5.23.2018

Licenciamento, o herói do marketing



Os heróis sempre estiveram em alta nas telonas e nos quadrinhos. Com um universo gigantesco de vários estúdios, um dos mercados que mais se beneficia do fanatismo por esses personagens é o mercado de licenciados, que fatura bilhões, todos os anos.

Nos filmes de heróis, cada cena, cada uniforme e cada arma são pensados para despertar o desejo no telespectador. O filme “Guerra Civil”, um dos últimos lançamentos dos estúdios Marvel vendeu aproximadamente 325 milhões de dólares – somente na parte de brinquedos licenciados da marca. Após o lançamento do filme “Star Wars: O Despertar da força” a Disney conseguiu vender 700 milhões de dólares em brinquedos nos Estados Unidos. Ao todo, a Disney vende aproximadamente 420 bilhões de dólares por ano, apenas nos EUA.

Os brinquedos, que são os maiores responsáveis pela venda de licenciados exercem um papel importante na vida dos fãs que interagem com o universo e inspiram gerações a criar suas próprias aventuras. Para proporcionar todo esse universo de licenciados, há um custo que, facilmente, é revertido em lucro para os vendedores.

No processo de licenciamento são envolvidas 3 partes:
License: Dona da marca;
Licensor: Empresa responsável pela comercialização;
Licensee: Empresa que vai colocar a marca em seus produtos;

As empresas licenciam uma marca para estreitar os laços com o público e também para agregar valor à marca. Um levantamento da ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento) mostra que hoje existem cerca de 550 licenças sendo comercializadas por mais de 80 licenciadores.

Há também os personagens que já caíram em domínio público, que são referentes às obras que duram até 70 anos depois da morte do autor e podem ser usadas normalmente, como por exemplo o Popeye, Frankeinstein, Cinderela, Tarzan, entre outros.

Para conseguir a licença de um personagem, é preciso entrar em contado com o estúdio de representação no Brasil e dar início ao processo.

Um levantamento realizado com 12 mil internautas, mostra que a disposição em comprar e consumir itens oficiais e colecionáveis é crescente em todas as idades.

Os vendedores de licenciados tornam-se  os verdadeiros heróis, que ao ter aquele produto do personagem desejado, salvam o dia de um fã apaixonado!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

5.16.2018

Mês junino: o que fazer para sair do comum



Com a aproximação do mês de junho, muitas empresas estão se planejando para promover um momento de interação entre os funcionários, oferecendo uma ação junina ou até mesmo, festa!

Para celebrar a chegada desse mês, marcado pelo fim do primeiro semestre do ano, muitas corporações considera um motivo de comemorar conquistas. Aí vão algumas ideias para despertar a motivação entre os colaboradores e funcionários.

Pensando em algo mais simples, a fim de minimizar custos, o envio de um e-mail marketing envolvendo a temática, acompanhado de algum doce típico, soa de bom tom a todos.

Para empresas que possuem algum pilar, sendo eles, social ou cultural, podem se apropriar disso para desenvolver algo bem bacana. No pilar social, trabalhar com brincadeiras que tenham um apelo junino, como bingos, rifas e campanhas de doação de alimentos não perecíveis. É uma forma de atrelar o lúdico e o engajamento interno com os pilares da empresa, além de promover o bem ao próximo. Esse tipo de ação é de caráter simples, porém com impacto motivador.

Tanto para as ações, quanto para quem optou pelo “arraiá”, o tema abre espaço para usar a criatividade e proporcionar experiências e integração coletivas.

Para a realização dessa "confraternização", deve ser levado em conta todos os passos para a realização de um evento, desde a escolha do lugar, melhor data e horário, até mesmo as visitas técnicas com fornecedores.

Planejar e dosar muito bem que tipo de bebida será oferecido é muito importante, dependendo do horário e do dia, dispor de bebida alcoólica não será um acerto. Mas apostar nos drinques sem álcool é uma opção. Agora, com relação às comidas típicas e brincadeiras, tudo está permitido, claro que dentro do possível!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

5.09.2018

“Stories” deve ser tendência no mundo corporativo



Alguns institutos de pesquisa dizem que o consumo de vídeos na internet pelos usuários brasileiros cresceu 90% nos últimos três anos. No mundo corporativo, os vídeos necessitam gerar conteúdo inteligente, pertinente, relevante e expressivo.

