como a gente, postar em que restaurante está, a foto do prato que está comendo, temos algo em comum. Se não entende o motivo de alguém dar parabéns para o marido por uma rede qualquer, e fica imaginando o porquê de não fazer isso pessoalmente, já que moram na mesma casa, então você pode ser tão estranho(a) quanto eu no relacionamento com as redes sociais.

O fato é que, paixões e rejeições à parte, há usos interessantes, como se vê nas atuais eleições. A análise dos especialistas é que os líderes nas pesquisas de opinião são os candidatos que as utilizam muito e bem, distanciando-se dos que focam em modelos tradicionais de campanha, como o corpo-a-corpo e o horário eleitoral.

Claro que não se pode atribuir o sucesso apenas à comunicação via internet, mas se mostra muito eficaz e dribla a pouca exposição de alguns em outros meios.

Na mesma velocidade das declarações dos candidatos em seu próprio benefício, circulam as mensagens de ataque contra os concorrentes, as falsas e as verdadeiras, os desmentidos, os contra-ataques. E o eleitor fica no meio, recebendo a mesma mensagem de vários grupos diferentes, depois as mesmas desculpas quando alguém descobre que aquela notícia não era verdadeira ou que era de anos atrás, relacionada a outro contexto.

Penso que as boas práticas devem ser discutidas e analisadas periodicamente para o melhor uso das redes sociais. E não é uma questão de ser politicamente correto. É mais do que isso.

Na vida do cidadão comum, o que multiplica e o que divide nessa utilização? Ler um texto bem escrito, daqueles que dá uma inveja boa de não ter sido seu? Adoro. Para mim, isso multiplica — comento, compartilho.

Outras posturas dividem, provocam sentimentos que podem não ser positivos. Há postagens que fomentam o conflito, desrespeitam identidades e convicções, podem até desfazer amizades. Mostram um mundo de gente feliz e realizada, 24/7, 365 dias por ano, todos altos executivos, todos lindos como comercial de margarina. Há grandes discussões sobre o que isso tem feito na cabeça dos nossos adolescentes, que ainda estão aprendendo a ser adultos e a lidar com os fatos de não serem perfeitos, de não terem tudo, de não poderem tudo.

O desafio é descobrir como usar as redes sociais da melhor forma possível para aprimorar a comunicação, para aumentar a conexão, para ser útil e construir, e não o contrário. Brevíssima reflexão de quem é quase extraterrestre em (quase) todas elas.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
Advogada e mãe em tempo integral

9.26.2018

Comunicação nas eleições



Mais uma vez, estamos vivenciando momentos decisivos para o País. As eleições de 2018 elegerão os novos Deputados Federais e Estaduais, Senadores, Governadores e o Presidente da República. E, como sempre, a comunicação feita neste momento pode influenciar e mudar toda a trajetória.

Um bom exemplo foram as eleições nos Estados Unidos, onde o então presidente Donald Trump foi eleito graças ao trabalho de construção de marca e direcionamento de conteúdo personalizado.

O então chamado Marketing Político pode ser definido em duas categorias:

Marketing político: Construção da marca do candidato ou do partido;
Marketing eleitoral: Ações focadas na conversão de votos, que são realizadas durante o período eleitoral.

O marketing político, antigamente, era realizado com a distribuição de “santinhos”, cartazes e propaganda eleitoral na TV e no rádio. Hoje, podemos ter uma abrangência muito maior com o uso das redes sociais, ganhando assim um formato mais estratégico e direcionado para onde o conteúdo produzido é entregue de forma assertiva.

O desenvolvimento de estratégias de marketing político costuma ser dividido em quatro etapas:

- Construção da marca;
- Construção da comunidade;
- Elaboração de conteúdo;
- Presença nas redes sociais;

Todas essas informações são utilizadas para adequar e se aproximar do público desejado em três momentos diferentes:

- Durante as eleições: Realizado no período de campanha com dia e hora para início e fim. Só pode ser utilizado por quem deseja se eleger ou reeleger;

- Pós-Eleições: Uso permanente das ferramentas de comunicação por quem já possui um mandato, mantendo a imagem da boa administração e ampliando-a para gerar novos leads; e

- Partidário: Não trabalha a imagem do político, e sim a dos partidos.

A internet, neste caso, pode ser negativa. É preciso tomar muito cuidado na construção da comunicação, pois se ocorrerem erros a distribuição da mensagem será instantânea, o que pode destruir completamente a imagem e a credibilidade de uma pessoa, ainda mais quando se trata de cargos públicos.

Nós, eleitores, devemos estar atentos ao posicionamento dos candidatos e à efetividade de suas propostas não somente agora, mas também após as eleições. Com a ajuda da internet, podemos acompanhar o trabalho realizado e cobrar o que foi prometido.

Nestas eleições, vote consciente!

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

9.19.2018

O caminho para conquistar o ROI esperado




Com o desenvolvimento das mídias sociais e a necessidade que não só as grandes empresas, mas qualquer profissional que tem algo a oferecer, vê a obrigação de estar inserido no ambiente digital de alguma forma. Com isso, muitas oportunidades de trabalho estão surgindo.

Mas profissionalmente falando, é muito difícil para quem está começando na área conseguir enxergar todo o ecossistema de Social Media sem ter a base de um curso, pois existem muitos fatores que podem tanto deixar suas campanhas no topo, como fazerem o contrário. Conhecer as principais diretrizes e tudo que envolve o ambiente comunicacional no digital é o começo para um bom desempenho e se destacar entre as demais.

Quando falamos de “Social Média”, o termo está muito associado ao Facebook, Linkedin, Instagram, Google e Blogger, mas para obter resultados relevantes vai muito além disso, e é importante que todas as estratégias estejam “falando” a mesma língua para que não haja falha na comunicação e, consequentemente, no resultado.

Mas, em um universo um pouco mais aprofundado da área, listarei um "caminho" para que sua marca fique com o posicionamento esperado no ambiente digital, como: website, conteúdo, SEO, SEM, Mídias Sociais, E-mail, Blog e Inbound.

O website será a "vitrine" para fazer com que seu cliente em potencial veja que você existe neste ambiente. Uma empresa que não tem website, é como se não existisse autenticamente. 

Já o SEO (Search Engine Optimization), aliado do seu site, nada mais é que um compilado de estratégias para fazer com que ele fique bem ranqueado, por meio de pesquisas de palavras-chaves.

O SEM (Search Engine Marketing) é o compilado de estratégias que visam potencializar e melhorar o posicionamento pago do site nos buscadores e nas redes sociais.

Nas Mídias Sociais, o conteúdo relevante é o que oferece interação com fãs e seguidores. Lembrando que nestes canais, a venda não é o principal foco. Mas, claro que explorar as ferramentas para tentar a conversão é válida. O interessante é trabalhar temas como posicionamento e reconhecimento de marca.

Quando falamos de E-mail, é quase impossível associar ao marketing digital, mas aqui está ele. As famosas newsletters que, diariamente, recebemos no e-mail é uma das formas mais tradicionais de fazer remarketing e manter "contato" com o cliente. Agora, com o desenvolvimento de diversas ferramentas especializadas, o trabalho ficou ainda mais eficaz.

Com o blog, é bacana seguir temas que estão de acordo com os as diretrizes do seu negócio e pertinentes ao mercado em si. Pois o ideal é que você seja procurado como referência naquilo que se propõe a fazer.

Para concluir, o Inbound é basicamente o compilado das estratégias citadas acima, que visam atrair clientes de forma que eles vão até você, por meio da produção de conteúdo relevante.


CAMILA Pereira
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Camila é eclética e ama viajar. Não dispensa uma boa série,
programas de culinária e sobre vida animal.

9.12.2018

Sua marca em movimento



O motion design é uma vertente do design gráfico que utiliza os princípios da produção audiovisual, com elementos básicos, ilustrações, infográficos e tipografias. Pode ser acompanhada também de trilhas sonoras ou narração.

Com suas raízes muito atreladas ao nascimento da sétima arte, o motion design teve suas primeiras influências no stopmotion, já utilizado pelo francês Georges Méliès no final do século XIX, cineasta conhecido também por ser pioneiro no uso de storyboards, um importante guia visual que, em poucos esboços, nos ajuda a organizar e pré-visualizar um filme, animação ou gráfico animado.

A relação do motion design e do cinema não param por aí. O método foi ganhando força principalmente na elaboração de abertura e créditos finais de muitos filmes. Difícil não lembrar das marcantes e criativas aberturas da franquia James Bond que, durante décadas, mostrou uma enorme evolução da animação.

007 - Cassino Royale (2006)


No mercado atual, a técnica é muito utilizada também para vídeos explicativos e para fins publicitários por conter uma linguagem lúdica, agradável e fácil de ser compreendida por diversos públicos. Em redes sociais, como o Facebook, agora também é possível utilizar este recurso de vídeo para personalizar a página de sua empresa.

Com seu crescimento, versatilidade e fluidez, o motion design acabou ganhando espaço no desenvolvimento de identidade de marcas e criação de logos. 

Geralmente minimalista e em breves segundos, a animação de logos transmite a personalidade da empresa, traz expressão, atratividade e pode ser utilizado em vinhetas, introduções de vídeos, anúncios e sites institucionais, além de ajudar a explicar conceitos, no caso de apresentações de uma nova identidade visual.

Já presente em marcas consolidadas e considerado um diferencial em startups, trazemos alguns exemplos oficiais e não-oficiais para se inspirar na técnica e assistir em looping: 








KAROLINA Barros
Criação na Lb Comunica,
Curte ouvir variados estilos de música e adora podcasts



9.05.2018

Gerenciamento e administração de pautas




Atualmente, grande parte das agências de comunicação, de publicidade ou de assessoria de imprensa funcionam com base na rotina da “pressão”, ou seja, o trabalho possui um prazo para ser entregue aos clientes, superiores, veículos de imprensa, e assim por diante. O caminho para que a atividade não se perca passa, necessariamente, pela organização e gestão das pautas.

Os responsáveis pelas tarefas a serem executadas devem fechar o sinal para algumas pautas e acelerar em outras, tendo em vista sempre a importância de cada tema. Atualmente, as planilhas de Excel são sempre bem-vindas para a organização das ações, mas nem sempre se mostram suficientes.
Ainda é necessário monitorar continuamente os processos e priorizar as tarefas. Para isso, com a tecnologia avançada, hoje temos as chamadas “ferramentas de automação”, que auxiliam e cuidam automaticamente da organização dos fluxos de procedimentos. 

Essas plataformas digitais indicam quando as entregas devem ser feitas, a duração de cada etapa, os prazos de produção e entrega, além de possibilitar o monitoramento de todos os processos.
Já para os comandantes das empresas, companhias, organizações e instituições, os programas de automação ajudarão a avaliar se os recursos destinados por e para determinados clientes estão em conformidade com a rentabilidade do oferecido por eles.

Procure explorar plataformas que mais se encaixam ao seu negócio. Nem sempre o sistema com mais funcionalidades será a melhor opção. É imprescindível pesquisar, analisar, averiguar e pesquisar cada sistema disponível.

Para entender e saber mais sobre essas funcionalidades, indico “Pauta.ME”. O site explica, de forma bem simples, como usar cada etapa dos processos. Para acessar, clique aqui.

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Jornalista pela UNIP, gosta de jogar e assistir futebol, passear com a família,
rir, viajar, e ver filmes. Preza por uma vida tranquila e de fé.

8.29.2018

O release, a adjetivação e a eterna discussão sobre a linguagem



Jornalistas e assessores de imprensa dependem mutuamente um do outro. A lógica da relação entre os principais elos do jornalismo deve ser pautada na confiança e no respeito. É fundamental que ambos os profissionais estejam alinhados e entendam as particularidades da rotina e do trabalho de cada um.

As redes sociais, muito embora ainda incipientes, têm-se mostrado como uma peça fundamental na relação entre jornalistas e assessores. Elas fornecem a via de mão dupla da pauta + fonte em um ambiente de rápida comunicação e pouco desvio de atenção ao trabalho. Fechar uma pauta por meio do Facebook ou WhastApp tem se tornado comum e prático.

Embora traga essa comodidade, a social media também tem a função de levantar questões importantes, outras nem tanto, para a compreensão do dia-a-dia desses dois profissionais. Inúmeros tópicos são criados em grupos que, por vezes, fazem acalorar discussões sobre comunicação, assessoria de imprensa e jornalismo.

Outro dia, em um desses grupos fechados de Facebook, um participante levantou a questão sobre a adjetivação que os assessores de imprensa dão aos releases de seus clientes. “O bar mais descolado da cidade”, “o maior especialista em fibra ótica”, “a celebridade mais influencer do mundo da moda” são alguns exemplos de frases de textos em assessoria de imprensa. As críticas por parte do autor do tópico, no meu entender infundadas, geraram grande debate e refletem ainda, mesmo após anos, uma sensação de ‘rixa’ entre (alguns) jornalistas e (alguns) assessores.

É evidente que o papel do assessor de imprensa é enaltecer todas as qualidades de seu cliente/fonte, usando para isso todos os artifícios da língua portuguesa e das ferramentas de marketing que, não sejamos incoerentes, são embutidas nos releases. Queremos demonstrar que o nosso cliente/fonte é o melhor, o mais diferenciado, que tem expertise fundamental para determinada pauta do jornalista, etc.

Não medimos esforços, e adjetivos, para criar esses materiais de divulgação – release, notas, artigos, etc. – que façam os olhos dos jornalistas brilharem. Como também não esperamos, pela imparcialidade que a imprensa exige, que as mesmas qualidades que atribuímos sejam publicadas e reverberadas na matéria. A adjetivação é apenas um diamante bruto sobre o cliente/fonte. Cabe ao jornalista lapidá-lo da melhor forma.

MARCOS Vargas
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política

8.22.2018

IGTV: a novidade do Instagram



Após marca ter alcançado 1 bilhão de usuários ativos e o sucesso da função Stories, o Instagram oferece a nova plataforma para produção de vídeos filmados apenas na vertical e com duração de até uma hora.

Lançado no mês de junho, inicialmente o recurso só estava disponível para usuários com contas verificadas ou com alcances maiores de usuários produtores de conteúdo que já atuavam nesta rede social. Hoje, também está disponível para contas comuns em modos diferentes. Por exemplo, os usuários comuns já podem ter acesso à ferramenta, mas com a limitação de 10 minutos. Para os instgrammers, ainda é possível adicionar o famoso “arraste para cima”, bastante útil para direcionar os usuários para outra plataforma, perfil ou site.

A novidade vem para bater de frente com o YouTube, Snapchat e até com a televisão tradicional, que há alguns anos já vem perdendo adesão.

A Instagram TV pode ser usada dentro do próprio Instagram ou como um aplicativo à parte para download (disponível para Android e IOS). Porém, vale ressaltar que o recurso tem integração total com sua conta no Instagram.

Outra novidade é que as transmissões estão segmentadas e podem ser encontradas entre as categorias “Para você”, “Seguindo”, “Populares” e “Continuar assistindo”. Assim, o usuário pode ficar por dentro do que está em “alta” na plataforma ou escolher o que ele realmente quer assistir apenas pelo público de interesse que ele segue.

O lançamento é recente, mas algumas marcas e figuras públicas usam conteúdos exclusivos para esse tipo de formato.

Ainda é muito cedo para definirmos se essa funcionalidade terá boa aderência do público. De acordo com uma pesquisa da plataforma mLabs, a pedido de Meio & Mensagem, após dois meses desde seu lançamento, o IGTV possui ainda baixa adesão em produção e consumo de conteúdo. Mas quando o assunto é rede social, não há como termos garantia de nada, pelo menos por enquanto. Esse universo de mudanças constante faz parte do nosso dia-a-dia e interfere diretamente no comportamento das pessoas, e mostra que, cada vez mais, estamos ansiosos por novidades e conteúdos relevantes. O mercado também está de olho nisso!

VITÓRIA Sobrado
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Antenada nas redes sociais, se interessa pelo universo da fotografia e ama conhecer novos restaurantes pela cidade

8.15.2018

Licenças criativas da Creative Commons e sua usabilidade



Graças às redes sociais, as empresas têm investido cada vez mais em design para suas comunicações. Com o aumento desta demanda, é cada vez mais comum as agencias e os criativos utilizarem-se de banco de imagens, gratuitos ou não, a fim de agilizar seu serviço e assim atender à necessidade diária da criação.

Nestes bancos, além de fotos, o usuário conta com um leque enorme de opções que variam de tipografias, vetores, backgrounds e às vezes até mesmo algumas artes comemorativas prontas (como cartões de natal e dia dos pais, por exemplo).

Com esta onda crescente de usuários não só utilizando bancos de imagens, mas também comercializando suas artes e fotos através deles, surge uma dúvida:
Eu posso comercializar uma arte em que boa parte do seu desenvolvimento foi construída em cima de imagens de banco de imagens?

Para proteger os direitos autorais dos artistas que comercializam (ou não) as suas artes, foi criada em 2011 a Creative Commons.

Trata-se de uma ONG que busca regularizar as cessões que criadores podem utilizar em seus projetos, como os conteúdos disponibilizados na internet.

Cada arte hospedada em um banco de imagens é categorizada por um selo da Creative Commons, a mando do artista criador, com o intuito de proteger seus diretos autorais sobre a arte desenvolvida.

Confira abaixo os selos Creative Commons e como devem ser aplicados:

CC0 (Sem direitos reservados)


Esta sigla refere-se a imagens e artes de domínio público, ou seja, sem restrições comerciais para sua utilização. Arquivos categorizados como CC0 podem ser alterados e utilizados comercialmente, sem creditar seu real autor.

CC BY (Atribuição necessária)
Assim como na primeira categoria, artes e fotos com o selo CC BY podem ser utilizados e modificados para uso comercial, porém é obrigatório o crédito ao criador da arte-base.

CC BY-SA (Atribuição – Compartilhar Igual)
Esta categoria engloba as artes e fotos disponibilizadas na categoria acima, onde sua comercialização é livre, mediante o crédito do autor da arte-base. Porém, na categoria CC BY-SA, a arte desenvolvida em cima de uma arte com licença CC BY não poderá ser vendida por exemplo, deverá ser disposta também na condição CC BY.

CC BY-ND (Atribuição – Sem Derivações)

Imagens e fotos que se enquadram nesta categoria podem ser utilizadas comercialmente, porém não podem ter sua estrutura alterada e suas autorias devem ser devidamente creditadas.

CC BY-NC (Atribuição – Não Comercial)
Nesta categoria a utilização da imagem e sua edição é livre para uso pessoal, porém ainda é necessário o crédito ao autor da arte-base.

CC BY-NC-SA (Atribuição – Não Comercial – Compartilhar Igual)
Ilustrações e artes nesta categoria podem ser utilizadas e alteradas mediante o crédito do autor, porém não podem ser utilizadas de forma alguma para uso comercial.

CC BY-NC-ND (Atribuição – Sem Derivações – Sem Derivados)
Como selo de maior restrição, esta categoria proíbe qualquer tipo de edição e utilização comercial das artes sob sua proteção.
Quando utilizada, mesmo que para uso pessoal, deverá também conter os créditos de seu autor base.

Definitivamente os bancos de imagens tornaram a vida do criativo mais prática e eficiente. Hoje temos dezenas de bancos que podem dar uma força na hora de desenvolver aquele job que surgiu em cima da hora.

Devemos abusar na hora da criatividade, inclusive no momento de escolher um bom banco de imagens para os seus trabalhos. Porém a dica é ficar atento às licenças nas quais as artes são oferecidas, porque assim você garante um trabalho honesto, livre de dores de cabeça para você e para o seu cliente!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.


8.08.2018

Comunique como uma garota



E lute como uma garota, jogue como uma garota, trabalhe como uma garota. Viva como uma garota feliz, completa, realizada. Tudo isso não deveria parecer – e, em muitos casos, ser –  difícil.

Mas a realidade mostra dia após dia que ainda enfrentamos muita resistência de uma sociedade que insiste em endossar o machismo em suas várias camadas ou formas.

Apesar de existirem ainda tantas diferenças e tanta distância entre nós, mulheres, e os homens no mercado de trabalho, para citar um exemplo, prefiro exaltar os passos dados rumo à igualdade de gênero e boas oportunidades para todas, inclusive nos esportes.

No último mês, mais uma Copa do Mundo acabou. Infelizmente não trouxemos o título de hexa campeões na bagagem, mas não por falta de torcida. Porque sim, é muito justo torcer pela nossa seleção masculina de futebol! Não é porque desejamos igualdade de gênero que queremos que os homens percam sua exposição na mídia, seus postos e funções na sociedade, nem sua importância em cargos, etc. No entanto, percebemos uma diferença gritante no que diz respeito à presença de jogadores da nossa seleção (masculina) em campanhas publicitárias, enquanto a participação de atletas femininas é quase nula.

Há diversas marcas, desde operadoras de telefonia, passando por bebidas, cosméticos e de artigos esportivos, redes de fast food e até fabricantes de café, que aproveitam a fama e o prestígio de um atleta que atua em uma das melhores seleções do mundo, em plena Copa do Mundo. E tudo bem! Mas que tal observar também a nossa seleção feminina, que em sua história carrega muitas glórias, vitórias e méritos?

Marta, a nossa atacante, que também joga no Orlando Pride e disputa a liga nacional de futebol americano (NWSL), já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o de melhor jogadora do mundo, sendo eleita cinco vezes. Também foi fundamental em abril desse ano, durante a Copa da América, onde garantiu o hepta campeonato. No ano que vem, durante a disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, ela poderá até se transformar na maior artilheira de todos os tempos, incluindo homens e mulheres! Seguimos na torcida.

Como disse, prefiro colocar em evidência os pontos positivos nessa busca incessante por igualdade e, por isso, venho contar sobre a campanha publicitária estrelada justamente por nossa brilhante artilheira, Marta, que foi desenvolvida pela Avon, uma multinacional da beleza, com vasto portfólio e conhecidíssima entre o público feminino.

O principal produto contemplado foi uma máscara de cílios e a atleta participou dos vídeos realizados para televisão e redes sociais. A marca ressalta a importância de pessoas como Marta estarem presentes em ações de marketing e publicidade por uma questão muito simples: visibilidade feminina no esporte. A ideia é estimular meninas e jovens e mostrar que elas podem ser o que quiserem, inclusive uma estrela do futebol!

Também vale lembrar que a Avon vem desenvolvendo importantes projetos para promover a igualdade de gênero, como por exemplo patrocinar o time feminino do Flamengo, desde julho. Além disso, convidou outras atletas, como Lais Sousa, Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Branca Feres e Danielle Hypólito, para estrelarem demais campanhas da marca.

Marta, por sua vez, também vem crescendo em termos de influência nas redes sociais e isso já mostra um claro sinal de que o público deseja se aproximar cada vez mais de figuras como ela. Em sua conta no Instagram, após a campanha ir ao ar, obteve números incríveis de interações e sua base de fãs segue crescendo. Ela está presente tanto na rede social de fotos, como no Facebook, mas não tem perfil no Twitter e nem canal no YouTube.

De maneira geral, essa é a principal mensagem que gostaria que fosse transmitida: nós podemos e vamos chegar lá. Mas o apoio da sociedade e o nosso próprio apoio são fundamentais para que isso aconteça. Vamos juntas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet

8.01.2018

A vírgula e os milhões



Dizer que a pontuação pode mudar o sentido de uma frase todo mundo sabe! “PREMER PARA PUXAR PARTE”, as quatro palavrinhas esquisitas, colocadas uma abaixo da outra, presentes nas paredes de quase todos os elevadores de antigamente (e até em alguns atuais!), estão aí para não deixar ninguém se esquecer da importância das vírgulas, dos dois pontos, do ponto e vírgula, entre outras pequenas marcas que deixamos no papel, no computador ou no celular.

Mas até aqueles que dão pulos de alegria ao discutir as regras do idioma devem ter se surpreendido com a indenização milionária que uma empresa norte-americana teve de pagar a seus empregados. E tudo por uma vírgula mal utilizada! Li matéria* interessantíssima de Cássio Casagrande contando o caso e tento resumir:

A situação ocorreu com motoristas de uma indústria de laticínios. Eles pediam o pagamento de horas extras e a companhia entendia que elas não seriam devidas. Era uma questão de interpretação da lei, e cada parte achava que estava seguindo rigorosamente a legislação. Isso porque a norma do Estado de Maine (EUA), onde ocorria o conflito, determinava que as horas extras deveriam ser pagas com adicional de 50%, mas que havia trabalhadores sem direito a elas por não estarem sujeitos ao controle de jornada. Seriam aqueles contratados para as seguintes atividades:
“envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar para expedição ou distribuição de:
Produtos agrícolas
Carne e peixe; e
Alimentos perecíveis”.

Os empregados consideraram que apenas quem fosse “envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar”, quando estas atividades fossem para finalidade de expedição ou distribuição, estivesse entre os que não têm direito ao benefício. Já a empresa considerou que a simples atividade de distribuição também excluiria o direito às horas extras. Por estar depois de “ou”, que indicaria o último item de uma lista, a palavra “distribuição” abrangeria aqueles que trabalham nesta atividade, isoladamente, no entendimento dos patrões. Uma questão polêmica que envolve o uso ou não da chamada “vírgula de Oxford”.

É confuso. Para ajudar a entender, o autor da matéria exemplifica a diferença de sentido quando se usa ou não a vírgula de Oxford: “’na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme e chocolate’ seria diferente de ‘na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme, e chocolate’. Sem a última vírgula, o chocolate poderia se referir ao sabor do sorvete e, com ela, se torna um item distinto do cardápio”. Ou seja, poderia ser uma barra, um pedaço de chocolate, e não um sabor a mais. Casagrande explica ainda que a obrigatoriedade do uso dessa vírgula é um tema que divide opiniões entre os norte-americanos, suas escolas e universidades.

No final, portanto, venceu a tese dos empregados. Eles argumentaram que, se o legislador quisesse incluir entre os desfavorecidos pelas horas extras aqueles que trabalham simplesmente na distribuição, precisaria ter usado a vírgula de Oxford, que viria antes de “ou distribuição”.

Para nós, na prática, o mais importante é passar a mensagem correta. Seja em leis, manuais de algum produto, informativos, anúncios, ofertas de qualquer tipo, contratos, é preciso cuidado na escrita.

Amiga A: “Oi querida, está ocupada? Posso pedir uma opinião?”
Amiga B: “Não posso falar.” Ou “Não, posso falar!”

Nas relações pessoais ou profissionais, escolher bem as palavras e revisar tudo o que se escreve podem evitar confusões!

Depois desse processo dos trabalhadores, sabemos que pontuar mal pode não apenas gerar desavenças ou mal-entendidos. Escrever errado pode causar enormes prejuízos.

*A matéria citada é de autoria de Cássio Casagrande (Procurador do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) e foi publicada em 25 de junho de 2018 no portal Jota 


ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
Advogada e mãe em tempo integral

7.25.2018

Produtividade quando não estamos tão produtivos assim



Antes de fazer esse texto, pensei em alguns temas que não deram muito certo. Cogitei falar sobre podcasts, a correria do dia a dia, sobre fãs, e até em como a humanidade ainda não encontrou a cura do câncer. Mas, ao começar a desenvolver cada um desses assuntos, as palavras iam se enrolando no meio do texto e quando percebia, tinha começado a divagar sobre os influenciadores na comunicação e ao finalizá-lo, estava falando de como eu gostava do desenho My Little Pony. É, pessoal, tem dias que não são fáceis!

E o bloqueio criativo não vem apenas para quem trabalha com criação de conteúdo. Às vezes, estamos em uma conversa sobre um assunto em que somos expert, mas por conta deste bloqueio, temos o famoso “bug” e não performamos da melhor forma.

Afinal, boa parte da comunicação é sobre isso: performance. E fazer uma boa performance é importante para que ao falar sobre algo, tenhamos a confiança da pessoa que está do outro lado, tornando-se referência para o receptor da mensagem. Mas não estamos dispostos a performar o tempo todo, e está tudo bem quanto a isso. Neste exato momento, eu queria apenas estar passando hidratante labial e assistindo ao vídeo do menino imitando um gato no programa do Faustão.

Não se culpe por procrastinar às vezes. Não há quem aguente estar sempre lendo livros de teóricos importantes, repertório pode ser criado de outras maneiras, como por exemplo ouvindo um bom podcast ou assistindo algum filme do seu gênero favorito. É necessário reservar um tempo do nosso dia para dar boas risadas com os memes na internet.

Há quem diga que esse ritual faz parte do “ócio criativo”, que, resumidamente, busca reunir três pilares: trabalho, tempo livre e estudo. E tudo isso é para que a sua criatividade seja melhor aproveitada, porque ter momentos de descontração e lazer é um elemento essencial para o processo produtivo.

Mas o que fazer quando você precisa produzir algo, mas a cabecinha só consegue pensar no canto dos pássaros? Aqui vão algumas dicas:

1 – Relaxe, tome um copo d’água, mude de lugar e, se possível, desvencilhe-se um pouco da pressão;

2 – Olhe as coisas por outro ângulo: às vezes encontramos a criatividade onde menos esperamos;

3 – Busque por inspiração: pode ser uma música, um filme, um livro etc., vale a pena dar uma olhada no que já foi feito antes de produzir algo novo;

4 – Troque ideias: escute o que as pessoas têm para falar, buscar um olhar de um terceiro pode ser surpreendente;

5 – Anote suas ideias: se você não gosta de andar com papel e caneta, não tem problema, faça do bloco de notas do seu celular o seu melhor amigo, e anote até as ideias que parecerem mais absurdas. Pode ter certeza que em momentos de bloqueios você mesmo se agradecerá por isso;

Não torne o bloqueio criativo um monstro do seu dia, curta com ele e o convide para tomar um café. Quem sabe vocês não podem pensar em alguma coisa brilhante, juntos?
(No meu caso, ele me ajudou a escrever este texto).

