10.17.2018

5 exercícios para aumentar a criatividade



Os profissionais de criação habituados em sua rotina já passaram pelos famosos momentos de vácuo ou abstenção criativa, onde ideias ou inspirações parecem não vir à mente do criativo. Geralmente, estes momentos ocorrem em situações de cansaço ou pressão, o que torna ainda mais difícil a execução do trabalho.

A questão é que a criatividade não é necessariamente um dom natural e pode, sim, ser estimulada quando praticada com frequência. Albert Einstein dizia que “a criatividade é a inteligência divertindo-se”. Logo, assim como podemos desenvolver nossa inteligência, podemos também desenvolver e alavancar nossos momentos criativos.

Muitas vezes, a natureza criativa é atribuída a profissionais artísticos como músicos, desenhistas e escritores, mas, na realidade, qualquer pessoa que deseja se destacar, precisa utilizar a imaginação e a criatividade em seu dia-a-dia, principalmente no ambiente corporativo.

Abaixo, listei cinco exercícios básicos que farão você aumentar sua criatividade e, consequentemente, sua produtividade.

1- Desenhe, rabisque!
Ao desenhar, as partes do cérebro relacionadas ao processo criativo são estimuladas e sua percepção visual é aguçada. À medida em que você começa a ver os resultados de seus desenhos, sua autoestima aumenta e você fica mais confiante e seguro para todos realizar qualquer outra tarefa ou atividade, mesmo que esta não esteja associada ao desenho.
Mas não é só o desenho que tem esse poder. Atividades artísticas, em geral, possuem esse efeito.

2- Questione sempre
A criatividade nasce do processo de questionamentos e não necessariamente de respostas a eles.
Questionar, refletir e filosofar são tônicos para um cérebro ativo e bem estimulado, a partir do momento que nos adaptamos a questionar e observar as coisas ao nosso redor, acabamos desenvolvendo percepções mais amplas sobre tudo.

3- Divirta-se
Criar de bom humor é muito melhor e mais fácil!
Quando você se diverte, consegue explorar o máximo potencial, já que a sua energia é utilizada com fluidez. Estar descontraído com um espírito leve é fundamental para que sua criatividade seja naturalmente estimulada!

4- Esboço coletivo
Você se depara frente a um projeto que exigirá uma grande carga criativa para o seu desenvolvimento, mas não sabe ainda por onde começar ou qual identidade criativa seguir?
Reúna sua equipe criativa, faça um brainstorming e comece a elaborar um esboço coletivo.
O objetivo é que cada criativo da sua equipe proponha um elemento ou uma ideia e passe o papel à frente, permitindo que mais pessoas acrescentem suas propostas criativas ao futuro projeto.
Quando todos estiverem satisfeitos com os resultados do brainstorming, é a hora de discutir o resultado do esboço e, se necessário, repeti-lo. A cada novo esboço, mais ideias são acrescentadas.

5- Não tenha medo de errar
Erros são comuns e, mesmo que não resultem em falhas catastróficas, certamente farão com que se adquira conhecimento. Mas, às vezes, até mesmo falhas podem resultar em sucesso. Nunca deixe de arriscar e de se superar!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.

10.10.2018

Movimentos e causas abraçados pela comunicação



Hoje, com a internet presente na vida de mais da metade da população do País – segundo o IBGE –, cerca de 116 milhões de pessoas conectam-se à internet diariamente. As notícias se espalham com facilidade e, além delas, novidades do mercado, tendências a que marcas, personalidades ou empresas estão aderindo.

Em um mundo com tanta influência digital, é necessário que a marca ou empresa se adeque a esse universo e considere a responsabilidade social tão importante quanto o investimento em segurança, pesquisa, publicidade e marketing, porque ações que visam conscientização, envolvimento com causas específicas e posicionamento – em alguns casos, até político -, transmitem os valores institucionais, a visão e missão da marca. Exemplos de causas que a comunicação pode “abraçar” não faltam e são de variados temas, como Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, Outubro Rosa, de conscientização sobre o câncer de mama, Novembro Azul, de combate o câncer de próstata, proteção aos animais e outras causas mais pontuais.

Algumas ações acabam ficando mais conhecidas e chamam mais a atenção. No Outubro Rosa, um caso positivo é a roda-gigante da Avon, que, em anos anteriores, foi instalada no Parque Ibirapuera durante todo o mês de outubro. Além de propor a brincadeira para as crianças, no local também era possível fazer exames de mamografia, gratuitamente. Esse ano, quem também está empenhada em fazer uma bela campanha é a Pantene, que fará cortes gratuitos de cabelo a todos que estiverem dispostos a doar suas mechas, que serão usadas na confecção de perucas para mulheres que estão em tratamento. O serviço, em parceria com profissionais da beleza, estará disponível em um “beauty truck” que percorrerá as ruas de São Paulo, durante o mês inteiro.

O Setembro Amarelo está geralmente voltado para o segmento de saúde e muito presente nas redes sociais, atrelado ao uso da #setembroamarelo. A IInterativa, uma infobase interativa que entrega soluções para agências digitais, produziu um infográfico com diversas informações importantes, desde a origem do movimento, até insights gerados pelo uso das redes sociais, como Facebook e Instagram, e ainda considerações de especialistas sobre o assunto.

Ações desse tipo mostram que, independentemente da causa a ser abraçada, simples gestos fazem a diferença em uma sociedade e podem ajudar quem está passando por momentos difíceis. Aderir a movimentos demonstra que a empresa realmente se importa com seu público e faz questão que ele se sinta representado, além de promover inclusão, bem-estar, saúde e justiça, aliados a uma boa estratégia de comunicação e ideias criativas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet


10.03.2018

As redes, a política e a vida do cidadão comum



Se você acha meio estranho uma pessoa qualquer, gente como a gente, postar em que restaurante está, a foto do prato que está comendo, temos algo em comum. Se não entende o motivo de alguém dar parabéns para o marido por uma rede qualquer, e fica imaginando o porquê de não fazer isso pessoalmente, já que moram na mesma casa, então você pode ser tão estranho(a) quanto eu no relacionamento com as redes sociais.

O fato é que, paixões e rejeições à parte, há usos interessantes, como se vê nas atuais eleições. A análise dos especialistas é que os líderes nas pesquisas de opinião são os candidatos que as utilizam muito e bem, distanciando-se dos que focam em modelos tradicionais de campanha, como o corpo-a-corpo e o horário eleitoral.

Claro que não se pode atribuir o sucesso apenas à comunicação via internet, mas se mostra muito eficaz e dribla a pouca exposição de alguns em outros meios.

Na mesma velocidade das declarações dos candidatos em seu próprio benefício, circulam as mensagens de ataque contra os concorrentes, as falsas e as verdadeiras, os desmentidos, os contra-ataques. E o eleitor fica no meio, recebendo a mesma mensagem de vários grupos diferentes, depois as mesmas desculpas quando alguém descobre que aquela notícia não era verdadeira ou que era de anos atrás, relacionada a outro contexto.

Penso que as boas práticas devem ser discutidas e analisadas periodicamente para o melhor uso das redes sociais. E não é uma questão de ser politicamente correto. É mais do que isso.

Na vida do cidadão comum, o que multiplica e o que divide nessa utilização? Ler um texto bem escrito, daqueles que dá uma inveja boa de não ter sido seu? Adoro. Para mim, isso multiplica — comento, compartilho.

Outras posturas dividem, provocam sentimentos que podem não ser positivos. Há postagens que fomentam o conflito, desrespeitam identidades e convicções, podem até desfazer amizades. Mostram um mundo de gente feliz e realizada, 24/7, 365 dias por ano, todos altos executivos, todos lindos como comercial de margarina. Há grandes discussões sobre o que isso tem feito na cabeça dos nossos adolescentes, que ainda estão aprendendo a ser adultos e a lidar com os fatos de não serem perfeitos, de não terem tudo, de não poderem tudo.

O desafio é descobrir como usar as redes sociais da melhor forma possível para aprimorar a comunicação, para aumentar a conexão, para ser útil e construir, e não o contrário. Brevíssima reflexão de quem é quase extraterrestre em (quase) todas elas.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
Advogada e mãe em tempo integral

9.26.2018

Comunicação nas eleições



Mais uma vez, estamos vivenciando momentos decisivos para o País. As eleições de 2018 elegerão os novos Deputados Federais e Estaduais, Senadores, Governadores e o Presidente da República. E, como sempre, a comunicação feita neste momento pode influenciar e mudar toda a trajetória.

Um bom exemplo foram as eleições nos Estados Unidos, onde o então presidente Donald Trump foi eleito graças ao trabalho de construção de marca e direcionamento de conteúdo personalizado.

O então chamado Marketing Político pode ser definido em duas categorias:

Marketing político: Construção da marca do candidato ou do partido;
Marketing eleitoral: Ações focadas na conversão de votos, que são realizadas durante o período eleitoral.

O marketing político, antigamente, era realizado com a distribuição de “santinhos”, cartazes e propaganda eleitoral na TV e no rádio. Hoje, podemos ter uma abrangência muito maior com o uso das redes sociais, ganhando assim um formato mais estratégico e direcionado para onde o conteúdo produzido é entregue de forma assertiva.

O desenvolvimento de estratégias de marketing político costuma ser dividido em quatro etapas:

- Construção da marca;
- Construção da comunidade;
- Elaboração de conteúdo;
- Presença nas redes sociais;

Todas essas informações são utilizadas para adequar e se aproximar do público desejado em três momentos diferentes:

- Durante as eleições: Realizado no período de campanha com dia e hora para início e fim. Só pode ser utilizado por quem deseja se eleger ou reeleger;

- Pós-Eleições: Uso permanente das ferramentas de comunicação por quem já possui um mandato, mantendo a imagem da boa administração e ampliando-a para gerar novos leads; e

- Partidário: Não trabalha a imagem do político, e sim a dos partidos.

A internet, neste caso, pode ser negativa. É preciso tomar muito cuidado na construção da comunicação, pois se ocorrerem erros a distribuição da mensagem será instantânea, o que pode destruir completamente a imagem e a credibilidade de uma pessoa, ainda mais quando se trata de cargos públicos.

Nós, eleitores, devemos estar atentos ao posicionamento dos candidatos e à efetividade de suas propostas não somente agora, mas também após as eleições. Com a ajuda da internet, podemos acompanhar o trabalho realizado e cobrar o que foi prometido.

Nestas eleições, vote consciente!

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

9.19.2018

O caminho para conquistar o ROI esperado




Com o desenvolvimento das mídias sociais e a necessidade que não só as grandes empresas, mas qualquer profissional que tem algo a oferecer, vê a obrigação de estar inserido no ambiente digital de alguma forma. Com isso, muitas oportunidades de trabalho estão surgindo.

Mas profissionalmente falando, é muito difícil para quem está começando na área conseguir enxergar todo o ecossistema de Social Media sem ter a base de um curso, pois existem muitos fatores que podem tanto deixar suas campanhas no topo, como fazerem o contrário. Conhecer as principais diretrizes e tudo que envolve o ambiente comunicacional no digital é o começo para um bom desempenho e se destacar entre as demais.

Quando falamos de “Social Média”, o termo está muito associado ao Facebook, Linkedin, Instagram, Google e Blogger, mas para obter resultados relevantes vai muito além disso, e é importante que todas as estratégias estejam “falando” a mesma língua para que não haja falha na comunicação e, consequentemente, no resultado.

Mas, em um universo um pouco mais aprofundado da área, listarei um "caminho" para que sua marca fique com o posicionamento esperado no ambiente digital, como: website, conteúdo, SEO, SEM, Mídias Sociais, E-mail, Blog e Inbound.

O website será a "vitrine" para fazer com que seu cliente em potencial veja que você existe neste ambiente. Uma empresa que não tem website, é como se não existisse autenticamente. 

Já o SEO (Search Engine Optimization), aliado do seu site, nada mais é que um compilado de estratégias para fazer com que ele fique bem ranqueado, por meio de pesquisas de palavras-chaves.

O SEM (Search Engine Marketing) é o compilado de estratégias que visam potencializar e melhorar o posicionamento pago do site nos buscadores e nas redes sociais.

Nas Mídias Sociais, o conteúdo relevante é o que oferece interação com fãs e seguidores. Lembrando que nestes canais, a venda não é o principal foco. Mas, claro que explorar as ferramentas para tentar a conversão é válida. O interessante é trabalhar temas como posicionamento e reconhecimento de marca.

Quando falamos de E-mail, é quase impossível associar ao marketing digital, mas aqui está ele. As famosas newsletters que, diariamente, recebemos no e-mail é uma das formas mais tradicionais de fazer remarketing e manter "contato" com o cliente. Agora, com o desenvolvimento de diversas ferramentas especializadas, o trabalho ficou ainda mais eficaz.

Com o blog, é bacana seguir temas que estão de acordo com os as diretrizes do seu negócio e pertinentes ao mercado em si. Pois o ideal é que você seja procurado como referência naquilo que se propõe a fazer.

Para concluir, o Inbound é basicamente o compilado das estratégias citadas acima, que visam atrair clientes de forma que eles vão até você, por meio da produção de conteúdo relevante.


CAMILA Pereira
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Camila é eclética e ama viajar. Não dispensa uma boa série,
programas de culinária e sobre vida animal.

9.12.2018

Sua marca em movimento



O motion design é uma vertente do design gráfico que utiliza os princípios da produção audiovisual, com elementos básicos, ilustrações, infográficos e tipografias. Pode ser acompanhada também de trilhas sonoras ou narração.

Com suas raízes muito atreladas ao nascimento da sétima arte, o motion design teve suas primeiras influências no stopmotion, já utilizado pelo francês Georges Méliès no final do século XIX, cineasta conhecido também por ser pioneiro no uso de storyboards, um importante guia visual que, em poucos esboços, nos ajuda a organizar e pré-visualizar um filme, animação ou gráfico animado.

A relação do motion design e do cinema não param por aí. O método foi ganhando força principalmente na elaboração de abertura e créditos finais de muitos filmes. Difícil não lembrar das marcantes e criativas aberturas da franquia James Bond que, durante décadas, mostrou uma enorme evolução da animação.

007 - Cassino Royale (2006)


No mercado atual, a técnica é muito utilizada também para vídeos explicativos e para fins publicitários por conter uma linguagem lúdica, agradável e fácil de ser compreendida por diversos públicos. Em redes sociais, como o Facebook, agora também é possível utilizar este recurso de vídeo para personalizar a página de sua empresa.

Com seu crescimento, versatilidade e fluidez, o motion design acabou ganhando espaço no desenvolvimento de identidade de marcas e criação de logos. 

Geralmente minimalista e em breves segundos, a animação de logos transmite a personalidade da empresa, traz expressão, atratividade e pode ser utilizado em vinhetas, introduções de vídeos, anúncios e sites institucionais, além de ajudar a explicar conceitos, no caso de apresentações de uma nova identidade visual.

Já presente em marcas consolidadas e considerado um diferencial em startups, trazemos alguns exemplos oficiais e não-oficiais para se inspirar na técnica e assistir em looping: 








KAROLINA Barros
Criação na Lb Comunica,
Curte ouvir variados estilos de música e adora podcasts



9.05.2018

Gerenciamento e administração de pautas




Atualmente, grande parte das agências de comunicação, de publicidade ou de assessoria de imprensa funcionam com base na rotina da “pressão”, ou seja, o trabalho possui um prazo para ser entregue aos clientes, superiores, veículos de imprensa, e assim por diante. O caminho para que a atividade não se perca passa, necessariamente, pela organização e gestão das pautas.

Os responsáveis pelas tarefas a serem executadas devem fechar o sinal para algumas pautas e acelerar em outras, tendo em vista sempre a importância de cada tema. Atualmente, as planilhas de Excel são sempre bem-vindas para a organização das ações, mas nem sempre se mostram suficientes.
Ainda é necessário monitorar continuamente os processos e priorizar as tarefas. Para isso, com a tecnologia avançada, hoje temos as chamadas “ferramentas de automação”, que auxiliam e cuidam automaticamente da organização dos fluxos de procedimentos. 

Essas plataformas digitais indicam quando as entregas devem ser feitas, a duração de cada etapa, os prazos de produção e entrega, além de possibilitar o monitoramento de todos os processos.
Já para os comandantes das empresas, companhias, organizações e instituições, os programas de automação ajudarão a avaliar se os recursos destinados por e para determinados clientes estão em conformidade com a rentabilidade do oferecido por eles.

Procure explorar plataformas que mais se encaixam ao seu negócio. Nem sempre o sistema com mais funcionalidades será a melhor opção. É imprescindível pesquisar, analisar, averiguar e pesquisar cada sistema disponível.

Para entender e saber mais sobre essas funcionalidades, indico “Pauta.ME”. O site explica, de forma bem simples, como usar cada etapa dos processos. Para acessar, clique aqui.

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Jornalista pela UNIP, gosta de jogar e assistir futebol, passear com a família,
rir, viajar, e ver filmes. Preza por uma vida tranquila e de fé.