6.13.2018

Telstar 18: a bola oficial da Copa do Mundo inova em design e tecnologia



Em  novembro de 2017 a comissão da Fifa apresentou ao público a bola oficial da Copa do Mundo da Rússia 2018, a Telstar 18.
O nome da bola é inspirado em seu próprio design que, assim como a sua antecessora – usada  na Copa de 1970, no México e também produzida pela Adidas –, traziam  gomos destacados em preto e branco. Esse detalhe foi fundamental para dar visibilidade à bola em televisores que, na época, transmitiam imagens apenas em preto e branco. Por isso o nome “estrela de televisão”! A Copa do Mundo da Rússia será a primeira desde 1994, nos EUA, a ter uma bola nessas duas cores.



Além de apresentar uma grande releitura em questão de design, a Adidas também trouxe muitas inovações na tecnologia aplicada na bola.

Confeccionada em poliuretano e poliéster, ela tem superfície sem costuras, unidas termicamente, oferecendo melhor toque e menos absorção de água. Além da sua confecção inovadora, a Telstar 18 é a primeira bola oficial da Copa do Mundo a trazer em seu interior um chip inteligente (NFC) que permite a interação dos torcedores com a bola através de aplicativos de smartphone (disponível apenas para Android e iOS para Iphone 7 ou mais recente). Usando o APP, o torcedor consegue monitorar informações sobre jogos, placares e até os trajetos e velocidades percorridos pela bola durante o jogo.

O responsável por estrear e testar a bola foi o atacante argentino Lionel Messi, surpreso com seu design e aerodinâmica, destacou: “gostei muito do design, das cores, gostei de tudo”.

A Adidas, em sua nota oficial à imprensa, prestou sua homenagem:
“É uma das bolas de futebol mais emblemáticas de todos os tempos, utilizada por ex-jogadores como Pelé, Müller, Facchetti e Bobby Moore, por isso criar a Telstar 18 e se manter fiel ao modelo original representou um desafio realmente apaixonante”.

A Telstar 18 vai rolar oficialmente nos gramados do Estádio Luzhniki, em Moscou, no jogo de abertura do campeonato, que acontece dia 14 de junho de 2018. A primeira disputa será entre Rússia, país-sede do mundial e Arábia Saudita.

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.



6.06.2018

Nossa relação com novas mídias



Não é novidade para ninguém que, cada vez mais, mudamos a forma que consumimos produtos midiáticos. Até porque novos dispositivos, programas, softwares e afins surgem com muita frequência.

À medida que novas mídias surgem e passam a fazer parte de nosso cotidiano, não é raro que teóricos e estudiosos façam suas previsões quanto à “morte” de mídias antigas. Como foi com a chegada da TV, que ameaçava a continuidade do rádio – o que não se concretizou – e demais previsões quanto ao uso da internet no nosso dia-a-dia.

Portanto, vamos considerar que, com o paradigma da revolução digital, novas mídias não chegam para substituir as antigas, ou torná-las obsoletas, mas sim que novas e antigas mídias vão interagir entre si, de formas complexas. É o que sustenta o autor americano Henry Jenkins que, entre outras obras, lançou “Cultura da Convergência”.

Com o simples uso de um smartphone, todos podem ser, além de consumidores, produtores de conteúdo de forma instantânea. Isso pode ser feito utilizando linguagens fáceis e adaptáveis ao público, através de plataformas próprias para a publicação de vídeos, textos e outros, sem contar a nossa participação quase que maciça em redes sociais, seja para o trabalho ou estudo, informações ou lazer e entretenimento.

As novas práticas e a forma com que nos relacionamos com as mídias são também um anúncio para o profissional de comunicação: não é viável ignorar esses formatos, tanto para produzir séries, filmes e televisão em geral, quanto para o mercado publicitário, o nicho de videogames, que movimenta quantias consideráveis de dinheiro todo ano, e até (para?) os grandes veículos de comunicação tradicionais, como jornais, programas de rádio e telejornalismo.

De maneira geral, a convergência de mídias e a participação do consumidor visam a democracia e o compartilhamento de conhecimentos com mais facilidade e tornam o processo mais simples, além de mais agradável e fluido.

LAIS Molina
Assessora de Imprensa
Ama viajar e conhecer lugares novos, mas é apaixonada pela
cidade de São Paulo.

5.30.2018

Expectativas x realidade



Alinhar expectativa e realidade é algo talvez hipervalorizado nos dias de hoje. Em geral, queremos evitar frustrações. Pais e mães (elas, sempre!), principalmente os que carregam sentimentos de culpa e são atormentados pelas dúvidas antigas e atuais da educação, buscam solucionar questões que, antigamente, eram resolvidas pelas crianças. Em um mundo com tantos valores de ponta-cabeça, com tanta violência e intolerância, acho que fazemos isso em relação aos mais próximos e queridos na tentativa de facilitar, tornar algo mais leve em nosso dia-a-dia.

Entretanto, em relação à atuação profissional, esse alinhamento deve ser colocado no mais alto patamar para manter credibilidade, imagem, seriedade. Qualquer desvio da curva pode causar prejuízo para as partes envolvidas.

É fácil visualizar isso quando pensamos na compra de um pacote de viagem. Pagar por um lugar diferenciado no voo, experimentando essas novas classes “econômicas plus” das companhias aéreas, e descobrir que a sua vendeu o mesmo assento para duas pessoas, é frustrante, para dizer o mínimo. Chegar a um hotel vendido por seu agente como um “cinco estrelas” e encontrar problemas de manutenção, itens de lazer fechados e não receber as refeições que constavam do contrato, para citar algumas situações relativamente comuns neste segmento, são fortes candidatos a fatores que estragam a viagem.

Ao trabalhar com serviços, nos parece fundamental não apenas explicar o processo detalhadamente para o cliente, mas os resultados esperados e sua mensuração. Isso pode ser bem mais complexo do que no caso de produtos, em que o volume de vendas, por exemplo, é um dado objetivo, matemático, que comprova o sucesso naquele lugar, naquele momento — claro, falando de uma forma simplificada, sem considerar outros fatores que entram nessa análise.

Em uma agência, no caso de assessoria de imprensa, o trabalho abrange muitas fases. Quanto maior o envolvimento do cliente, maior a chance de melhores resultados. Vencidas todas as etapas, é hora de preparar os diferentes tipos de relatórios que incluem formas de mensuração específicas para os diversos tipos de veículos, dando o retorno sobre o investimento.

E as expectativas? Ah, as promessas que as provocam! Acreditamos em jamais prometer que a matéria saia neste ou naquele veículo, mesmo porque essa decisão cabe única e exclusivamente aos órgãos de decisão dos próprios veículos. Tempo de publicação? O relacionamento entre o assessor e o repórter permite saber ou ter uma previsão, na maioria dos casos; em outras, vários fatores podem levar a uma espera maior ou até a não publicação de uma pauta aprovada. Tudo isso deve ser colocado sempre de forma bem clara antes mesmo de o cliente assinar um contrato de assessoria de imprensa já que, neste tipo de atividade, a ansiedade pela publicação pode ser bem grande. Mas podemos assegurar que esse trabalho gera ótimos resultados, para cada um dos clientes, porque acreditamos em surpreender, positivamente, e superar expectativas.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral


5.23.2018

Licenciamento, o herói do marketing



Os heróis sempre estiveram em alta nas telonas e nos quadrinhos. Com um universo gigantesco de vários estúdios, um dos mercados que mais se beneficia do fanatismo por esses personagens é o mercado de licenciados, que fatura bilhões, todos os anos.

Nos filmes de heróis, cada cena, cada uniforme e cada arma são pensados para despertar o desejo no telespectador. O filme “Guerra Civil”, um dos últimos lançamentos dos estúdios Marvel vendeu aproximadamente 325 milhões de dólares – somente na parte de brinquedos licenciados da marca. Após o lançamento do filme “Star Wars: O Despertar da força” a Disney conseguiu vender 700 milhões de dólares em brinquedos nos Estados Unidos. Ao todo, a Disney vende aproximadamente 420 bilhões de dólares por ano, apenas nos EUA.

Os brinquedos, que são os maiores responsáveis pela venda de licenciados exercem um papel importante na vida dos fãs que interagem com o universo e inspiram gerações a criar suas próprias aventuras. Para proporcionar todo esse universo de licenciados, há um custo que, facilmente, é revertido em lucro para os vendedores.

No processo de licenciamento são envolvidas 3 partes:
License: Dona da marca;
Licensor: Empresa responsável pela comercialização;
Licensee: Empresa que vai colocar a marca em seus produtos;

As empresas licenciam uma marca para estreitar os laços com o público e também para agregar valor à marca. Um levantamento da ABRAL (Associação Brasileira de Licenciamento) mostra que hoje existem cerca de 550 licenças sendo comercializadas por mais de 80 licenciadores.

Há também os personagens que já caíram em domínio público, que são referentes às obras que duram até 70 anos depois da morte do autor e podem ser usadas normalmente, como por exemplo o Popeye, Frankeinstein, Cinderela, Tarzan, entre outros.

Para conseguir a licença de um personagem, é preciso entrar em contado com o estúdio de representação no Brasil e dar início ao processo.

Um levantamento realizado com 12 mil internautas, mostra que a disposição em comprar e consumir itens oficiais e colecionáveis é crescente em todas as idades.

Os vendedores de licenciados tornam-se  os verdadeiros heróis, que ao ter aquele produto do personagem desejado, salvam o dia de um fã apaixonado!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

5.16.2018

Mês junino: o que fazer para sair do comum



Com a aproximação do mês de junho, muitas empresas estão se planejando para promover um momento de interação entre os funcionários, oferecendo uma ação junina ou até mesmo, festa!

Para celebrar a chegada desse mês, marcado pelo fim do primeiro semestre do ano, muitas corporações considera um motivo de comemorar conquistas. Aí vão algumas ideias para despertar a motivação entre os colaboradores e funcionários.

Pensando em algo mais simples, a fim de minimizar custos, o envio de um e-mail marketing envolvendo a temática, acompanhado de algum doce típico, soa de bom tom a todos.

Para empresas que possuem algum pilar, sendo eles, social ou cultural, podem se apropriar disso para desenvolver algo bem bacana. No pilar social, trabalhar com brincadeiras que tenham um apelo junino, como bingos, rifas e campanhas de doação de alimentos não perecíveis. É uma forma de atrelar o lúdico e o engajamento interno com os pilares da empresa, além de promover o bem ao próximo. Esse tipo de ação é de caráter simples, porém com impacto motivador.

Tanto para as ações, quanto para quem optou pelo “arraiá”, o tema abre espaço para usar a criatividade e proporcionar experiências e integração coletivas.

Para a realização dessa "confraternização", deve ser levado em conta todos os passos para a realização de um evento, desde a escolha do lugar, melhor data e horário, até mesmo as visitas técnicas com fornecedores.

Planejar e dosar muito bem que tipo de bebida será oferecido é muito importante, dependendo do horário e do dia, dispor de bebida alcoólica não será um acerto. Mas apostar nos drinques sem álcool é uma opção. Agora, com relação às comidas típicas e brincadeiras, tudo está permitido, claro que dentro do possível!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

5.09.2018

“Stories” deve ser tendência no mundo corporativo



Alguns institutos de pesquisa dizem que o consumo de vídeos na internet pelos usuários brasileiros cresceu 90% nos últimos três anos. No mundo corporativo, os vídeos necessitam gerar conteúdo inteligente, pertinente, relevante e expressivo.

No meio empresarial, o recurso chamado “stories” ainda está em crescimento, mas acredito que seja uma tendência forte para os próximos anos. Afinal de contas, um grande público está conectado nas redes sociais, inclusive potenciais clientes. As empresas precisam aproveitar essas oportunidades para alavancar os seus negócios.

Observando, percebo que os clientes desejam ver esses pequenos vídeos no “stories” sobre o que a empresa contratada está realizando de serviço. Isso, além de servir para captação de novos clientes, serve para interação com o próprio cliente e também para identificação de perfil com outras empresas do ramo.

Particularmente, gosto bastante de usar o recurso do stories, disponível para Instagram, WhatsApp e Facebook, além do Snapchat, que caiu muito no conceito de alguns usuários. Mas, hoje, o mais visto é o Instagram. Esse recurso virou febre entre os usuários. Para quem não sabe, por meio desse método é possível compartilhar fotos e vídeos, que ficam disponíveis por 24 horas. Por experiência própria, creio que as pessoas ficam mais tempo vendo stories do que o feed das redes sociais.
Posso citar aqui algumas vantagens interessantes para empresas de qualquer ramo ao utilizar o stories, principalmente o Instagram:

- O stories aparece na parte de cima da sua tela, então, provavelmente os seus seguidores verão isso primeiro e assim você conseguirá um alcance maior.

- Essa ferramenta permite que você teste ideias e descubra por quais assuntos os seus seguidores se interessam mais. Uma das vantagens é tomar conhecimento de quem visualizou a sua história e identificar quais seguidores acompanham o seu negócio com mais assiduidade.

- É importante ser criativo no stories para chamar atenção do público que almeja atingir. A ferramenta possibilita escrever, desenhar, colar adesivos, adicionar localização, filtros e GIFS. No entanto, a ferramenta conta com algumas funções adicionais como a marcação de usuários, hashtags e enquetes.

- Tente identificar os adeptos que estão mais propensos a comprar de você. Utilize o recurso “direct” para enviar mensagens privadas com informações adicionais sobre os seus produtos e serviços. Essa pode ser uma excelente oportunidade para fechar uma possível venda.
- As duas primeiras postagens do seu passo a passo no stories precisam “prender” quem está visualizando. Portanto, necessitam ser feitas com talento, excelência, inteligência e criatividade. Por isso, é importante postar no Instagram Stories conteúdos que mostrem o cotidiano da sua marca, do seu estabelecimento, do seu negócio, dos colaboradores e funcionários, da chefia, e assim por diante. Isso, com certeza, vai criar muito mais proximidade e intimidade com os consumidores que você deseja alcançar.

Contrate uma pessoa criativa para fazer esse tipo de serviço. Mas se você mesmo considera-se criativo, use e abuse do dom que recebeu. Creio que sua empresa ficará mais vista. Afinal, quem não é visto não é lembrado.

Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

5.02.2018

A multidisciplinaridade da agência de comunicação!



Se alguém perguntar o que torna o trabalho em uma agência de comunicação interessante, vou dizer, sem sombras de dúvidas, que são os desafios diários e as peculiaridades da área que enfrentamos e a multidisciplinaridade das atividades que exercemos e dos temas/assuntos que lidamos na nossa (não) rotina.

Há algum tempo, é bem verdade, que o profissional da nossa área tem vagado por diversos campos dentro do espectro da comunicação corporativa, sendo sua a responsabilidade de saber lidar com todos os públicos receptores das mensagens que serão criadas.

Para resumir, no jargão, hoje o profissional tem por obrigação saber “virar a chave” quando necessário – o que é feito tão instantaneamente quanto automático com o passar do tempo e da experiência que cada um for adquirindo ao longo da jornada.

E são, exatamente, essas “viradas de chave” que me agradam em uma agência de comunicação, porque gosto de pensar que quando estou à frente do computador não estou em uma linha de produção que apresenta sempre a mesma ideia, resultado ou produto final.

Porque em um momento você se vê escrevendo releases e sugestões de pauta na linguagem jornalística/mercadológica que beira o marketing, onde o seu cliente é sempre especial, e no outro está desenvolvendo campanhas de incentivo que precisam ter uma sensibilidade e uma pitada de ousadia para atingir, em cheio, o público-alvo.

Porque em outro período do dia você pode estar conversando com um jornalista no follow-up (não vou entrar no mérito se é delicioso ou temível) sobre os créditos tributários na base de cálculo do PIS/Cofins e noutro pode ter que entrevistar uma empreendedora a respeito da plataforma inovadora que ela criou e que conecta manicures e pedicures a clientes com um clique.

Porque, ufa!, têm horas em que você está criando uma série de posts para clientes, que incluem questões institucionais, resultados de imprensa, entre outras, até efemérides como Dia da Árvore, e em outras está pesquisando alguns dados em sites especializados acerca do Dia Mundial de Combate à Hipertensão para um e-mail marketing interno de alerta aos colaboradores.

Enfim, as nossas possibilidades são infinitas tornam cada dia diferente do anterior e fazem da multidisciplinaridade da agência de comunicação um grande atrativo. Além disso, rendem um portfólio profissional de valor inestimável. Àqueles que desejam atuar nesse tipo de empresa, tenha em mente que rotina aqui não entra!

MARCOS Vargas
Assessor de imprensa na LB Comunica
rockeiro e palmeirense, fã de livros biográficos e sobre política