9.19.2018

O caminho para conquistar o ROI esperado




Com o desenvolvimento das mídias sociais e a necessidade que não só as grandes empresas, mas qualquer profissional que tem algo a oferecer, vê a obrigação de estar inserido no ambiente digital de alguma forma. Com isso, muitas oportunidades de trabalho estão surgindo.

Mas profissionalmente falando, é muito difícil para quem está começando na área conseguir enxergar todo o ecossistema de Social Media sem ter a base de um curso, pois existem muitos fatores que podem tanto deixar suas campanhas no topo, como fazerem o contrário. Conhecer as principais diretrizes e tudo que envolve o ambiente comunicacional no digital é o começo para um bom desempenho e se destacar entre as demais.

Quando falamos de “Social Média”, o termo está muito associado ao Facebook, Linkedin, Instagram, Google e Blogger, mas para obter resultados relevantes vai muito além disso, e é importante que todas as estratégias estejam “falando” a mesma língua para que não haja falha na comunicação e, consequentemente, no resultado.

Mas, em um universo um pouco mais aprofundado da área, listarei um "caminho" para que sua marca fique com o posicionamento esperado no ambiente digital, como: website, conteúdo, SEO, SEM, Mídias Sociais, E-mail, Blog e Inbound.

O website será a "vitrine" para fazer com que seu cliente em potencial veja que você existe neste ambiente. Uma empresa que não tem website, é como se não existisse autenticamente. 

Já o SEO (Search Engine Optimization), aliado do seu site, nada mais é que um compilado de estratégias para fazer com que ele fique bem ranqueado, por meio de pesquisas de palavras-chaves.

O SEM (Search Engine Marketing) é o compilado de estratégias que visam potencializar e melhorar o posicionamento pago do site nos buscadores e nas redes sociais.

Nas Mídias Sociais, o conteúdo relevante é o que oferece interação com fãs e seguidores. Lembrando que nestes canais, a venda não é o principal foco. Mas, claro que explorar as ferramentas para tentar a conversão é válida. O interessante é trabalhar temas como posicionamento e reconhecimento de marca.

Quando falamos de E-mail, é quase impossível associar ao marketing digital, mas aqui está ele. As famosas newsletters que, diariamente, recebemos no e-mail é uma das formas mais tradicionais de fazer remarketing e manter "contato" com o cliente. Agora, com o desenvolvimento de diversas ferramentas especializadas, o trabalho ficou ainda mais eficaz.

Com o blog, é bacana seguir temas que estão de acordo com os as diretrizes do seu negócio e pertinentes ao mercado em si. Pois o ideal é que você seja procurado como referência naquilo que se propõe a fazer.

Para concluir, o Inbound é basicamente o compilado das estratégias citadas acima, que visam atrair clientes de forma que eles vão até você, por meio da produção de conteúdo relevante.


CAMILA Pereira
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Camila é eclética e ama viajar. Não dispensa uma boa série,
programas de culinária e sobre vida animal.

9.12.2018

Sua marca em movimento



O motion design é uma vertente do design gráfico que utiliza os princípios da produção audiovisual, com elementos básicos, ilustrações, infográficos e tipografias. Pode ser acompanhada também de trilhas sonoras ou narração.

Com suas raízes muito atreladas ao nascimento da sétima arte, o motion design teve suas primeiras influências no stopmotion, já utilizado pelo francês Georges Méliès no final do século XIX, cineasta conhecido também por ser pioneiro no uso de storyboards, um importante guia visual que, em poucos esboços, nos ajuda a organizar e pré-visualizar um filme, animação ou gráfico animado.

A relação do motion design e do cinema não param por aí. O método foi ganhando força principalmente na elaboração de abertura e créditos finais de muitos filmes. Difícil não lembrar das marcantes e criativas aberturas da franquia James Bond que, durante décadas, mostrou uma enorme evolução da animação.

007 - Cassino Royale (2006)


No mercado atual, a técnica é muito utilizada também para vídeos explicativos e para fins publicitários por conter uma linguagem lúdica, agradável e fácil de ser compreendida por diversos públicos. Em redes sociais, como o Facebook, agora também é possível utilizar este recurso de vídeo para personalizar a página de sua empresa.

Com seu crescimento, versatilidade e fluidez, o motion design acabou ganhando espaço no desenvolvimento de identidade de marcas e criação de logos. 

Geralmente minimalista e em breves segundos, a animação de logos transmite a personalidade da empresa, traz expressão, atratividade e pode ser utilizado em vinhetas, introduções de vídeos, anúncios e sites institucionais, além de ajudar a explicar conceitos, no caso de apresentações de uma nova identidade visual.

Já presente em marcas consolidadas e considerado um diferencial em startups, trazemos alguns exemplos oficiais e não-oficiais para se inspirar na técnica e assistir em looping: 








KAROLINA Barros
Criação na Lb Comunica,
Curte ouvir variados estilos de música e adora podcasts



9.05.2018

Gerenciamento e administração de pautas




Atualmente, grande parte das agências de comunicação, de publicidade ou de assessoria de imprensa funcionam com base na rotina da “pressão”, ou seja, o trabalho possui um prazo para ser entregue aos clientes, superiores, veículos de imprensa, e assim por diante. O caminho para que a atividade não se perca passa, necessariamente, pela organização e gestão das pautas.

Os responsáveis pelas tarefas a serem executadas devem fechar o sinal para algumas pautas e acelerar em outras, tendo em vista sempre a importância de cada tema. Atualmente, as planilhas de Excel são sempre bem-vindas para a organização das ações, mas nem sempre se mostram suficientes.
Ainda é necessário monitorar continuamente os processos e priorizar as tarefas. Para isso, com a tecnologia avançada, hoje temos as chamadas “ferramentas de automação”, que auxiliam e cuidam automaticamente da organização dos fluxos de procedimentos. 

Essas plataformas digitais indicam quando as entregas devem ser feitas, a duração de cada etapa, os prazos de produção e entrega, além de possibilitar o monitoramento de todos os processos.
Já para os comandantes das empresas, companhias, organizações e instituições, os programas de automação ajudarão a avaliar se os recursos destinados por e para determinados clientes estão em conformidade com a rentabilidade do oferecido por eles.

Procure explorar plataformas que mais se encaixam ao seu negócio. Nem sempre o sistema com mais funcionalidades será a melhor opção. É imprescindível pesquisar, analisar, averiguar e pesquisar cada sistema disponível.

Para entender e saber mais sobre essas funcionalidades, indico “Pauta.ME”. O site explica, de forma bem simples, como usar cada etapa dos processos. Para acessar, clique aqui.

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Jornalista pela UNIP, gosta de jogar e assistir futebol, passear com a família,
rir, viajar, e ver filmes. Preza por uma vida tranquila e de fé.

8.29.2018

O release, a adjetivação e a eterna discussão sobre a linguagem



Jornalistas e assessores de imprensa dependem mutuamente um do outro. A lógica da relação entre os principais elos do jornalismo deve ser pautada na confiança e no respeito. É fundamental que ambos os profissionais estejam alinhados e entendam as particularidades da rotina e do trabalho de cada um.

As redes sociais, muito embora ainda incipientes, têm-se mostrado como uma peça fundamental na relação entre jornalistas e assessores. Elas fornecem a via de mão dupla da pauta + fonte em um ambiente de rápida comunicação e pouco desvio de atenção ao trabalho. Fechar uma pauta por meio do Facebook ou WhastApp tem se tornado comum e prático.

Embora traga essa comodidade, a social media também tem a função de levantar questões importantes, outras nem tanto, para a compreensão do dia-a-dia desses dois profissionais. Inúmeros tópicos são criados em grupos que, por vezes, fazem acalorar discussões sobre comunicação, assessoria de imprensa e jornalismo.

Outro dia, em um desses grupos fechados de Facebook, um participante levantou a questão sobre a adjetivação que os assessores de imprensa dão aos releases de seus clientes. “O bar mais descolado da cidade”, “o maior especialista em fibra ótica”, “a celebridade mais influencer do mundo da moda” são alguns exemplos de frases de textos em assessoria de imprensa. As críticas por parte do autor do tópico, no meu entender infundadas, geraram grande debate e refletem ainda, mesmo após anos, uma sensação de ‘rixa’ entre (alguns) jornalistas e (alguns) assessores.

É evidente que o papel do assessor de imprensa é enaltecer todas as qualidades de seu cliente/fonte, usando para isso todos os artifícios da língua portuguesa e das ferramentas de marketing que, não sejamos incoerentes, são embutidas nos releases. Queremos demonstrar que o nosso cliente/fonte é o melhor, o mais diferenciado, que tem expertise fundamental para determinada pauta do jornalista, etc.

Não medimos esforços, e adjetivos, para criar esses materiais de divulgação – release, notas, artigos, etc. – que façam os olhos dos jornalistas brilharem. Como também não esperamos, pela imparcialidade que a imprensa exige, que as mesmas qualidades que atribuímos sejam publicadas e reverberadas na matéria. A adjetivação é apenas um diamante bruto sobre o cliente/fonte. Cabe ao jornalista lapidá-lo da melhor forma.

MARCOS Vargas
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política

8.22.2018

IGTV: a novidade do Instagram



Após marca ter alcançado 1 bilhão de usuários ativos e o sucesso da função Stories, o Instagram oferece a nova plataforma para produção de vídeos filmados apenas na vertical e com duração de até uma hora.

Lançado no mês de junho, inicialmente o recurso só estava disponível para usuários com contas verificadas ou com alcances maiores de usuários produtores de conteúdo que já atuavam nesta rede social. Hoje, também está disponível para contas comuns em modos diferentes. Por exemplo, os usuários comuns já podem ter acesso à ferramenta, mas com a limitação de 10 minutos. Para os instgrammers, ainda é possível adicionar o famoso “arraste para cima”, bastante útil para direcionar os usuários para outra plataforma, perfil ou site.

A novidade vem para bater de frente com o YouTube, Snapchat e até com a televisão tradicional, que há alguns anos já vem perdendo adesão.

A Instagram TV pode ser usada dentro do próprio Instagram ou como um aplicativo à parte para download (disponível para Android e IOS). Porém, vale ressaltar que o recurso tem integração total com sua conta no Instagram.

Outra novidade é que as transmissões estão segmentadas e podem ser encontradas entre as categorias “Para você”, “Seguindo”, “Populares” e “Continuar assistindo”. Assim, o usuário pode ficar por dentro do que está em “alta” na plataforma ou escolher o que ele realmente quer assistir apenas pelo público de interesse que ele segue.

O lançamento é recente, mas algumas marcas e figuras públicas usam conteúdos exclusivos para esse tipo de formato.

Ainda é muito cedo para definirmos se essa funcionalidade terá boa aderência do público. De acordo com uma pesquisa da plataforma mLabs, a pedido de Meio & Mensagem, após dois meses desde seu lançamento, o IGTV possui ainda baixa adesão em produção e consumo de conteúdo. Mas quando o assunto é rede social, não há como termos garantia de nada, pelo menos por enquanto. Esse universo de mudanças constante faz parte do nosso dia-a-dia e interfere diretamente no comportamento das pessoas, e mostra que, cada vez mais, estamos ansiosos por novidades e conteúdos relevantes. O mercado também está de olho nisso!

VITÓRIA Sobrado
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Antenada nas redes sociais, se interessa pelo universo da fotografia e ama conhecer novos restaurantes pela cidade

8.15.2018

Licenças criativas da Creative Commons e sua usabilidade



Graças às redes sociais, as empresas têm investido cada vez mais em design para suas comunicações. Com o aumento desta demanda, é cada vez mais comum as agencias e os criativos utilizarem-se de banco de imagens, gratuitos ou não, a fim de agilizar seu serviço e assim atender à necessidade diária da criação.

Nestes bancos, além de fotos, o usuário conta com um leque enorme de opções que variam de tipografias, vetores, backgrounds e às vezes até mesmo algumas artes comemorativas prontas (como cartões de natal e dia dos pais, por exemplo).

Com esta onda crescente de usuários não só utilizando bancos de imagens, mas também comercializando suas artes e fotos através deles, surge uma dúvida:
Eu posso comercializar uma arte em que boa parte do seu desenvolvimento foi construída em cima de imagens de banco de imagens?

Para proteger os direitos autorais dos artistas que comercializam (ou não) as suas artes, foi criada em 2011 a Creative Commons.

Trata-se de uma ONG que busca regularizar as cessões que criadores podem utilizar em seus projetos, como os conteúdos disponibilizados na internet.

Cada arte hospedada em um banco de imagens é categorizada por um selo da Creative Commons, a mando do artista criador, com o intuito de proteger seus diretos autorais sobre a arte desenvolvida.

Confira abaixo os selos Creative Commons e como devem ser aplicados:

CC0 (Sem direitos reservados)


Esta sigla refere-se a imagens e artes de domínio público, ou seja, sem restrições comerciais para sua utilização. Arquivos categorizados como CC0 podem ser alterados e utilizados comercialmente, sem creditar seu real autor.

CC BY (Atribuição necessária)
Assim como na primeira categoria, artes e fotos com o selo CC BY podem ser utilizados e modificados para uso comercial, porém é obrigatório o crédito ao criador da arte-base.

CC BY-SA (Atribuição – Compartilhar Igual)
Esta categoria engloba as artes e fotos disponibilizadas na categoria acima, onde sua comercialização é livre, mediante o crédito do autor da arte-base. Porém, na categoria CC BY-SA, a arte desenvolvida em cima de uma arte com licença CC BY não poderá ser vendida por exemplo, deverá ser disposta também na condição CC BY.

CC BY-ND (Atribuição – Sem Derivações)

Imagens e fotos que se enquadram nesta categoria podem ser utilizadas comercialmente, porém não podem ter sua estrutura alterada e suas autorias devem ser devidamente creditadas.

CC BY-NC (Atribuição – Não Comercial)
Nesta categoria a utilização da imagem e sua edição é livre para uso pessoal, porém ainda é necessário o crédito ao autor da arte-base.

CC BY-NC-SA (Atribuição – Não Comercial – Compartilhar Igual)
Ilustrações e artes nesta categoria podem ser utilizadas e alteradas mediante o crédito do autor, porém não podem ser utilizadas de forma alguma para uso comercial.

CC BY-NC-ND (Atribuição – Sem Derivações – Sem Derivados)
Como selo de maior restrição, esta categoria proíbe qualquer tipo de edição e utilização comercial das artes sob sua proteção.
Quando utilizada, mesmo que para uso pessoal, deverá também conter os créditos de seu autor base.

Definitivamente os bancos de imagens tornaram a vida do criativo mais prática e eficiente. Hoje temos dezenas de bancos que podem dar uma força na hora de desenvolver aquele job que surgiu em cima da hora.

Devemos abusar na hora da criatividade, inclusive no momento de escolher um bom banco de imagens para os seus trabalhos. Porém a dica é ficar atento às licenças nas quais as artes são oferecidas, porque assim você garante um trabalho honesto, livre de dores de cabeça para você e para o seu cliente!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.


8.08.2018

Comunique como uma garota



E lute como uma garota, jogue como uma garota, trabalhe como uma garota. Viva como uma garota feliz, completa, realizada. Tudo isso não deveria parecer – e, em muitos casos, ser –  difícil.

Mas a realidade mostra dia após dia que ainda enfrentamos muita resistência de uma sociedade que insiste em endossar o machismo em suas várias camadas ou formas.

Apesar de existirem ainda tantas diferenças e tanta distância entre nós, mulheres, e os homens no mercado de trabalho, para citar um exemplo, prefiro exaltar os passos dados rumo à igualdade de gênero e boas oportunidades para todas, inclusive nos esportes.

No último mês, mais uma Copa do Mundo acabou. Infelizmente não trouxemos o título de hexa campeões na bagagem, mas não por falta de torcida. Porque sim, é muito justo torcer pela nossa seleção masculina de futebol! Não é porque desejamos igualdade de gênero que queremos que os homens percam sua exposição na mídia, seus postos e funções na sociedade, nem sua importância em cargos, etc. No entanto, percebemos uma diferença gritante no que diz respeito à presença de jogadores da nossa seleção (masculina) em campanhas publicitárias, enquanto a participação de atletas femininas é quase nula.

Há diversas marcas, desde operadoras de telefonia, passando por bebidas, cosméticos e de artigos esportivos, redes de fast food e até fabricantes de café, que aproveitam a fama e o prestígio de um atleta que atua em uma das melhores seleções do mundo, em plena Copa do Mundo. E tudo bem! Mas que tal observar também a nossa seleção feminina, que em sua história carrega muitas glórias, vitórias e méritos?

Marta, a nossa atacante, que também joga no Orlando Pride e disputa a liga nacional de futebol americano (NWSL), já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o de melhor jogadora do mundo, sendo eleita cinco vezes. Também foi fundamental em abril desse ano, durante a Copa da América, onde garantiu o hepta campeonato. No ano que vem, durante a disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, ela poderá até se transformar na maior artilheira de todos os tempos, incluindo homens e mulheres! Seguimos na torcida.

Como disse, prefiro colocar em evidência os pontos positivos nessa busca incessante por igualdade e, por isso, venho contar sobre a campanha publicitária estrelada justamente por nossa brilhante artilheira, Marta, que foi desenvolvida pela Avon, uma multinacional da beleza, com vasto portfólio e conhecidíssima entre o público feminino.

O principal produto contemplado foi uma máscara de cílios e a atleta participou dos vídeos realizados para televisão e redes sociais. A marca ressalta a importância de pessoas como Marta estarem presentes em ações de marketing e publicidade por uma questão muito simples: visibilidade feminina no esporte. A ideia é estimular meninas e jovens e mostrar que elas podem ser o que quiserem, inclusive uma estrela do futebol!

Também vale lembrar que a Avon vem desenvolvendo importantes projetos para promover a igualdade de gênero, como por exemplo patrocinar o time feminino do Flamengo, desde julho. Além disso, convidou outras atletas, como Lais Sousa, Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Branca Feres e Danielle Hypólito, para estrelarem demais campanhas da marca.

Marta, por sua vez, também vem crescendo em termos de influência nas redes sociais e isso já mostra um claro sinal de que o público deseja se aproximar cada vez mais de figuras como ela. Em sua conta no Instagram, após a campanha ir ao ar, obteve números incríveis de interações e sua base de fãs segue crescendo. Ela está presente tanto na rede social de fotos, como no Facebook, mas não tem perfil no Twitter e nem canal no YouTube.

De maneira geral, essa é a principal mensagem que gostaria que fosse transmitida: nós podemos e vamos chegar lá. Mas o apoio da sociedade e o nosso próprio apoio são fundamentais para que isso aconteça. Vamos juntas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet