6.13.2018

Telstar 18: a bola oficial da Copa do Mundo inova em design e tecnologia



Em  novembro de 2017 a comissão da Fifa apresentou ao público a bola oficial da Copa do Mundo da Rússia 2018, a Telstar 18.
O nome da bola é inspirado em seu próprio design que, assim como a sua antecessora – usada  na Copa de 1970, no México e também produzida pela Adidas –, traziam  gomos destacados em preto e branco. Esse detalhe foi fundamental para dar visibilidade à bola em televisores que, na época, transmitiam imagens apenas em preto e branco. Por isso o nome “estrela de televisão”! A Copa do Mundo da Rússia será a primeira desde 1994, nos EUA, a ter uma bola nessas duas cores.



Além de apresentar uma grande releitura em questão de design, a Adidas também trouxe muitas inovações na tecnologia aplicada na bola.

Confeccionada em poliuretano e poliéster, ela tem superfície sem costuras, unidas termicamente, oferecendo melhor toque e menos absorção de água. Além da sua confecção inovadora, a Telstar 18 é a primeira bola oficial da Copa do Mundo a trazer em seu interior um chip inteligente (NFC) que permite a interação dos torcedores com a bola através de aplicativos de smartphone (disponível apenas para Android e iOS para Iphone 7 ou mais recente). Usando o APP, o torcedor consegue monitorar informações sobre jogos, placares e até os trajetos e velocidades percorridos pela bola durante o jogo.

O responsável por estrear e testar a bola foi o atacante argentino Lionel Messi, surpreso com seu design e aerodinâmica, destacou: “gostei muito do design, das cores, gostei de tudo”.

A Adidas, em sua nota oficial à imprensa, prestou sua homenagem:
“É uma das bolas de futebol mais emblemáticas de todos os tempos, utilizada por ex-jogadores como Pelé, Müller, Facchetti e Bobby Moore, por isso criar a Telstar 18 e se manter fiel ao modelo original representou um desafio realmente apaixonante”.

A Telstar 18 vai rolar oficialmente nos gramados do Estádio Luzhniki, em Moscou, no jogo de abertura do campeonato, que acontece dia 14 de junho de 2018. A primeira disputa será entre Rússia, país-sede do mundial e Arábia Saudita.

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.



6.06.2018

Nossa relação com novas mídias



Não é novidade para ninguém que, cada vez mais, mudamos a forma que consumimos produtos midiáticos. Até porque novos dispositivos, programas, softwares e afins surgem com muita frequência.

À medida que novas mídias surgem e passam a fazer parte de nosso cotidiano, não é raro que teóricos e estudiosos façam suas previsões quanto à “morte” de mídias antigas. Como foi com a chegada da TV, que ameaçava a continuidade do rádio – o que não se concretizou – e demais previsões quanto ao uso da internet no nosso dia-a-dia.

Portanto, vamos considerar que, com o paradigma da revolução digital, novas mídias não chegam para substituir as antigas, ou torná-las obsoletas, mas sim que novas e antigas mídias vão interagir entre si, de formas complexas. É o que sustenta o autor americano Henry Jenkins que, entre outras obras, lançou “Cultura da Convergência”.

Com o simples uso de um smartphone, todos podem ser, além de consumidores, produtores de conteúdo de forma instantânea. Isso pode ser feito utilizando linguagens fáceis e adaptáveis ao público, através de plataformas próprias para a publicação de vídeos, textos e outros, sem contar a nossa participação quase que maciça em redes sociais, seja para o trabalho ou estudo, informações ou lazer e entretenimento.

As novas práticas e a forma com que nos relacionamos com as mídias são também um anúncio para o profissional de comunicação: não é viável ignorar esses formatos, tanto para produzir séries, filmes e televisão em geral, quanto para o mercado publicitário, o nicho de videogames, que movimenta quantias consideráveis de dinheiro todo ano, e até (para?) os grandes veículos de comunicação tradicionais, como jornais, programas de rádio e telejornalismo.

De maneira geral, a convergência de mídias e a participação do consumidor visam a democracia e o compartilhamento de conhecimentos com mais facilidade e tornam o processo mais simples, além de mais agradável e fluido.

LAIS Molina
Assessora de Imprensa
Ama viajar e conhecer lugares novos, mas é apaixonada pela
cidade de São Paulo.

5.30.2018

Expectativas x realidade



Alinhar expectativa e realidade é algo talvez hipervalorizado nos dias de hoje. Em geral, queremos evitar frustrações. Pais e mães (elas, sempre!), principalmente os que carregam sentimentos de culpa e são atormentados pelas dúvidas antigas e atuais da educação, buscam solucionar questões que, antigamente, eram resolvidas pelas crianças. Em um mundo com tantos valores de ponta-cabeça, com tanta violência e intolerância, acho que fazemos isso em relação aos mais próximos e queridos na tentativa de facilitar, tornar algo mais leve em nosso dia-a-dia.

Entretanto, em relação à atuação profissional, esse alinhamento deve ser colocado no mais alto patamar para manter credibilidade, imagem, seriedade. Qualquer desvio da curva pode causar prejuízo para as partes envolvidas.

É fácil visualizar isso quando pensamos na compra de um pacote de viagem. Pagar por um lugar diferenciado no voo, experimentando essas novas classes “econômicas plus” das companhias aéreas, e descobrir que a sua vendeu o mesmo assento para duas pessoas, é frustrante, para dizer o mínimo. Chegar a um hotel vendido por seu agente como um “cinco estrelas” e encontrar problemas de manutenção, itens de lazer fechados e não receber as refeições que constavam do contrato, para citar algumas situações relativamente comuns neste segmento, são fortes candidatos a fatores que estragam a viagem.

Ao trabalhar com serviços, nos parece fundamental não apenas explicar o processo detalhadamente para o cliente, mas os resultados esperados e sua mensuração. Isso pode ser bem mais complexo do que no caso de produtos, em que o volume de vendas, por exemplo, é um dado objetivo, matemático, que comprova o sucesso naquele lugar, naquele momento — claro, falando de uma forma simplificada, sem considerar outros fatores que entram nessa análise.

Em uma agência, no caso de assessoria de imprensa, o trabalho abrange muitas fases. Quanto maior o envolvimento do cliente, maior a chance de melhores resultados. Vencidas todas as etapas, é hora de preparar os diferentes tipos de relatórios que incluem formas de mensuração específicas para os diversos tipos de veículos, dando o retorno sobre o investimento.

E as expectativas? Ah, as promessas que as provocam! Acreditamos em jamais prometer que a matéria saia neste ou naquele veículo, mesmo porque essa decisão cabe única e exclusivamente aos órgãos de decisão dos próprios veículos. Tempo de publicação? O relacionamento entre o assessor e o repórter permite saber ou ter uma previsão, na maioria dos casos; em outras, vários fatores podem levar a uma espera maior ou até a não publicação de uma pauta aprovada. Tudo isso deve ser colocado sempre de forma bem clara antes mesmo de o cliente assinar um contrato de assessoria de imprensa já que, neste tipo de atividade, a ansiedade pela publicação pode ser bem grande. Mas podemos assegurar que esse trabalho gera ótimos resultados, para cada um dos clientes, porque acreditamos em surpreender, positivamente, e superar expectativas.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral


5.23.2018

Licenciamento, o herói do marketing



Os heróis sempre estiveram em alta nas telonas e nos quadrinhos. Com um universo gigantesco de vários estúdios, um dos mercados que mais se beneficia do fanatismo por esses personagens é o mercado de licenciados, que fatura bilhões, todos os anos.

Nos filmes de heróis, cada cena, cada uniforme e cada arma são pensados para despertar o desejo no telespectador. O filme “Guerra Civil”, um dos últimos lançamentos dos estúdios Marvel vendeu aproximadamente 325 milhões de dólares – somente na parte de brinquedos licenciados da marca. Após o lançamento do filme “Star Wars: O Despertar da força” a Disney conseguiu vender 700 milhões de dólares em brinquedos nos Estados Unidos. Ao todo, a Disney vende aproximadamente 420 bilhões de dólares por ano, apenas nos EUA.

Os brinquedos, que são os maiores responsáveis pela venda de licenciados exercem um papel importante na vida dos fãs que interagem com o universo e inspiram gerações a criar suas próprias aventuras. Para proporcionar todo esse universo de licenciados, há um custo que, facilmente, é revertido em lucro para os vendedores.

No processo de licenciamento são envolvidas 3 partes:
License: Dona da marca;
Licensor: Empresa responsável pela comercialização;
Licensee: Empresa que vai colocar a marca em seus produtos;

As empresas licenciam uma marca para estreitar os laços com o público e também para agregar valor à marca. Um levantamento da ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento) mostra que hoje existem cerca de 550 licenças sendo comercializadas por mais de 80 licenciadores.

Há também os personagens que já caíram em domínio público, que são referentes às obras que duram até 70 anos depois da morte do autor e podem ser usadas normalmente, como por exemplo o Popeye, Frankeinstein, Cinderela, Tarzan, entre outros.

Para conseguir a licença de um personagem, é preciso entrar em contado com o estúdio de representação no Brasil e dar início ao processo.

Um levantamento realizado com 12 mil internautas, mostra que a disposição em comprar e consumir itens oficiais e colecionáveis é crescente em todas as idades.

Os vendedores de licenciados tornam-se  os verdadeiros heróis, que ao ter aquele produto do personagem desejado, salvam o dia de um fã apaixonado!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

5.16.2018

Mês junino: o que fazer para sair do comum



Com a aproximação do mês de junho, muitas empresas estão se planejando para promover um momento de interação entre os funcionários, oferecendo uma ação junina ou até mesmo, festa!

Para celebrar a chegada desse mês, marcado pelo fim do primeiro semestre do ano, muitas corporações considera um motivo de comemorar conquistas. Aí vão algumas ideias para despertar a motivação entre os colaboradores e funcionários.

Pensando em algo mais simples, a fim de minimizar custos, o envio de um e-mail marketing envolvendo a temática, acompanhado de algum doce típico, soa de bom tom a todos.

Para empresas que possuem algum pilar, sendo eles, social ou cultural, podem se apropriar disso para desenvolver algo bem bacana. No pilar social, trabalhar com brincadeiras que tenham um apelo junino, como bingos, rifas e campanhas de doação de alimentos não perecíveis. É uma forma de atrelar o lúdico e o engajamento interno com os pilares da empresa, além de promover o bem ao próximo. Esse tipo de ação é de caráter simples, porém com impacto motivador.

Tanto para as ações, quanto para quem optou pelo “arraiá”, o tema abre espaço para usar a criatividade e proporcionar experiências e integração coletivas.

Para a realização dessa "confraternização", deve ser levado em conta todos os passos para a realização de um evento, desde a escolha do lugar, melhor data e horário, até mesmo as visitas técnicas com fornecedores.

Planejar e dosar muito bem que tipo de bebida será oferecido é muito importante, dependendo do horário e do dia, dispor de bebida alcoólica não será um acerto. Mas apostar nos drinques sem álcool é uma opção. Agora, com relação às comidas típicas e brincadeiras, tudo está permitido, claro que dentro do possível!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

5.09.2018

“Stories” deve ser tendência no mundo corporativo



Alguns institutos de pesquisa dizem que o consumo de vídeos na internet pelos usuários brasileiros cresceu 90% nos últimos três anos. No mundo corporativo, os vídeos necessitam gerar conteúdo inteligente, pertinente, relevante e expressivo.

No meio empresarial, o recurso chamado “stories” ainda está em crescimento, mas acredito que seja uma tendência forte para os próximos anos. Afinal de contas, um grande público está conectado nas redes sociais, inclusive potenciais clientes. As empresas precisam aproveitar essas oportunidades para alavancar os seus negócios.

Observando, percebo que os clientes desejam ver esses pequenos vídeos no “stories” sobre o que a empresa contratada está realizando de serviço. Isso, além de servir para captação de novos clientes, serve para interação com o próprio cliente e também para identificação de perfil com outras empresas do ramo.

Particularmente, gosto bastante de usar o recurso do stories, disponível para Instagram, WhatsApp e Facebook, além do Snapchat, que caiu muito no conceito de alguns usuários. Mas, hoje, o mais visto é o Instagram. Esse recurso virou febre entre os usuários. Para quem não sabe, por meio desse método é possível compartilhar fotos e vídeos, que ficam disponíveis por 24 horas. Por experiência própria, creio que as pessoas ficam mais tempo vendo stories do que o feed das redes sociais.
Posso citar aqui algumas vantagens interessantes para empresas de qualquer ramo ao utilizar o stories, principalmente o Instagram:

- O stories aparece na parte de cima da sua tela, então, provavelmente os seus seguidores verão isso primeiro e assim você conseguirá um alcance maior.

- Essa ferramenta permite que você teste ideias e descubra por quais assuntos os seus seguidores se interessam mais. Uma das vantagens é tomar conhecimento de quem visualizou a sua história e identificar quais seguidores acompanham o seu negócio com mais assiduidade.

- É importante ser criativo no stories para chamar atenção do público que almeja atingir. A ferramenta possibilita escrever, desenhar, colar adesivos, adicionar localização, filtros e GIFS. No entanto, a ferramenta conta com algumas funções adicionais como a marcação de usuários, hashtags e enquetes.

- Tente identificar os adeptos que estão mais propensos a comprar de você. Utilize o recurso “direct” para enviar mensagens privadas com informações adicionais sobre os seus produtos e serviços. Essa pode ser uma excelente oportunidade para fechar uma possível venda.
- As duas primeiras postagens do seu passo a passo no stories precisam “prender” quem está visualizando. Portanto, necessitam ser feitas com talento, excelência, inteligência e criatividade. Por isso, é importante postar no Instagram Stories conteúdos que mostrem o cotidiano da sua marca, do seu estabelecimento, do seu negócio, dos colaboradores e funcionários, da chefia, e assim por diante. Isso, com certeza, vai criar muito mais proximidade e intimidade com os consumidores que você deseja alcançar.

Contrate uma pessoa criativa para fazer esse tipo de serviço. Mas se você mesmo considera-se criativo, use e abuse do dom que recebeu. Creio que sua empresa ficará mais vista. Afinal, quem não é visto não é lembrado.

Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

5.02.2018

A multidisciplinaridade da agência de comunicação!



Se alguém perguntar o que torna o trabalho em uma agência de comunicação interessante, vou dizer, sem sombras de dúvidas, que são os desafios diários e as peculiaridades da área que enfrentamos e a multidisciplinaridade das atividades que exercemos e dos temas/assuntos que lidamos na nossa (não) rotina.

Há algum tempo, é bem verdade, que o profissional da nossa área tem vagado por diversos campos dentro do espectro da comunicação corporativa, sendo sua a responsabilidade de saber lidar com todos os públicos receptores das mensagens que serão criadas.

Para resumir, no jargão, hoje o profissional tem por obrigação saber “virar a chave” quando necessário – o que é feito tão instantaneamente quanto automático com o passar do tempo e da experiência que cada um for adquirindo ao longo da jornada.

E são, exatamente, essas “viradas de chave” que me agradam em uma agência de comunicação, porque gosto de pensar que quando estou à frente do computador não estou em uma linha de produção que apresenta sempre a mesma ideia, resultado ou produto final.

Porque em um momento você se vê escrevendo releases e sugestões de pauta na linguagem jornalística/mercadológica que beira o marketing, onde o seu cliente é sempre especial, e no outro está desenvolvendo campanhas de incentivo que precisam ter uma sensibilidade e uma pitada de ousadia para atingir, em cheio, o público-alvo.

Porque em outro período do dia você pode estar conversando com um jornalista no follow-up (não vou entrar no mérito se é delicioso ou temível) sobre os créditos tributários na base de cálculo do PIS/Cofins e noutro pode ter que entrevistar uma empreendedora a respeito da plataforma inovadora que ela criou e que conecta manicures e pedicures a clientes com um clique.

Porque, ufa!, têm horas em que você está criando uma série de posts para clientes, que incluem questões institucionais, resultados de imprensa, entre outras, até efemérides como Dia da Árvore, e em outras está pesquisando alguns dados em sites especializados acerca do Dia Mundial de Combate à Hipertensão para um e-mail marketing interno de alerta aos colaboradores.

Enfim, as nossas possibilidades são infinitas tornam cada dia diferente do anterior e fazem da multidisciplinaridade da agência de comunicação um grande atrativo. Além disso, rendem um portfólio profissional de valor inestimável. Àqueles que desejam atuar nesse tipo de empresa, tenha em mente que rotina aqui não entra!

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política



4.26.2018

Como escolher o nome ideal para seu cliente?



Um dos trabalhos que mais envolve os departamentos da agência, é sobre criação de naming.

Será que minha marca vai soar bem no mercado? Será que vou ter afinidade com o público? Esse é um dilema frequente na cabeça do cliente.

A agência tem o desafio de propor nomes criativos, modernos, que compartilhem do DNA da marca e que (de preferência) ainda não existam no mundo. A tarefa é muitas vezes complicada pois quase tudo já foi criado, mas não é impossível! Por isso, aqui vão umas dicas de como a criação do naming da marca pode se tornar mais agradável, considerando tamanho, sonoridade, forma e muito mais!

Antes de sair escrevendo vários nomes sem sentido no papel, é importante que você conheça bem seu cliente, o segmento do produto ou serviço e qual mensagem ele quer transmitir.  Você precisa focar nos conceitos e objetivos da marca para oferecer nomes que estão no “universo” dele. Também não adianta propor algo “super inovador”, se o cliente não tiver esse perfil. Tudo é uma questão de entender realmente o que foi proposto e conhece-lo cada vez mais. Isso facilitará o seu processo criativo.

O segundo passo, após o brainstorming, é a parte de pesquisa. Verificar se o nome inventado já está registrado e se sim, qual o segmento para apurar se deve prosseguir ou não. Dependendo do resultado, será necessário voltar ao início do processo e refazê-lo. Caso contrário, seguiremos para a próxima etapa.

Nesta fase, se dá o processo de “Conceituação e defesa”. Você deverá convencer a si mesmo e também o cliente por que ele deve escolher o naming sugerido. Lembre-se que além de ser especial, o nome deve possuir boa sonoridade, não ter duplo sentido ou outras interpretações e ser de fácil pronúncia e entendimento. 

É importante que desde o início do projeto você tenha repertório para sugerir bons nomes e que sejam relevantes para seu cliente.  Ao replicar seu método a cada conceito da marca, você logo terá uma lista enorme que pode ser associada ao seu projeto de várias maneiras. É só uma questão de persistência!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

4.18.2018

Conheça o Design Sprint, metodologia que traz eficiência e funcionalidade aos seus brainstorms



Design Sprint é uma nova metodologia e um novo conceito na hora de criar um produto ou uma marca, ao invés de apresentar apenas o seu conceito no desenvolvimento e deixar que o mesmo assuma as etapas de criação. Todo o conceito do produto é desenvolvido em conjunto com a empresa/produto.

O processo busca minimizar os riscos de um produto mal planejado, visando a máxima eficiência no levantamento de riscos e ideias.
Desenvolvido pelo Google Ventures, o Design Sprint é uma maneira de levantar ideias sobre um produto, suas implementações e funcionalidades em um espaço de tempo menor. São cinco dias de brainstorming, juntando práticas de estratégia de negócios, inovação, ciência do comportamento e design thinking.

O Design Sprint busca agilizar em uma semana todo o processo de discussão que pode durar meses. Ao final da semana, um protótipo é apresentado já testado e aperfeiçoado. O Sprint oferece às empresas a possibilidade de construir e testar ideias em apenas 40 horas.


Todo o processo de Design Sprint é dividido em cinco partes:

Compreensão
Os participantes avaliam o problema que precisa ser resolvido, o público-alvo daquele projeto e o formato que irão utilizar.

Divergência
A equipe toda é encorajada a se livrar de julgamentos limitadores e a participar de um brainstorming vigoroso. O propósito é fazer com que um grande volume de ideias surja – independentemente do quão factíveis elas sejam.

Decisão
Após as discussões, a equipe toda vota e define quais ideias merecem ser desenvolvidas.

Protótipo
Todos esboçam rapidamente o desenvolvimento das ideias, concentrando-se apenas no fluxo entre a UI e a UX.

Validação
Os designers e engenheiros apresentam os produtos e respectivas características a alguns usuários.
Ao final das etapas do Design Sprint, é obtido um protótipo muito mais assertivo e preciso aos interesses dos investidores.

Saiba mais sobre esse assunto em: http://www.gv.com/sprint/

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.

4.11.2018

Obviedades, jargões, dogmas e certezas



No seu trabalho você se depara com coisas óbvias? Com informações que não precisariam ser ditas? Isso pode ocorrer com bastante frequência, mas o que pode ser óbvio para um, certamente não é para todos com que se relaciona.

Na agência, é comum falarmos sobre “briefing”, “branding”, “sugestão de pauta”, “mockup”, “broadside”, “clipping”. Utilizamos, inclusive, suas variações, como “Você ‘brifou’ o redator?”, “vamos enviar a clipagem para o cliente”, entre outras.

No campo jurídico, em outro exemplo, costumamos falar de “inversão do ônus da prova”, “prescrição e decadência”, “desconsideração da personalidade jurídica”, “isenções e imunidades”, “rol”, “embargos de declaração”... São tantos termos, palavrinhas e expressões tão usuais como qualquer peça de mobiliário para quem é da área, mas incompreensíveis para   a grande maioria das pessoas.

Então, nesses casos, é preciso se aproximar da linguagem do ouvinte, do receptor da mensagem. Se ele entender errado, a responsabilidade é de quem falou, de quem escreveu. E pior do que ter a responsabilidade em si é saber que a mensagem não foi compreendida, o que é tão negativo ou mais do que não ter sido enviada. O óbvio deve ser explicado para alguém que não é da área. Por outro lado, se for explicá-lo para quem faz parte do seu segmento, pode ser ofensivo ou até demonstrar ignorância, superficialidade, arrogância. Portanto, atenção quanto aos interlocutores.

Outras coisas que acabam atrapalhando a comunicação são as certezas. Quantas vezes você já ouviu alguém falando algo como “não dá para comprar aquilo em outro lugar”, “só como isso no restaurante X”, sem ao menos ouvir sua dica, sem conhecer a sua proposta? Se já aconteceu com você de sair de casa debaixo de temporal, viajar por menos de uma hora e encontrar um lindo dia no lugar do destino, você entende que, às vezes, é preciso ter uma dose de fé, acreditar que pode ser diferente da sua convicção. Tem gente que vai e tenta, tem gente que nem sai de casa se estiver em um cenário desses. Por isso é fundamental saber lidar com todos os tipos de pessoas — as que não sabem ou não querem nem ouvir e aquelas mais receptivas. Saber ouvir, ter paciência e mostrar utilidade no que você oferece podem ajudar nessa difícil batalha.

Se as certezas são como paredes, os dogmas podem ser considerados muralhas – bloqueiam a passagem do sol e das ideias. A troca, o relacionamento e a interação dependem de receptividade quanto àquilo que o outro deseja comunicar. “Furar” um dogma (excluindo os religiosos, que são um capítulo à parte) não é tarefa fácil. Só com algo muito inovador e uma boa dose de confiabilidade. O amor em alguns casos e o respeito em outros, por quem comunica, podem fazer com que seja ouvido — mesmo que a mensagem não seja prontamente aceita, já será ótimo se for realmente absorvida e possa gerar uma melhor comunicação em um outro momento.

“Minha maior certeza é ter centenas de incertezas”, ou algo parecido, sábia frase. Li há poucos dias, não lembro onde, nem em que contexto. Mas vou adotar! Boa comunicação!



ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

4.04.2018

Paródias e publicidade: experiência de marca envolvida pela música



Quando começamos a fazer o planejamento de uma campanha as primeiras coisas que vem à nossa mente são os cenários, personagens, enredo, etc. Além desses itens, um outro de extrema importância deve ser considerado desde o início do planejamento por ser decisivo: a trilha sonora.

A trilha sonora de uma campanha pode ser composta por trilha branca, um jingle, um hit já consagrado, composição de uma nova música especifica para o job ou até mesmo uma paródia.
A música começou a ser usada na publicidade para aumentar a atenção e a resposta emocional do espectador nas campanhas. Para definir uma trilha é preciso ter sensibilidade, bom ouvido, emoção e conhecer bem o público-alvo e o projeto, para saber exatamente a intenção e o sentimento, atingindo o objetivo que aquela trilha deverá passar.

As pessoas buscam uma relação mais íntima com o conteúdo produzido pelas marcas, e nada melhor que usar a música que está presente em quase todos os aspectos da nossa vida. Utilizá-la como um canal para influenciar na compra, ajuda na construção da marca e na relação com o consumidor.
Atualmente as marcas apostam cada vez mais na criatividade, bom humor e na popularização na hora de definir as trilhas de suas campanhas. Muitas delas acabam apostando em paródias de hits já consagrados como uma estratégia para atrair público e impulsionar o conteúdo que está sendo produzido.

Essa tem sido uma poderosa ferramenta de fixação e viralização de campanha em um mundo cada vez mais digital. Parcerias com artistas popularizam as campanhas e os hits, o que também se torna um vantajoso para os artistas, uma vez que buscam a impulsão e o engajamento de seu trabalho.
O estudo All About Music realizado pelo Vagalume mostra que 59% das pessoas compram produtos por estarem associados a algum artista, uma vez que eles servem de inspiração e projeção de desejos nos consumidores.

Abaixo podemos ver algumas marcas que apostaram no uso das paródias como estratégia e que deram muito certo, independente do segmento da empresa, um dos exemplos é de uma prefeitura :

Prepara - Copa do Mundo FIFA 2018  - McDonald’s (Paródia da música “Prepara” da cantora Anitta)


MULTITELEI - NET (Paródia da música “Farofei” da cantora Karol Conka)


Semana do Cliente – Casas Bahia (Paródia da música “Cinquenta Reais” da cantora Nayara Azevedo)


Coxinha em Dobro Malandramente - Ragazzo (Paródia da música “Malandramente” do MC Dennis com os MC's Nandinho & Nego Bam)


Dengue ai se eu te pego - Prefeitura de Salvador (Paródia da música “Lepo Lepo” do cantor Psirico)


A música é um recurso para uma estratégia de campanha, e usá-la de forma criativa e divertida pode aproximar a marca do consumidor e ainda trazer bons resultados.

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

3.28.2018

Comunicação Integrada: Tudo em uma linguagem só




Quando falamos de comunicação integrada pontuamos todos os aspectos de uma organização, afim de alinhar uma identidade que envolva o ambiente interno e externo da empresa.

Esse tipo de estratégia é determinante para atingir o sucesso de qualquer organização que esteja ou não em desenvolvimento. Além de propagar sua marca, esta ação promove a integração e motivação entre as equipes de trabalho.

No ambiente interno é de costume trabalhar material gráfico, digital, endomarketing e campanhas que envolvam os funcionários. É um trabalho bem completo e é importante que as equipes estejam alinhadas e com um planejamento constante para que seja realizado com êxito.

O conjunto de ações demonstra que a organização se preocupa em passar uma boa imagem sobre aquilo que acredita, tanto para os clientes quanto para os colaboradores, além de passar a ideia de que estão antenados com as tendências de marketing do mercado.

Falando de ambiente externo, estamos nos dirigindo às redes sociais (Facebook, LinkedIn, Twitter, YouTube e Instagram), site, blog e eventos. Nesta praça nos dedicamos ao visual e criação de conteúdo, e nos preocupamos em como a marca irá aparecer para quem não a conhece, deixando claro sua missão e seus valores. 

Expor as ideais e as causas que a marca busca e acredita é um ponto importante de ser abordado, uma vez que atuais e possíveis clientes estão buscando cada vez mais estas informações.

Mas, da mesma forma que a marca pode ganhar, ela também pode perder dependendo do que for publicado nas redes sociais. Trabalhar layouts específicos para a temática de postagens trazendo uma integração entre as redes é o que faz a diferença e mostra que existe um planejamento por trás de cada post. Nestes casos, trabalhar com cronogramas e frequência de publicações é imprescindível. É mais uma forma de se fazer presente e atual.


CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

3.21.2018

Persistência é para poucos!



Alcançar a tão sonhada vaga em qualquer ramo da Comunicação não é fácil. É necessário ter muita persistência, perseverança e insistência. Todos dizem isso, não é verdade? Mas no Jornalismo ou na área de Comunicação o negócio é bem mais complexo. Garanto.

Quero oferecer algumas dicas importantes para você que é estudante de comunicação ou até que é formado, mas está fora da área por falta de oportunidades.

1 – Foque na área que traga realização para você.
2 – Faça contatos nessa área, seja por e-mail ou WhatsApp, mas principalmente por telefone.
3 – Busque informação a respeito do ramo em que deseja atuar.
4 – Leia bastante sobre todos os assuntos.
5 - Ofereça seus serviços. Trabalhe até sem remuneração no começo. Eu fiz isso por três anos, entrei na área e hoje colho os frutos do meu esforço e abnegação.
6 – Acredite no seu potencial. Só você pode fazer isso.
7 – Não desanime. Seja corajoso. Busque alternativas. Seja sábio.
8 – Recebeu aquela famosa resposta: “não temos vaga”? Não desista e persista. Espere um tempo, ligue de novo para a pessoa responsável, mande e-mail, tente novamente. Pode ser que um dia, naquele momento em que você ligar ou mandar uma mensagem, o responsável tenha uma vaga disponível que pode ser sua.
9 – Enquanto está parado ou não consegue algo, especialize-se. Estude. Trabalhe em outras atividades que não sejam do seu interesse. Isso com certeza o fará crescer profissionalmente.
10 – Analise o seu limite. Se você estiver tentando por muito tempo e não consegue de jeito nenhum uma vaga, pare, pense e reflita. Talvez seja hora de tentar outra área de atuação. Isso pode e vai te deixar triste no momento, mas saiba que as portas se abrirão em outro setor, e será muito melhor para a sequência da sua vida profissional.
                                                       
Sucesso na caminhada. Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

3.14.2018

Inputs Criativos



Muitas pessoas perguntam como funciona o processo criativo e como os times de criação desenvolvem seus projetos e chegam a um resultado satisfatório e surpreendente para o cliente.

O que ocorre é que muitas vezes o processo criativo é  único para cada criador. Existem algumas práticas e técnicas para melhorar esses processos, mas basicamente tudo depende da sensibilidade e vivência pessoal do indivíduo que está criando.

E é a partir desta vivência pessoal que a grande maioria dos projetos são criados. Quem nunca ouviu aquela famosa frase “nada se cria, tudo se copia”? Bem, não é um termo completamente certo pois isso é plágio, mas quando falamos de Inputs criativos é basicamente o que se ocorre.

Input é tudo que está entrando em nossa mente, ou seja, tudo que vivemos, olhamos, assistimos, sentimos e ouvimos, algumas vezes de forma consciente e, muitas vezes, que surgem no nosso inconsciente. E é justamente nesse ponto nebuloso chamado inconsciente em que achamos que criamos nossas obras-primas sem referência nenhuma. Mas, como dito antes, não é exatamente algo novo que surgiu na nossa mente.

Por isso, uma das mais importantes funções de um criador é verificar se o que ele está fazendo já não foi feito por outra pessoa. Não existe problema algum em pegar referências, aliás é sempre bom lembrar que estamos fazendo isso 24 horas por dia, então podemos direcionar as nossas ideias a determinados assuntos e vivências na hora de criar algo para um projeto.

Além disso, os inputs criativos podem acontecer antes de um projeto ser desenvolvido ou até mesmo durante — a partir do momento em que artistas, designers e profissionais de criação recebem seus briefings, é bem possível que suas respectivas mentes sejam direcionadas automaticamente ao assunto e, durante o ócio criativo, onde esses profissionais estão em suas horas de lazer, descanso e fazendo atividades prazerosas, é provável que prestem mais atenção a itens que lembram o trabalho que está sendo feito.

Além dos inputs, existem diversas outras técnicas que os profissionais de criação utilizam nos seus projetos, algumas mais específicas, outras generalizadas. Então sempre é bom contratar pessoas que estudam e vivenciam esses processos para que seu projeto tenha uma boa base e, principalmente, não seja cópia de nada.

DANIEL Prado
Criação na LB Comunica
Ator, ama criar identidade de marcas e decifrar logos.

3.07.2018

Fake News: A “arte” de tornar uma mentira em verdade pela maioria



Você provavelmente já se deparou com um boato na internet, uma notícia estranha, que você duvidava muito que realmente fosse verdade. As notícias falsas, mais conhecidas como fake news, estão cada vez mais presentes na nossa rede e são utilizadas de todas as formas.

Nos Estados Unidos, na última eleição presidencial, conteúdo produzido por russos e espalhado por pessoas que não existiam chegou para quase 126 milhões de americanos.
Pessoas que não existem? Sim! São conhecidos como bots, robôs virtuais programados para disseminar um conteúdo mentiroso em redes sociais. Por exemplo, o robô pode ser programado no Twitter para cada vez que publicarem a hashtag #eusoubrasileiro, ele irá dar um retweet, multiplicando assim a informação.

Como estamos chegando em um período eleitoral, a tendência é que as fake news comecem a aumentar de forma visível. Elas não servem apenas para plantar uma mentira, mas sim para potencializar as fraquezas do seu oponente. Tudo é feito de forma estratégica, para atingir exatamente o que deve atingir e chegar em quem deve chegar.

O objetivo maior é que as pessoas passem a acreditar nas notícias. Com isso elas mesmas irão começar a replicar o conteúdo, tornando um fluxo natural da informação. Os bots são usados para alimentar essa rede.

Mas como a notícia nasce? Geralmente são usados locais chamados de bunkers, onde se forma praticamente uma agência digital secreta, com servidores hospedados fora do Brasil. O conteúdo mentiroso é produzido e publicado em lan-houses que não necessitam de identificação para acessar, deixando assim a ação sem rastros. Ai que entram os bots para replicar o conteúdo até que as próprias pessoas passem a acreditar naquele fato e disseminar a notícia por conta própria.