No meio empresarial, o recurso chamado “stories” ainda está em crescimento, mas acredito que seja uma tendência forte para os próximos anos. Afinal de contas, um grande público está conectado nas redes sociais, inclusive potenciais clientes. As empresas precisam aproveitar essas oportunidades para alavancar os seus negócios.

Observando, percebo que os clientes desejam ver esses pequenos vídeos no “stories” sobre o que a empresa contratada está realizando de serviço. Isso, além de servir para captação de novos clientes, serve para interação com o próprio cliente e também para identificação de perfil com outras empresas do ramo.

Particularmente, gosto bastante de usar o recurso do stories, disponível para Instagram, WhatsApp e Facebook, além do Snapchat, que caiu muito no conceito de alguns usuários. Mas, hoje, o mais visto é o Instagram. Esse recurso virou febre entre os usuários. Para quem não sabe, por meio desse método é possível compartilhar fotos e vídeos, que ficam disponíveis por 24 horas. Por experiência própria, creio que as pessoas ficam mais tempo vendo stories do que o feed das redes sociais.
Posso citar aqui algumas vantagens interessantes para empresas de qualquer ramo ao utilizar o stories, principalmente o Instagram:

- O stories aparece na parte de cima da sua tela, então, provavelmente os seus seguidores verão isso primeiro e assim você conseguirá um alcance maior.

- Essa ferramenta permite que você teste ideias e descubra por quais assuntos os seus seguidores se interessam mais. Uma das vantagens é tomar conhecimento de quem visualizou a sua história e identificar quais seguidores acompanham o seu negócio com mais assiduidade.

- É importante ser criativo no stories para chamar atenção do público que almeja atingir. A ferramenta possibilita escrever, desenhar, colar adesivos, adicionar localização, filtros e GIFS. No entanto, a ferramenta conta com algumas funções adicionais como a marcação de usuários, hashtags e enquetes.

- Tente identificar os adeptos que estão mais propensos a comprar de você. Utilize o recurso “direct” para enviar mensagens privadas com informações adicionais sobre os seus produtos e serviços. Essa pode ser uma excelente oportunidade para fechar uma possível venda.
- As duas primeiras postagens do seu passo a passo no stories precisam “prender” quem está visualizando. Portanto, necessitam ser feitas com talento, excelência, inteligência e criatividade. Por isso, é importante postar no Instagram Stories conteúdos que mostrem o cotidiano da sua marca, do seu estabelecimento, do seu negócio, dos colaboradores e funcionários, da chefia, e assim por diante. Isso, com certeza, vai criar muito mais proximidade e intimidade com os consumidores que você deseja alcançar.

Contrate uma pessoa criativa para fazer esse tipo de serviço. Mas se você mesmo considera-se criativo, use e abuse do dom que recebeu. Creio que sua empresa ficará mais vista. Afinal, quem não é visto não é lembrado.

Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

5.02.2018

A multidisciplinaridade da agência de comunicação!



Se alguém perguntar o que torna o trabalho em uma agência de comunicação interessante, vou dizer, sem sombras de dúvidas, que são os desafios diários e as peculiaridades da área que enfrentamos e a multidisciplinaridade das atividades que exercemos e dos temas/assuntos que lidamos na nossa (não) rotina.

Há algum tempo, é bem verdade, que o profissional da nossa área tem vagado por diversos campos dentro do espectro da comunicação corporativa, sendo sua a responsabilidade de saber lidar com todos os públicos receptores das mensagens que serão criadas.

Para resumir, no jargão, hoje o profissional tem por obrigação saber “virar a chave” quando necessário – o que é feito tão instantaneamente quanto automático com o passar do tempo e da experiência que cada um for adquirindo ao longo da jornada.

E são, exatamente, essas “viradas de chave” que me agradam em uma agência de comunicação, porque gosto de pensar que quando estou à frente do computador não estou em uma linha de produção que apresenta sempre a mesma ideia, resultado ou produto final.

Porque em um momento você se vê escrevendo releases e sugestões de pauta na linguagem jornalística/mercadológica que beira o marketing, onde o seu cliente é sempre especial, e no outro está desenvolvendo campanhas de incentivo que precisam ter uma sensibilidade e uma pitada de ousadia para atingir, em cheio, o público-alvo.

Porque em outro período do dia você pode estar conversando com um jornalista no follow-up (não vou entrar no mérito se é delicioso ou temível) sobre os créditos tributários na base de cálculo do PIS/Cofins e noutro pode ter que entrevistar uma empreendedora a respeito da plataforma inovadora que ela criou e que conecta manicures e pedicures a clientes com um clique.

Porque, ufa!, têm horas em que você está criando uma série de posts para clientes, que incluem questões institucionais, resultados de imprensa, entre outras, até efemérides como Dia da Árvore, e em outras está pesquisando alguns dados em sites especializados acerca do Dia Mundial de Combate à Hipertensão para um e-mail marketing interno de alerta aos colaboradores.

Enfim, as nossas possibilidades são infinitas tornam cada dia diferente do anterior e fazem da multidisciplinaridade da agência de comunicação um grande atrativo. Além disso, rendem um portfólio profissional de valor inestimável. Àqueles que desejam atuar nesse tipo de empresa, tenha em mente que rotina aqui não entra!

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política



4.26.2018

Como escolher o nome ideal para seu cliente?



Um dos trabalhos que mais envolve os departamentos da agência, é sobre criação de naming.

Será que minha marca vai soar bem no mercado? Será que vou ter afinidade com o público? Esse é um dilema frequente na cabeça do cliente.

A agência tem o desafio de propor nomes criativos, modernos, que compartilhem do DNA da marca e que (de preferência) ainda não existam no mundo. A tarefa é muitas vezes complicada pois quase tudo já foi criado, mas não é impossível! Por isso, aqui vão umas dicas de como a criação do naming da marca pode se tornar mais agradável, considerando tamanho, sonoridade, forma e muito mais!

Antes de sair escrevendo vários nomes sem sentido no papel, é importante que você conheça bem seu cliente, o segmento do produto ou serviço e qual mensagem ele quer transmitir.  Você precisa focar nos conceitos e objetivos da marca para oferecer nomes que estão no “universo” dele. Também não adianta propor algo “super inovador”, se o cliente não tiver esse perfil. Tudo é uma questão de entender realmente o que foi proposto e conhece-lo cada vez mais. Isso facilitará o seu processo criativo.

O segundo passo, após o brainstorming, é a parte de pesquisa. Verificar se o nome inventado já está registrado e se sim, qual o segmento para apurar se deve prosseguir ou não. Dependendo do resultado, será necessário voltar ao início do processo e refazê-lo. Caso contrário, seguiremos para a próxima etapa.

Nesta fase, se dá o processo de “Conceituação e defesa”. Você deverá convencer a si mesmo e também o cliente por que ele deve escolher o naming sugerido. Lembre-se que além de ser especial, o nome deve possuir boa sonoridade, não ter duplo sentido ou outras interpretações e ser de fácil pronúncia e entendimento. 

É importante que desde o início do projeto você tenha repertório para sugerir bons nomes e que sejam relevantes para seu cliente.  Ao replicar seu método a cada conceito da marca, você logo terá uma lista enorme que pode ser associada ao seu projeto de várias maneiras. É só uma questão de persistência!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

4.18.2018

Conheça o Design Sprint, metodologia que traz eficiência e funcionalidade aos seus brainstorms



Design Sprint é uma nova metodologia e um novo conceito na hora de criar um produto ou uma marca, ao invés de apresentar apenas o seu conceito no desenvolvimento e deixar que o mesmo assuma as etapas de criação. Todo o conceito do produto é desenvolvido em conjunto com a empresa/produto.

O processo busca minimizar os riscos de um produto mal planejado, visando a máxima eficiência no levantamento de riscos e ideias.
Desenvolvido pelo Google Ventures, o Design Sprint é uma maneira de levantar ideias sobre um produto, suas implementações e funcionalidades em um espaço de tempo menor. São cinco dias de brainstorming, juntando práticas de estratégia de negócios, inovação, ciência do comportamento e design thinking.

O Design Sprint busca agilizar em uma semana todo o processo de discussão que pode durar meses. Ao final da semana, um protótipo é apresentado já testado e aperfeiçoado. O Sprint oferece às empresas a possibilidade de construir e testar ideias em apenas 40 horas.


Todo o processo de Design Sprint é dividido em cinco partes:

Compreensão
Os participantes avaliam o problema que precisa ser resolvido, o público-alvo daquele projeto e o formato que irão utilizar.

Divergência
A equipe toda é encorajada a se livrar de julgamentos limitadores e a participar de um brainstorming vigoroso. O propósito é fazer com que um grande volume de ideias surja – independentemente do quão factíveis elas sejam.

Decisão
Após as discussões, a equipe toda vota e define quais ideias merecem ser desenvolvidas.

Protótipo
Todos esboçam rapidamente o desenvolvimento das ideias, concentrando-se apenas no fluxo entre a UI e a UX.

Validação
Os designers e engenheiros apresentam os produtos e respectivas características a alguns usuários.
Ao final das etapas do Design Sprint, é obtido um protótipo muito mais assertivo e preciso aos interesses dos investidores.

Saiba mais sobre esse assunto em: http://www.gv.com/sprint/

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.

4.11.2018

Obviedades, jargões, dogmas e certezas



No seu trabalho você se depara com coisas óbvias? Com informações que não precisariam ser ditas? Isso pode ocorrer com bastante frequência, mas o que pode ser óbvio para um, certamente não é para todos com que se relaciona.

Na agência, é comum falarmos sobre “briefing”, “branding”, “sugestão de pauta”, “mockup”, “broadside”, “clipping”. Utilizamos, inclusive, suas variações, como “Você ‘brifou’ o redator?”, “vamos enviar a clipagem para o cliente”, entre outras.

No campo jurídico, em outro exemplo, costumamos falar de “inversão do ônus da prova”, “prescrição e decadência”, “desconsideração da personalidade jurídica”, “isenções e imunidades”, “rol”, “embargos de declaração”... São tantos termos, palavrinhas e expressões tão usuais como qualquer peça de mobiliário para quem é da área, mas incompreensíveis para   a grande maioria das pessoas.

Então, nesses casos, é preciso se aproximar da linguagem do ouvinte, do receptor da mensagem. Se ele entender errado, a responsabilidade é de quem falou, de quem escreveu. E pior do que ter a responsabilidade em si é saber que a mensagem não foi compreendida, o que é tão negativo ou mais do que não ter sido enviada. O óbvio deve ser explicado para alguém que não é da área. Por outro lado, se for explicá-lo para quem faz parte do seu segmento, pode ser ofensivo ou até demonstrar ignorância, superficialidade, arrogância. Portanto, atenção quanto aos interlocutores.

Outras coisas que acabam atrapalhando a comunicação são as certezas. Quantas vezes você já ouviu alguém falando algo como “não dá para comprar aquilo em outro lugar”, “só como isso no restaurante X”, sem ao menos ouvir sua dica, sem conhecer a sua proposta? Se já aconteceu com você de sair de casa debaixo de temporal, viajar por menos de uma hora e encontrar um lindo dia no lugar do destino, você entende que, às vezes, é preciso ter uma dose de fé, acreditar que pode ser diferente da sua convicção. Tem gente que vai e tenta, tem gente que nem sai de casa se estiver em um cenário desses. Por isso é fundamental saber lidar com todos os tipos de pessoas — as que não sabem ou não querem nem ouvir e aquelas mais receptivas. Saber ouvir, ter paciência e mostrar utilidade no que você oferece podem ajudar nessa difícil batalha.

Se as certezas são como paredes, os dogmas podem ser considerados muralhas – bloqueiam a passagem do sol e das ideias. A troca, o relacionamento e a interação dependem de receptividade quanto àquilo que o outro deseja comunicar. “Furar” um dogma (excluindo os religiosos, que são um capítulo à parte) não é tarefa fácil. Só com algo muito inovador e uma boa dose de confiabilidade. O amor em alguns casos e o respeito em outros, por quem comunica, podem fazer com que seja ouvido — mesmo que a mensagem não seja prontamente aceita, já será ótimo se for realmente absorvida e possa gerar uma melhor comunicação em um outro momento.

“Minha maior certeza é ter centenas de incertezas”, ou algo parecido, sábia frase. Li há poucos dias, não lembro onde, nem em que contexto. Mas vou adotar! Boa comunicação!



ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral