8.15.2018

Licenças criativas da Creative Commons e sua usabilidade



Graças às redes sociais, as empresas têm investido cada vez mais em design para suas comunicações. Com o aumento desta demanda, é cada vez mais comum as agencias e os criativos utilizarem-se de banco de imagens, gratuitos ou não, a fim de agilizar seu serviço e assim atender à necessidade diária da criação.

Nestes bancos, além de fotos, o usuário conta com um leque enorme de opções que variam de tipografias, vetores, backgrounds e às vezes até mesmo algumas artes comemorativas prontas (como cartões de natal e dia dos pais, por exemplo).

Com esta onda crescente de usuários não só utilizando bancos de imagens, mas também comercializando suas artes e fotos através deles, surge uma dúvida:
Eu posso comercializar uma arte em que boa parte do seu desenvolvimento foi construída em cima de imagens de banco de imagens?

Para proteger os direitos autorais dos artistas que comercializam (ou não) as suas artes, foi criada em 2011 a Creative Commons.

Trata-se de uma ONG que busca regularizar as cessões que criadores podem utilizar em seus projetos, como os conteúdos disponibilizados na internet.

Cada arte hospedada em um banco de imagens é categorizada por um selo da Creative Commons, a mando do artista criador, com o intuito de proteger seus diretos autorais sobre a arte desenvolvida.

Confira abaixo os selos Creative Commons e como devem ser aplicados:

CC0 (Sem direitos reservados)


Esta sigla refere-se a imagens e artes de domínio público, ou seja, sem restrições comerciais para sua utilização. Arquivos categorizados como CC0 podem ser alterados e utilizados comercialmente, sem creditar seu real autor.

CC BY (Atribuição necessária)
Assim como na primeira categoria, artes e fotos com o selo CC BY podem ser utilizados e modificados para uso comercial, porém é obrigatório o crédito ao criador da arte-base.

CC BY-SA (Atribuição – Compartilhar Igual)
Esta categoria engloba as artes e fotos disponibilizadas na categoria acima, onde sua comercialização é livre, mediante o crédito do autor da arte-base. Porém, na categoria CC BY-SA, a arte desenvolvida em cima de uma arte com licença CC BY não poderá ser vendida por exemplo, deverá ser disposta também na condição CC BY.

CC BY-ND (Atribuição – Sem Derivações)

Imagens e fotos que se enquadram nesta categoria podem ser utilizadas comercialmente, porém não podem ter sua estrutura alterada e suas autorias devem ser devidamente creditadas.

CC BY-NC (Atribuição – Não Comercial)
Nesta categoria a utilização da imagem e sua edição é livre para uso pessoal, porém ainda é necessário o crédito ao autor da arte-base.

CC BY-NC-SA (Atribuição – Não Comercial – Compartilhar Igual)
Ilustrações e artes nesta categoria podem ser utilizadas e alteradas mediante o crédito do autor, porém não podem ser utilizadas de forma alguma para uso comercial.

CC BY-NC-ND (Atribuição – Sem Derivações – Sem Derivados)
Como selo de maior restrição, esta categoria proíbe qualquer tipo de edição e utilização comercial das artes sob sua proteção.
Quando utilizada, mesmo que para uso pessoal, deverá também conter os créditos de seu autor base.

Definitivamente os bancos de imagens tornaram a vida do criativo mais prática e eficiente. Hoje temos dezenas de bancos que podem dar uma força na hora de desenvolver aquele job que surgiu em cima da hora.

Devemos abusar na hora da criatividade, inclusive no momento de escolher um bom banco de imagens para os seus trabalhos. Porém a dica é ficar atento às licenças nas quais as artes são oferecidas, porque assim você garante um trabalho honesto, livre de dores de cabeça para você e para o seu cliente!

DIEGO Perez
Criação na Lb Comunica,
Formado em Design Gráfico, é desenhista e ilustrador desde sempre!
Fã de games, gosta de gatos e seus estilos de músicas
favoritos são heavy metal e hardcore.


8.08.2018

Comunique como uma garota



E lute como uma garota, jogue como uma garota, trabalhe como uma garota. Viva como uma garota feliz, completa, realizada. Tudo isso não deveria parecer – e, em muitos casos, ser –  difícil.

Mas a realidade mostra dia após dia que ainda enfrentamos muita resistência de uma sociedade que insiste em endossar o machismo em suas várias camadas ou formas.

Apesar de existirem ainda tantas diferenças e tanta distância entre nós, mulheres, e os homens no mercado de trabalho, para citar um exemplo, prefiro exaltar os passos dados rumo à igualdade de gênero e boas oportunidades para todas, inclusive nos esportes.

No último mês, mais uma Copa do Mundo acabou. Infelizmente não trouxemos o título de hexa campeões na bagagem, mas não por falta de torcida. Porque sim, é muito justo torcer pela nossa seleção masculina de futebol! Não é porque desejamos igualdade de gênero que queremos que os homens percam sua exposição na mídia, seus postos e funções na sociedade, nem sua importância em cargos, etc. No entanto, percebemos uma diferença gritante no que diz respeito à presença de jogadores da nossa seleção (masculina) em campanhas publicitárias, enquanto a participação de atletas femininas é quase nula.

Há diversas marcas, desde operadoras de telefonia, passando por bebidas, cosméticos e de artigos esportivos, redes de fast food e até fabricantes de café, que aproveitam a fama e o prestígio de um atleta que atua em uma das melhores seleções do mundo, em plena Copa do Mundo. E tudo bem! Mas que tal observar também a nossa seleção feminina, que em sua história carrega muitas glórias, vitórias e méritos?

Marta, a nossa atacante, que também joga no Orlando Pride e disputa a liga nacional de futebol americano (NWSL), já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o de melhor jogadora do mundo, sendo eleita cinco vezes. Também foi fundamental em abril desse ano, durante a Copa da América, onde garantiu o hepta campeonato. No ano que vem, durante a disputa da Copa do Mundo de Futebol Feminino, na França, ela poderá até se transformar na maior artilheira de todos os tempos, incluindo homens e mulheres! Seguimos na torcida.

Como disse, prefiro colocar em evidência os pontos positivos nessa busca incessante por igualdade e, por isso, venho contar sobre a campanha publicitária estrelada justamente por nossa brilhante artilheira, Marta, que foi desenvolvida pela Avon, uma multinacional da beleza, com vasto portfólio e conhecidíssima entre o público feminino.

O principal produto contemplado foi uma máscara de cílios e a atleta participou dos vídeos realizados para televisão e redes sociais. A marca ressalta a importância de pessoas como Marta estarem presentes em ações de marketing e publicidade por uma questão muito simples: visibilidade feminina no esporte. A ideia é estimular meninas e jovens e mostrar que elas podem ser o que quiserem, inclusive uma estrela do futebol!

Também vale lembrar que a Avon vem desenvolvendo importantes projetos para promover a igualdade de gênero, como por exemplo patrocinar o time feminino do Flamengo, desde julho. Além disso, convidou outras atletas, como Lais Sousa, Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Branca Feres e Danielle Hypólito, para estrelarem demais campanhas da marca.

Marta, por sua vez, também vem crescendo em termos de influência nas redes sociais e isso já mostra um claro sinal de que o público deseja se aproximar cada vez mais de figuras como ela. Em sua conta no Instagram, após a campanha ir ao ar, obteve números incríveis de interações e sua base de fãs segue crescendo. Ela está presente tanto na rede social de fotos, como no Facebook, mas não tem perfil no Twitter e nem canal no YouTube.

De maneira geral, essa é a principal mensagem que gostaria que fosse transmitida: nós podemos e vamos chegar lá. Mas o apoio da sociedade e o nosso próprio apoio são fundamentais para que isso aconteça. Vamos juntas!

LAÍS Molina
Redação e Assessoria de Imprensa na Lb Comunica,
Ama viajar e conhecer lugares novos, e dar boas risadas
com os memes da internet

8.01.2018

A vírgula e os milhões



Dizer que a pontuação pode mudar o sentido de uma frase todo mundo sabe! “PREMER PARA PUXAR PARTE”, as quatro palavrinhas esquisitas, colocadas uma abaixo da outra, presentes nas paredes de quase todos os elevadores de antigamente (e até em alguns atuais!), estão aí para não deixar ninguém se esquecer da importância das vírgulas, dos dois pontos, do ponto e vírgula, entre outras pequenas marcas que deixamos no papel, no computador ou no celular.

Mas até aqueles que dão pulos de alegria ao discutir as regras do idioma devem ter se surpreendido com a indenização milionária que uma empresa norte-americana teve de pagar a seus empregados. E tudo por uma vírgula mal utilizada! Li matéria* interessantíssima de Cássio Casagrande contando o caso e tento resumir:

A situação ocorreu com motoristas de uma indústria de laticínios. Eles pediam o pagamento de horas extras e a companhia entendia que elas não seriam devidas. Era uma questão de interpretação da lei, e cada parte achava que estava seguindo rigorosamente a legislação. Isso porque a norma do Estado de Maine (EUA), onde ocorria o conflito, determinava que as horas extras deveriam ser pagas com adicional de 50%, mas que havia trabalhadores sem direito a elas por não estarem sujeitos ao controle de jornada. Seriam aqueles contratados para as seguintes atividades:
“envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar para expedição ou distribuição de:
Produtos agrícolas
Carne e peixe; e
Alimentos perecíveis”.

Os empregados consideraram que apenas quem fosse “envasar, processar, preservar, congelar, secar, rotular, armazenar e embalar”, quando estas atividades fossem para finalidade de expedição ou distribuição, estivesse entre os que não têm direito ao benefício. Já a empresa considerou que a simples atividade de distribuição também excluiria o direito às horas extras. Por estar depois de “ou”, que indicaria o último item de uma lista, a palavra “distribuição” abrangeria aqueles que trabalham nesta atividade, isoladamente, no entendimento dos patrões. Uma questão polêmica que envolve o uso ou não da chamada “vírgula de Oxford”.

É confuso. Para ajudar a entender, o autor da matéria exemplifica a diferença de sentido quando se usa ou não a vírgula de Oxford: “’na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme e chocolate’ seria diferente de ‘na sobremesa, temos, além de frutas, sorvete de creme, e chocolate’. Sem a última vírgula, o chocolate poderia se referir ao sabor do sorvete e, com ela, se torna um item distinto do cardápio”. Ou seja, poderia ser uma barra, um pedaço de chocolate, e não um sabor a mais. Casagrande explica ainda que a obrigatoriedade do uso dessa vírgula é um tema que divide opiniões entre os norte-americanos, suas escolas e universidades.

No final, portanto, venceu a tese dos empregados. Eles argumentaram que, se o legislador quisesse incluir entre os desfavorecidos pelas horas extras aqueles que trabalham simplesmente na distribuição, precisaria ter usado a vírgula de Oxford, que viria antes de “ou distribuição”.

Para nós, na prática, o mais importante é passar a mensagem correta. Seja em leis, manuais de algum produto, informativos, anúncios, ofertas de qualquer tipo, contratos, é preciso cuidado na escrita.

Amiga A: “Oi querida, está ocupada? Posso pedir uma opinião?”
Amiga B: “Não posso falar.” Ou “Não, posso falar!”

Nas relações pessoais ou profissionais, escolher bem as palavras e revisar tudo o que se escreve podem evitar confusões!

Depois desse processo dos trabalhadores, sabemos que pontuar mal pode não apenas gerar desavenças ou mal-entendidos. Escrever errado pode causar enormes prejuízos.

*A matéria citada é de autoria de Cássio Casagrande (Procurador do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) e foi publicada em 25 de junho de 2018 no portal Jota 


ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
Advogada e mãe em tempo integral

7.25.2018

Produtividade quando não estamos tão produtivos assim



Antes de fazer esse texto, pensei em alguns temas que não deram muito certo. Cogitei falar sobre podcasts, a correria do dia a dia, sobre fãs, e até em como a humanidade ainda não encontrou a cura do câncer. Mas, ao começar a desenvolver cada um desses assuntos, as palavras iam se enrolando no meio do texto e quando percebia, tinha começado a divagar sobre os influenciadores na comunicação e ao finalizá-lo, estava falando de como eu gostava do desenho My Little Pony. É, pessoal, tem dias que não são fáceis!

E o bloqueio criativo não vem apenas para quem trabalha com criação de conteúdo. Às vezes, estamos em uma conversa sobre um assunto em que somos expert, mas por conta deste bloqueio, temos o famoso “bug” e não performamos da melhor forma.

Afinal, boa parte da comunicação é sobre isso: performance. E fazer uma boa performance é importante para que ao falar sobre algo, tenhamos a confiança da pessoa que está do outro lado, tornando-se referência para o receptor da mensagem. Mas não estamos dispostos a performar o tempo todo, e está tudo bem quanto a isso. Neste exato momento, eu queria apenas estar passando hidratante labial e assistindo ao vídeo do menino imitando um gato no programa do Faustão.

Não se culpe por procrastinar às vezes. Não há quem aguente estar sempre lendo livros de teóricos importantes, repertório pode ser criado de outras maneiras, como por exemplo ouvindo um bom podcast ou assistindo algum filme do seu gênero favorito. É necessário reservar um tempo do nosso dia para dar boas risadas com os memes na internet.

Há quem diga que esse ritual faz parte do “ócio criativo”, que, resumidamente, busca reunir três pilares: trabalho, tempo livre e estudo. E tudo isso é para que a sua criatividade seja melhor aproveitada, porque ter momentos de descontração e lazer é um elemento essencial para o processo produtivo.

Mas o que fazer quando você precisa produzir algo, mas a cabecinha só consegue pensar no canto dos pássaros? Aqui vão algumas dicas:

1 – Relaxe, tome um copo d’água, mude de lugar e, se possível, desvencilhe-se um pouco da pressão;

2 – Olhe as coisas por outro ângulo: às vezes encontramos a criatividade onde menos esperamos;

3 – Busque por inspiração: pode ser uma música, um filme, um livro etc., vale a pena dar uma olhada no que já foi feito antes de produzir algo novo;

4 – Troque ideias: escute o que as pessoas têm para falar, buscar um olhar de um terceiro pode ser surpreendente;

5 – Anote suas ideias: se você não gosta de andar com papel e caneta, não tem problema, faça do bloco de notas do seu celular o seu melhor amigo, e anote até as ideias que parecerem mais absurdas. Pode ter certeza que em momentos de bloqueios você mesmo se agradecerá por isso;

Não torne o bloqueio criativo um monstro do seu dia, curta com ele e o convide para tomar um café. Quem sabe vocês não podem pensar em alguma coisa brilhante, juntos?
(No meu caso, ele me ajudou a escrever este texto).

NAYARA Queiroz
Atendimento e Planejamento na Lb Comunica,
Entusiasta da cultura pop e fã de gatos, também ama
conhecer hambúrgueres e cervejas artesanais

7.18.2018

Falando em novidade



A crise econômica que afetou o Brasil em 2014 desestruturou o país em diversos aspectos, e o desemprego foi uma de suas graves consequências. Com isso, fez com que muitas pessoas se motivassem a conquistar o “seu” lugar no mercado empresarial. Automaticamente, milhares de novas empresas surgiram no Brasil. Só em 2017, segundo Serasa Experian, mais de dois milhões de empreendimentos foram criados.

Com base no histórico acima, logo se imagina que muitas destas empresas tenham se preocupado em lançar sua marca de alguma forma.

Existem muitas maneiras para criar um logotipo e uma identidade visual, muitos aplicativos e plataformas fazem isso, mas já parou pra pensar se está seguindo todos os passos que configuram a originalidade de uma marca?

Para isso, a Brandmark lança uma plataforma de Inteligência Artificial que avalia seu logotipo gratuitamente. A ferramenta tem em seu armazenamento de checagem mais de um milhão de imagens de logo para comparar à sua marca. Também é possível saber as referências utilizadas na criação.
A avaliação é dada por meio de notas de 0 a 100, onde são avaliados os seguintes aspectos:

Singularidade: comparação entre os logotipos da biblioteca de checagem;

Legibilidade: testes de visualização do logotipo em baixas resoluções, de longe e em dispositivos móveis;

Cor/ Contraste: as cores são muito importantes na composição de um logotipo, a ferramenta recomenda que todos os logotipos tenham pelo menos algum componente de cor;

Geral: análise dos aspectos gerais do logotipo;

A plataforma é bacana para você que quer saber como sua marca está em relação às demais, ou até mesmo para quem está pensando em uma mudança, mas que não sabe exatamente por onde começar, ou o que mudar.

Vale avaliar!

CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.


7.11.2018

Como apresentar o seu projeto de Identidade Visual com sucesso!



Imagine que a apresentação é um dos primeiros contatos do cliente com sua marca, seja ela recém-criada ou repaginada. A forma como você apresentará influencia muito na aprovação do job, que foi realizado com tanta dedicação.

Lembre-se que você pode saber de todas as ideias e conceitos usados para desenvolver o projeto, mas repassá-los para terceiros exige confiança, clareza e domínio do assunto. Então, aqui vão algumas dicas para desenvolver uma boa apresentação:

Capriche no visual 

Você se empenhou o máximo em criar o projeto e a apresentação é a melhor hora para colocar em prática. É possível aplicar as cores auxiliares, demonstrar versões do logo nas páginas e brincar com os pesos das fontes escolhidas. Desta forma, o cliente pode notar como sua marca se “comporta” em uma mídia digital, impressa e demais campanhas publicitárias ou de branding.

Outra opção é utilizar o padrão da sua marca pessoal, caso tenha uma, tomando cuidado para não usar elementos que sobressaiam a marca que você desenvolveu.

Siga uma ordem

Introdução, desenvolvimento e conclusão não são só utilizados em textos. Uma boa apresentação também necessita de uma ordem lógica e que guie o cliente até o que você planejou mostrar com essa criação.

Você pode começar com o desafio do projeto, os dados coletados no briefing, painel semântico e demais pesquisas que realizou.  Após isso, siga com os rascunhos, fases da construção da identidade, conceitos, versões da assinatura, tipografias e cores. E por fim, os testes de identidade, que mostram como ficará apresentada em diversas superfícies.

Use e abuse de Mockups

Os mockups são utilizados para demonstração em escala e perspectiva do seu projeto, ajudando o cliente a ter uma experiência do serviço ainda não finalizado e podem realmente fazer a diferença na hora da aprovação. Além disso, são fáceis de usar e podem ser encontrados em diversos modelos gratuitos e online.

Opte pela apresentação presencial

Devido à falta de tempo, distância ou comodidade do cliente, muitas vezes torna-se impossível estar presente na reta final da aprovação da identidade visual. Caso isso aconteça, proponha uma chamada de vídeo! O importante é que você esteja em contato com o cliente e que ele perceba a atenção e dedicação que teve durante todas as etapas do projeto, fazendo com que ele enxergue a proposta do mesmo jeito que você.

KAROLINA, Barros
Criação
Curte musicais e está
sempre ouvindo um bom podcast. 

7.04.2018

Foco total na produtividade durante a Copa



A Copa do Mundo movimenta, em todos os sentidos, diversos setores profissionais e da economia, inclusive o de agências e assessorias de imprensa. As empresas precisam de bom senso, mas os funcionários também necessitam prestar bastante atenção e não permitir que a produtividade caia.

Durante a competição, surgem várias oportunidades de sermos produtivos. Podemos explorar outros métodos de trabalho, além de saber descontrair com o momento. Esse período pode provocar integração entre os departamentos e clientes.

Com organização, inovação e criatividade é possível realizar soluções que estimulem a produtividade. Um exemplo seria contribuir para deixar o ambiente de trabalho mais leve e descontraído, ou até incentivar uma harmonia entre os colaboradores de uma forma inteligente.

Tente focar suas energias em questões que ficaram esquecidas durante a correria do cotidiano. É possível realizar eventos de relacionamento com clientes durante as partidas, usando o futebol como roteiro.

Nesse tempo de competição mundial que une povos, estreite relações. Se você for convidado para assistir aos jogos na companhia da equipe de trabalho, tente de alguma maneira criar laços de amizade com seus colegas e gestores.

No caso de quem trabalha com comunicação, busque soluções de engajar e encaixar o seu cliente em temáticas do futebol, mas que sejam especialidades da área dele. Se você tem como cliente um escritório de advocacia, procure temas relacionados entre futebol e ramos do Direito. Por exemplo: Lei Pelé, contratos de trabalho, CLT, salário atrasado, Justiça Desportiva, empréstimos, direito de imagem, e por aí vai.

Com a cabeça mais tranquila, livre, leve e solta, a criatividade flui sempre do melhor jeito!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.