O Facebook é uma das redes utilizadas para esse processo, mas lá realmente é uma rede social, em que você aceita as pessoas com quem supostamente você tem algum tipo de conexão, então o trabalho dos robôs é mais complexo. O maior perigo fica no Twitter, que é a rede preferida dos robôs, pois não há a necessidade de aceitar a conexão, é um sistema de difusão de informações.

Pesquisadores das universidades do sul da Califórnia e de Indiana, nos EUA, estimam que existam entre 9 a 15% de bots no Twitter. Imagem só, a rede possui um total de 330 milhões de usuários, então, pelo menos 29 milhões podem ser fake!

Mas nós podemos combater este tipo de mecanismo apelativo. Desconfie quando o portal em que a notícia está publicada for desconhecido, pesquise em grandes portais antes de replicar o conteúdo. E se a notícia for estranha e estiver em um portal conhecido, entre nele e pesquise a mesma para saber se realmente está lá, pois muitos especialistas em fake news falsificam sites conhecidos para publicar as suas mentiras e tentar ganhar credibilidade.

O mais importante, nunca replique conteúdos que você não tem certeza se realmente exprimem a verdade. Não colabore com esse tipo de mercado, pois ele estará cada vez mais presente neste ano de 2018, principalmente mais perto de outubro.

JOÃO VICTOR Padovan
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Jornalista amante de esportes e de um bom churrasco com a família e amigos.

2.28.2018

A página em branco (ou o bloqueio criativo)




É uma cena, de certo modo, bastante comum na rotina dos assessores de imprensa (e de todos aqueles que amam escrever). O cliente deu uma ideia bacana para uma pauta, você obteve ótimas informações com o briefing, mas na hora de escrever a sugestão para os jornalistas aparece a temível página em branco. Minha nossa, e agora?

O bloqueio criativo no dia a dia profissional não é e nunca será uma novidade, mesmo para aqueles temas mais corriqueiros e que “tiramos de letra” ou, por óbvio, para aqueles super áridos e de que são tão difíceis que você sequer sabe por onde começar a organizar as suas ideias.

Não importa! Quando estamos sem inspiração para escrever até mesmo se alguém pedir para redigirmos a redação “Minhas férias” será um obstáculo que parecerá intransponível em um primeiro momento.

Como dica importante: não se desespere e tente se acalmar. Respire fundo, se possível dê uma volta por aí, tome um café, estique os músculos. Movimente-se, mesmo na cadeira!

Navegue por alguns sites atrás de referências sobre o tema, coloque fones de ouvido e músicas que você mais gosta para evitar distrações externas e relaxe. Deixe que a criatividade apareça e dê o ar da graça.

Quando menos você esperar, pode ter certeza de que a página não estará mais em branco e logo verá que o título, a linha fina, o lead, o texto estarão na página.

Por fim, lembre-se: a página em branco pode ser temível e terrível, mas é, às vezes, ótima para aumentar o nosso repertório, buscar informações em lugares onde jamais imaginaríamos e relaxar como precisamos para conseguir ótimas ideias.

E, não, a minha página não ficou tanto tempo em branco antes de escrever esse texto. Dei sorte. Até a próxima!

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política

2.21.2018

Representatividade: a palavra da vez

O ano de 2017 terminou como grande “quebrador de tabus” e muitas questões vem sendo discutidas na mídia. Seja na publicidade, na música, na televisão, entre outros.

Em 2018 não poderia ser diferente.

Nomeados como hits do carnaval, “Envolvimento” da MC Loma e “Que Tiro Foi Esse?” da Jojo Toddynho, foram os pontapés para a diversidade no início deste ano.

Apesar de ser nova na publicidade, Jojo Toddynho já participou de comerciais para Havaianas e iFood. Grandes empresas que sabem e usam com propriedade as oportunidades que surgem na internet para conteúdos digitais e a representatividade fortemente presente nas redes como fortalecimento e engajamento de marca.

No carnaval, as escolas de samba do Rio de Janeiro trouxeram para a avenida protestos sobre os problemas recorrentes em que a cidade e o país vem enfrentando. A campeã Beija-Flor contou também com a presença de Pabllo Vittar e Jojo Toddynho em carro alegórico para que representassem a diversidade e o respeito.

Ainda na música, Pabllo Vittar continua motivando diversos debates, principalmente nas redes sociais. Possuindo mais de 6 milhões de seguidores em sua conta no Instagram, é sem dúvidas uma figura influente para questões do movimento LGBT.

No cinema, no mês de fevereiro estreou o filme “Pantera Negra”. Segundo o presidente da Marvel, Kevin Feige, o melhor filme que já fizeram. Dirigido por Ryan Coolger, o elenco conta com mais de 90% de atores afrodescendentes e vem sendo um filme bastante aclamado pelos cinéfilos e pela crítica por abordarem temas importantes na luta contra o racismo. Na novela da Globo “O Outro Lado do Paraíso” apresenta a juíza Raquel, interpretada pela atriz Érika Januza, em uma posição de poder em que a imagem dos negros não era retratada em novelas nos últimos tempos. 

Os principais meios de comunicação já entenderam que algo novo vem acontecendo. Será que teremos ainda mais cantores com características únicas que batalham por seus propósitos e ideais? Investimentos em produções lideradas por afro-brasileiros e elencos maiores em que seus papéis não sejam os comuns e estereotipados?


VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

2.14.2018

A identidade da sua empresa em boas mãos.



Na hora de começarmos um novo projeto ou um novo negócio é comum darmos mais prioridade aos investimentos estruturais e físicos do local. Buscamos os melhores profissionais de obra para a fachada, os melhores profissionais contábeis para a gestão das burocracias e os melhores funcionários para atender seus clientes.

Por que quando tratamos da publicidade e do marketing do seu comércio, muitas vezes esse assunto é colocado em segundo plano e geralmente deixado para não profissionais realizá-los?

A identidade visual da sua empresa é o primeiro contato que o cliente terá com sua marca e produto.
Se for bem pensada e construída irá transmitir, mesmo que inconscientemente, uma sensação de confiança e credibilidade para com seu público.

Profissionais de criação buscarão a melhor forma de fazer com que sua identidade converse com seu público-alvo, gerando empatia e proximidade.
Além de uma identidade visual coerente e bem planejada, o profissional de criação também cuidará para que sua marca seja propagada ao maior número de pessoas possíveis, gerando entrosamento e público para o seu negócio.

Principais motivos para contratar um profissional de criação para cuidar da sua marca:

• Melhor preparo profissional – Muitas vezes formados e especializados na área, muitos profissionais de criação respiram o seu trabalho. Por estarem diretamente envolvidos com a mesma, são pessoas altamente qualificadas para empregarem os melhores conceitos estéticos, fazendo com que sua marca se apresente de forma profissional e atrativa.

• Conceito de design atuais – Assim como a moda, o design passa constantemente por reestruturações. Cores, estilos e elementos que são moda hoje podem se tornar antiquados amanhã. Por buscarem constantemente evoluir seu trabalho, os profissionais de criação conhecem as tendências atuais de design e estão prontos para deixar os conceitos visuais da sua marca sempre atualizados.

• Soluções publicitárias – Cada segmento de negócio requer uma estratégia de marketing diferente. Sejam panfletos, redes sociais ou e-mail marketing, confie no seu profissional de criação para lhe fornecer as melhores estratégias para que sua marca impacte da forma mais eficaz possível em seu público-alvo.

Comunicação é investimento, comunicação é visibilidade, comunicação é confiança e seriedade à sua marca!

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.

2.07.2018

Juntos e misturados: um time



Trabalhar junto, em equipe, é um desafio. É arte. É aprender a aceitar suas limitações, saber depender do outro, de abrir mão de parte de sua autonomia, da independência. É pedir ajuda e ouvir.

Mas também é aprender mais e em ritmo mais acelerado a cada dia, com a colaboração de outras cabeças, recheadas de inteligências diferentes, aptidões que você desconhece, ideias distintas das suas.

Na redação da agência, vocabulário bacana, ortografia correta e baldes de criatividade na escrita precisam fluir entre nós. Inspiração faz parte, assim como técnica e dedicação. Temos parâmetros, referências, mas não temos propriamente limites em nossa busca pelo novo e pelo que pode surpreender positivamente cada cliente. O espaço em que transitamos, se fosse para falar de fronteiras, seria o do DNA do cliente – não só aquele que já tem e conhece, mas o que pode vir a se tornar sua essência e como pode ser relevante para sua colocação no mercado.

Assim, nossa rotina, se é que isso existe, inclui ler muito, conhecer e entender com profundidade sobre as áreas de quem atendemos, escrever, revisar, trocar figurinhas com o pessoal da equipe e de outros times da agência, mudar, descartar parte do que escrevemos, fazer nova revisão, dar para o outro ler. E se ele não entender ou não captar a mensagem, começar de novo.

E tudo em grupo. Bom ver o resultado do que começa com talento pessoal, individual, crescendo com a contribuição da pessoa do lado, ganhando corpo e aparecendo. Seja como peça publicitária, resultado de imprensa, evento, material de apresentação.

Bom também é ter a certeza de que o time começa o ano com garra, sem muito tempo para deixar qualquer coisa para depois do carnaval, a todo o vapor com o trabalho e já tocando projetos novos.

E se uma imagem vale mais que mil palavras, para mim sempre uma palavra valerá por infinitas imagens — aquelas que se formam na sua cabeça quando eu descrever uma cena, um serviço, um produto.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

1.31.2018

Folia!



Chegamos ao último dia de janeiro e a folia pré-carnaval já está a todo vapor. Os bloquinhos ainda que tímidos começam encher as ruas da cidade e as escolas de samba contam os minutos para poder chegar a hora de brilhar nos sambódromos. O carnaval é a maior festa cultural do Brasil. Portanto, é o momento ideal para as marcas aplicarem estratégias de branding, de marketing cultural e conquistar o público. 

A publicidade no carnaval mudou muito nos últimos anos. Até pouco tempo, maior parte das campanhas estava relacionada a “pegação” e parecia que só havia espaço para os anunciantes de cerveja.

Graças a manifestação social, este cenário está mudando a cada ano. As pessoas estão mais críticas, e qualquer “barulhinho” pode virar uma explosão nas redes sociais.

Neste carnaval vemos marcas mais empenhadas na elaboração de campanhas que incentivam o respeito, a diversão, os gostos e ao multiculturalismo.
Usar o carnaval para explorar o branding e o propósito das marcas dá certo e resulta em um número altíssimo de vendas, fazendo quem se posiciona sambar na concorrência!

Investimentos em patrocínios, associação da marca a eventos, participação em projetos culturais e campanhas direcionadas às pessoas que querem fugir do carnaval agrega valor e gera mídia espontânea. Por isso, todo cuidado é pouco para que essa repercussão seja positiva.
Falando nisso, vamos analisar alguns exemplos que deram e estão dando muito certo:

Globeleza 2018 – Rede Globo

Depois de quase 30 anos, um dos maiores ícones do carnaval modificou sua estrutura. Foi acrescentado à vinheta outros elementos relacionados a cultura e ao carnaval brasileiro.

O carnaval é seu — Apple


Seguindo a mesma linha do ano passado com a campanha “meu bloco na rua”, a Apple aposta mais uma vez no carnaval de rua para divulgar o lançamento do IPHONE X, e usa a maior festa de rua como cenário.

Carnaval para todos – Skol


Após ter sido há alguns anos o pivô de uma das mais polêmicas propagandas de carnaval, a Skol está trabalhando no reposicionamento da sua marca, e para este carnaval não podia ser diferente. A marca apostou em um vídeo descontraído onde o foco é o respeito às diferenças. No ano passado, a marca também distribuiu nos blocos de rua apitos para as mulheres e balões com frases tais como: “respeito é bom e o bloco gosta”.

Intercalando não tem erro - Amstel


A Amstel acerta em cheio, incentiva intercalar cerveja com água e mostra que a combinação não tem erro.

Bom, agora que já vimos alguns exemplos, aproveite para usar o carnaval não só como um feriado, mas também como uma oportunidade de negócio no mercado!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

1.24.2018

Hoje o papo é concorrência!



Toda a agência passa, já passou ou passará por isso algum dia.

Quando as agências são convidadas para participar de uma concorrência o objetivo do projeto é a solução para algum problema do solicitante. Ao iniciar o projeto, é importante que a agência siga todas as instruções para apresentar o material de acordo com as regras estabelecidas. Falando de uma marca que ainda não faz parte da carteira de clientes da agência, é necessário manter as informações sobre o licitante privadas, assim evitando contratempos com fornecedores e parceiros.

Envolver o mínimo de pessoas nesse processo, é uma forma de otimizar tempo e a chance de finalizar o compilado de informações em menor tempo é muito maior.

A organização e planejamento interno é algo determinante para manter o controle sobre todas as fases do job.

Após uma reunião de brainstorming, direcionar as ideias e iniciar as cotações com fornecedores e parceiros da casa, descrever cada etapa do projeto de modo que torne fácil o entendimento é imprescindível, afinal, a ideia aqui é propor soluções, não complicar ainda mais o meio de campo. Também é importante pensar na avaliação que o solicitante terá sobre a agência durante todo o processo.

Etapa final, embora de muita responsabilidade, é a hora de apresentar toda a campanha para o cliente, é importante mostrar toda a alma do negócio e dar sentido para o que foi proposto. Usar de recursos gráficos e ilustração tornará tudo mais fácil. Deixar na apresentação o visual, para encantar e tornar tangível todas as ideias. De repente, essa não seja a hora mostrar valores, isso fica para quando a concorrência for finalmente concretizada.

Participar de um trabalho como esse é pensar em surpreender e se superar em todos os sentidos, crescimento pessoal e profissional valiosíssimo!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

1.17.2018

Logotipos de 2018



2018 chegou e com ele pensamos em renovação, metas, mudanças e novidades em geral. Não é por menos que diversos segmentos renovam suas linhas e produtos anualmente. Alguns exemplos: carros com versões 2018, 2019, 2020, novas cores e modelos na indústria da moda, mudanças nos cortes de cabelo para começar o ano com o visual repaginado… mas e os logotipos, eles mudam como o nosso corte de cabelo?

A resposta é simples: eles mudam sim, mas não frequentemente como um corte de cabelo, porém, durante a história contemporânea é possível identificar diversos padrões e tendências  de logotipos que ao longo dos anos foram se modificando para se adaptarem ao mercado, às tendências de moda e às novas tecnologias. Isso pode ser feito por meio de estratégias de rebranding ou criação de uma nova marca .

Mas então quais são as tendências de logotipos para 2018 ? A resposta está abaixo:

Flat

O flat design chegou ao mainstream há poucos anos e até hoje tem se tornado uma tendência forte na criação de logotipos. O objetivo é trazer um design limpo e direto, com cores e traços simplificados, evitando texturas, sombras e degradês. O flat é muita vezes comparado ao Esqueumorfismo, que esteve em alta no começo da década e hoje caiu em desuso por ser justamente o oposto, ou seja, com texturas, sombras e o máximo de realismo possível.

Brasão

Logotipos em brasão têm se tornado tendências nos últimos anos, principalmente por muitas vezes representarem tradicionalidade em meio à atualidade. É possível criar um logotipo em forma de brasão utilizando a metodologia flat e equilíbrio de conceitos tradicionais e modernos em um projeto só.

Sobreposição

A sobreposição de objetos em um logotipo sempre foi uma forma inteligente para construir uma marca e é possível identificar essa sobreposição em logotipos mais antigos e até nos mais novos, porém, o design flat reforçou essa ideia e permitiu que as marcas consigam trazer artes aparentemente simples com um significado aprofundado, se analisado corretamente.

Degradê

Há alguns anos, especialmente quando o flat design se tornou popular, o degradê havia ficado um pouco esquecido do mainstream, porém, a mistura de tons e cores tem se popularizado novamente e se adaptado às novas metodologias de design, principalmente para trazer juventude, vida e renovação à  marca. Uma que ficou bem conhecida pelo seu rebrainding foi o Instagram, que hoje tem o degradê como característica forte da marca

Agora que sabemos das principais tendências, só falta correr para a agência e pedir a atualização de seu logo e fazer de 2018 uma nova fase para sua identidade visual.

DANIEL Prado
Criação na LB Comunica
Ator, ama criar identidade de marcas e decifrar logos.

1.10.2018

Forma e conteúdo no ar!



Este meu primeiro texto de 2018 vai para aqueles que, como eu, produzem conteúdo, apesar de considerar que todos os profissionais, principalmente os da área da comunicação, desempenham (em parte) essa função, que exige um ótimo planejamento estratégico, em vários momentos.

A produção de conteúdo é o combustível do Inbound Marketing, estilo que se baseia em ganhar o interesse das pessoas ao invés de comprar, é alimentar o relacionamento com o consumidor, em vez de usar propagandas intrusivas, informando e entretendo.

O Inbound Marketing se sustenta na ideia de criação e compartilhamento de conteúdo voltado para um público-alvo específico, para conquistar a permissão de comunicar com seu potencial cliente de forma direta, criando um relacionamento que pode ser duradouro.

Quais são os seus objetivos? Por que e para quem você produz conteúdo? O que você quer com isso? É importante colocar tudo no papel para que você consiga selecionar suas demandas de maneira coerente de acordo com as ideias determinadas.

Em diversas ocasiões, você poderá pensar que não sabe nada, graças ao excesso de informação que chega de todos os lados e ao número de pessoas produzindo conteúdo sempre. É complicado concorrer com tanta gente publicando coisas ao mesmo tempo. É comum pensar “eu ia escrever sobre isso também, era inédito, até então”. É importante se aprimorar, criar conteúdos realmente expressivos, de acordo com o que o seu público busca.

Cuide para que suas publicações mostrem fatos e dados verídicos. Errou? Peça desculpas, corrija e vida que segue.

Tenha em mente que a qualidade do seu conteúdo é o que fará com que ele seja bom. Pesquise muito e beba de fontes fidedignas. É preciso ter qualidade e relevância para que as pessoas queiram acompanhar o que você produz.



ADRIANA Pinheiro
Redação e Assessoria de Imprensa da LB Comunica,
curte uma boa caminhada e vive acompanhada de seus sons e notas musicais

1.03.2018

Resoluções de ano novo de um assessor de imprensa



O fim de ano mal acabou e, claro, muita gente escreveu as famosas resoluções para o novo período que se inicia. “Tentarei comer de forma mais saudável”, “esse ano eu começo a academia pra valer”, “vou estudar mais e fazer mais cursos”, “ficarei mais em casa”, “vou planejar melhor minhas férias” e, a melhor de todas, “tentarei guardar mais dinheiro”.

Mas e quanto a nós, assessores de imprensa? O que esperar do novo ano? Quais são as nossas metas e ambições? O que precisamos melhorar? Divagando no último dia na agência, ainda em 2017, fiz uma listinha básica de resoluções para 2018. E como esse texto está iniciando o novo ano, “bora” colocar em prática.

1)     Não deixe para amanhã o release que você pode escrever hoje: até porque amanhã pode ser tarde demais, né?;
2)     Continue “mimando” aquele jornalista amigo e, se possível, tente fazer mais jornalistas amigos: porque amizade, mesmo profissional, nunca é demais;
3)     Não reclame (muito) quando o jornalista, mesmo o amigo, não puder atender ou responder o e-mail: você é especial e uma hora ele te dará atenção;
4)     Sabe aquele follow-up maneiro que você fica enrolando a semana toda para fazer? Então, às vezes a pauta que você tem é justamente a que o jornalista precisa;
5)     Não se descabele frente a nenhuma pauta, mesmo a que você julgue difícil: afinal de contas somos todos brasileiros e não desistimos nunca (rs);
6)     Se o cliente demorar a dar o retorno, ou não atender as suas ligações ou responder seus e-mails, não se desespere. Persista que ele vai ter que te atender;
7)     Não atrase os seus relatórios, pois quanto mais cedo você o fizer, mais tempo terá para se dedicar a outras coisas ou mesmo dar uma (pequena) pausa;
8)     Tome mais café;
9)     Pesquise mais, leia mais, estude mais;
10) Envie sempre imediatamente os resultados para os seus clientes e espere pelo feedback, afinal é o nosso melhor alimento do dia a dia.

Feliz ano novo. #Vem2018

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política