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

7.18.2018

Falando em novidade



A crise econômica que afetou o Brasil em 2014 desestruturou o país em diversos aspectos, e o desemprego foi uma de suas graves consequências. Com isso, fez com que muitas pessoas se motivassem a conquistar o “seu” lugar no mercado empresarial. Automaticamente, milhares de novas empresas surgiram no Brasil. Só em 2017, segundo Serasa Experian, mais de dois milhões de empreendimentos foram criados.

Com base no histórico acima, logo se imagina que muitas destas empresas tenham se preocupado em lançar sua marca de alguma forma.

Existem muitas maneiras para criar um logotipo e uma identidade visual, muitos aplicativos e plataformas fazem isso, mas já parou pra pensar se está seguindo todos os passos que configuram a originalidade de uma marca?

Para isso, a Brandmark lança uma plataforma de Inteligência Artificial que avalia seu logotipo gratuitamente. A ferramenta tem em seu armazenamento de checagem mais de um milhão de imagens de logo para comparar à sua marca. Também é possível saber as referências utilizadas na criação.
A avaliação é dada por meio de notas de 0 a 100, onde são avaliados os seguintes aspectos:

Singularidade: comparação entre os logotipos da biblioteca de checagem;

Legibilidade: testes de visualização do logotipo em baixas resoluções, de longe e em dispositivos móveis;

Cor/ Contraste: as cores são muito importantes na composição de um logotipo, a ferramenta recomenda que todos os logotipos tenham pelo menos algum componente de cor;

Geral: análise dos aspectos gerais do logotipo;

A plataforma é bacana para você que quer saber como sua marca está em relação às demais, ou até mesmo para quem está pensando em uma mudança, mas que não sabe exatamente por onde começar, ou o que mudar.

Vale avaliar!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.


7.11.2018

Como apresentar o seu projeto de Identidade Visual com sucesso!



Imagine que a apresentação é um dos primeiros contatos do cliente com sua marca, seja ela recém-criada ou repaginada. A forma como você apresentará influencia muito na aprovação do job, que foi realizado com tanta dedicação.

Lembre-se que você pode saber de todas as ideias e conceitos usados para desenvolver o projeto, mas repassá-los para terceiros exige confiança, clareza e domínio do assunto. Então, aqui vão algumas dicas para desenvolver uma boa apresentação:

Capriche no visual 

Você se empenhou o máximo em criar o projeto e a apresentação é a melhor hora para colocar em prática. É possível aplicar as cores auxiliares, demonstrar versões do logo nas páginas e brincar com os pesos das fontes escolhidas. Desta forma, o cliente pode notar como sua marca se “comporta” em uma mídia digital, impressa e demais campanhas publicitárias ou de branding.

Outra opção é utilizar o padrão da sua marca pessoal, caso tenha uma, tomando cuidado para não usar elementos que sobressaiam a marca que você desenvolveu.

Siga uma ordem

Introdução, desenvolvimento e conclusão não são só utilizados em textos. Uma boa apresentação também necessita de uma ordem lógica e que guie o cliente até o que você planejou mostrar com essa criação.

Você pode começar com o desafio do projeto, os dados coletados no briefing, painel semântico e demais pesquisas que realizou.  Após isso, siga com os rascunhos, fases da construção da identidade, conceitos, versões da assinatura, tipografias e cores. E por fim, os testes de identidade, que mostram como ficará apresentada em diversas superfícies.

Use e abuse de Mockups

Os mockups são utilizados para demonstração em escala e perspectiva do seu projeto, ajudando o cliente a ter uma experiência do serviço ainda não finalizado e podem realmente fazer a diferença na hora da aprovação. Além disso, são fáceis de usar e podem ser encontrados em diversos modelos gratuitos e online.

Opte pela apresentação presencial

Devido à falta de tempo, distância ou comodidade do cliente, muitas vezes torna-se impossível estar presente na reta final da aprovação da identidade visual. Caso isso aconteça, proponha uma chamada de vídeo! O importante é que você esteja em contato com o cliente e que ele perceba a atenção e dedicação que teve durante todas as etapas do projeto, fazendo com que ele enxergue a proposta do mesmo jeito que você.

KAROLINA, Barros
Criação
Curte musicais e está
sempre ouvindo um bom podcast. 

7.04.2018

Foco total na produtividade durante a Copa



A Copa do Mundo movimenta, em todos os sentidos, diversos setores profissionais e da economia, inclusive o de agências e assessorias de imprensa. As empresas precisam de bom senso, mas os funcionários também necessitam prestar bastante atenção e não permitir que a produtividade caia.

Durante a competição, surgem várias oportunidades de sermos produtivos. Podemos explorar outros métodos de trabalho, além de saber descontrair com o momento. Esse período pode provocar integração entre os departamentos e clientes.

Com organização, inovação e criatividade é possível realizar soluções que estimulem a produtividade. Um exemplo seria contribuir para deixar o ambiente de trabalho mais leve e descontraído, ou até incentivar uma harmonia entre os colaboradores de uma forma inteligente.

Tente focar suas energias em questões que ficaram esquecidas durante a correria do cotidiano. É possível realizar eventos de relacionamento com clientes durante as partidas, usando o futebol como roteiro.

Nesse tempo de competição mundial que une povos, estreite relações. Se você for convidado para assistir aos jogos na companhia da equipe de trabalho, tente de alguma maneira criar laços de amizade com seus colegas e gestores.

No caso de quem trabalha com comunicação, busque soluções de engajar e encaixar o seu cliente em temáticas do futebol, mas que sejam especialidades da área dele. Se você tem como cliente um escritório de advocacia, procure temas relacionados entre futebol e ramos do Direito. Por exemplo: Lei Pelé, contratos de trabalho, CLT, salário atrasado, Justiça Desportiva, empréstimos, direito de imagem, e por aí vai.

Com a cabeça mais tranquila, livre, leve e solta, a criatividade flui sempre do melhor jeito!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

6.27.2018

Mailing, a essencial dependência desta ferramenta



Que o follow-up faz parte da rotina da assessoria de imprensa, todo mundo que trabalha deste ou do outro lado do balcão, na relação jornalística, sabe de cor e salteado. Horas e horas de ligações telefônicas, do sinal de ocupado, do “liga mais tarde” ou do “não posso falar”.

O que está em jogo na corrida pela venda de pauta nossa de cada dia é o contato reto e certeiro. É neste momento que entra o mailing e a nossa essencial dependência de um serviço, muitas vezes, contratado externamente pelas agências de comunicação e relações públicas.

Ter um mailing constantemente atualizado é fator fundamental para o sucesso da sua empreitada junto com os jornalistas, principalmente daqueles que escrevem sobre temas com que você não está habituado a trabalhar. É com a lista de contatos que você estabelecerá  uma comunicação por telefone, e-mail, WhatsApp ou qualquer outro meio.

Somos tão dependentes do mailing, que não raro estamos reféns destas empresas que detêm a informação, tanto para o bem quanto para o mal. Quem vive no mundo da assessoria de imprensa, com certeza, tem milhões de histórias para contar sobre um bom ou mau mailing.

Histórias que podem ser das mais engraçadas às mais constrangedoras. Muitas vezes, é bem verdade, sem que a culpa recaia sobre o pobre assessor, que, crente na atualização constante do serviço, utiliza a ferramenta para a sua lista de “contatinhos”.

Do jornalista que mudou de editoria àquele que não trabalha mais no veículo de imprensa há pelo menos um ano, inúmeras são as respostas com que somos surpreendidos. Este que vos escreve, por exemplo, há alguns bons anos, quando os serviços de mailing ainda eram incipientes, telefonou para um jornalista e foi informado que este havia falecido. Isso mesmo!

Mais do que depender destas ferramentas, é importante, para não dizer fundamental, que o assessor de imprensa crie e estabeleça, diariamente, o seu próprio mailing, fomentando relações de confiança com os jornalistas/amigos. Lembre-se: saber para quem ligar, às vezes, é um passo à frente da concorrência. Boa sorte e bom follow-up.

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política


6.20.2018

Copa do Mundo: como as empresas estão se posicionando no maior evento esportivo




Não é novidade para ninguém que as maiores marcas aproveitam o clima de Copa do Mundo para estrearem campanhas, embalagens e novidades para seus públicos. Há pelo menos três meses, várias marcas de setores distintos estão lançando suas campanhas relacionadas a esse evento mundial.

É o caso de campanhas como da Nike, Hyundai, Mc Donald’s, Gol, Guaraná Antárctica, Brahma, Perdigão, Pilão, Rexona e muitas outras que usam e abusam da pegada emotiva e de superação que esse período sugere.

A Coca-Cola, como patrocinadora oficial da Fifa, faz isso muito bem!

Recentemente a marca estreou a venda de latas especiais em seu e-commerce e estão com a campanha cujo conceito é “Quem dá o gás para quem dá o gás”.


No começo do mês de junho, para a Copa do Mundo, a marca também anunciou sua linha de copos colecionáveis com os países que estão disputando o título. 

Seguindo a mesma linha de embalagens, a Selvagem – marca de bebidas – adotou a adaptação de sua própria embalagem para uma vuvuzela, onde os consumidores da bebida poderão comprar a garrafa e após consumir a bebida, o objeto vira o instrumento, símbolo da Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.


As produções musicais também veem com tudo! 

Para embalar a torcida, o Itaú reforçou o refrão “Mostra tua força, Brasil” com Anitta, Thiaguinho e Fabio Brazza, que mostra o povo brasileiro mais unido e esperançoso com as situações o dia-a-dia.


A Brahma lançou seu jingle “Hino da torcida nº 1” em um encontro inédito com as cantoras Daniela Mercury e Iza, que reciclaram a música em relação à versão original de 1994.


Apesar dos patrocinadores oficiais da CBF e parceiros da Fifa serem autorizados a usar o nome Copa do Mundo para suas campanhas de comunicação, todas as empresas conseguem de algum modo fazer com que o verde e amarelo vibrem de forma criativa e inspiradora a seu favor.

#RumoAoHexa !!!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.