10.25.2017

Checagem de fatos: mais credibilidade para as informações



Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar em "pós-verdade" e certamente em "fake news". São expressões bem atuais, que andam em alta, impulsionadas pelo crescimento do compartilhamento de notícias falsas, com fontes duvidosas, principalmente nas mídias sociais e no WhatsApp.

Já escrevi aqui três passos para identificar um boato antes de difundir nos seus perfis. Agora, gostaria de tratar sobre uma plataforma recente do jornalismo que tem colaborado para confirmar a veracidade das informações: o “fact-checking”, ou checagem de fatos na tradução.

Essa nova ferramenta funciona como um escudo de proteção para o jornalismo se manter confiável. Ela é necessária, já que uma informação inventada pode ter grande impacto na nossa vida. Um conteúdo falso é capaz de modificar a opinião das pessoas e influenciar decisões importantes, ainda mais quando espalhado pelos chamados influenciadores digitais.

A avalanche criada por um boato pode ser irreversível. A quantidade de internautas que ele atinge acaba sendo muito maior que um posterior desmentido. Ou seja, quase como a brincadeira do telefone sem fio, vai acabar se tornando verdade para muitas pessoas que nem chegarão a tomar conhecimento esclarecimentos.

Para quem não quer continuar sendo um propagador de notícia inverídica, as dicas do post anterior (citado acima) continuam valendo. Aproveito a oportunidade para acrescentar outros três sites fundamentais especializados em apurar mensagens que viralizam nas redes e confrontar se são verdade ou não. O "É ou não é?", do G1, o "Aos Fatos" e o projeto "Truco", da Agência Pública.

A "pós-verdade" veio na esteira da eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos. Ela pode ser associada principalmente com as informações oficiais divulgadas por movimentos, governos e políticos. O "fact-cheking" acaba sendo importante para saber o grau de veracidade do conteúdo difundido e de onde o dado foi tirado. Já que a fala de um político e líderes de uma categoria pode ser feita com base em suas percepções e convicções e não encontrar respaldo em nenhum estudo.

A "Agência Lupa" é uma das referências no segmento. Os discursos e as frases analisadas por eles são classificadas seguindo oito etiquetas, que vão de verdadeira, passando por contraditório e exagerado, até falso.

Citando a descrição da agência de notícias, acredito que a checagem de fatos contribui para aprimorar o debate público. Espero ter colaborado para amenizar a propagação de boatos.


LUCAS Andrade
Assessor de Imprensa na LB Comunica
Lucas veio de Londrina, tem um blog de viagens e já leu mais de seis vezes
o livro "A Sangue Frio".

10.18.2017

Briefing: imagem de uma nova marca



Para uma agência de comunicação, todos sabem que o briefing é o documento mais importante para dar diretrizes aos próximos trabalhos e assim criar uma rotatividade nas tarefas para cada área. Para jobs específicos, elaborá-lo torna-se mais fácil quando você já conhece o seu cliente, o padrão de comunicação que segue. Seja mais “fun” ou institucional, as qualidades que gosta de destacar e também as que lhe desagrada. Diariamente mantendo contato, temos feeling do que devemos apresentar ao cliente e do que será bem aceito.

E quando se trata de um novo cliente que não existe ainda no mercado? Como direcionar, dar informações sugestões aos departamentos para que trabalhem em cima de uma nova marca que o atendimento também não tem muito aprofundamento ainda?
Primeiro, o dever da área de atendimento é focar no que o cliente quer passar aos seus consumidores em relação à sua marca, ao produto e/ou serviço.  A coisa certa a se fazer é aproveitar bastante as primeiras reuniões e tentar extrair ao máximo informações do que seu cliente deseja. E assim, também ir conhecendo-o.

Algumas dicas para iniciar as diretrizes são perguntar e entender a fundo o histórico do cliente (atuação no mercado, missão, visão e valores, público-alvo), desenvolvimento da marca (motivos de reformulação, como quer ser reconhecido no mercado, imagem a ser transmitida). Após as informações terem sido processadas de forma clara e objetiva, é hora de passar todos os pontos para o briefing, podendo colocar observações que acreditam ser relevantes.

Seja sempre ser objetivo e descreva exatamente o que o cliente espera. Em contrapartida, também deixe as áreas como criação e redação criarem o que acharem coerente. O importante é que todos os departamentos trabalhem juntos por um único objetivo: o sucesso!

VITÓRIA Sobrado 
 Atendimento e Planejamento na LB Comunica
sonha em conquistar o mundo, como no jogo War. Ela ama seu cachorro Bob, Grey’s Anatomy e Game of Thrones.

10.11.2017

A importância da referência



É quase impossível iniciarmos uma carreira profissional sem utilizarmos como referências grandes feitos de notáveis antecessores. Essas pessoas e seus trabalhos acabam nos impactando institivamente e cabe a nós escolher aquelas que mais nos adequam ao nosso propósito de existência. Elas se tornam o nosso combustível para evoluirmos cada dia mais.

Devemos procurar apenas registros da nossa área? Pela experiência desse que vos escreve, é possível afirmar que não! É claro que ter pessoas da sua área como bases é essencial, entretanto não podemos descartar outros segmentos. Você pode ser de criação de agência e ter Vinícius de Moraes como inspiração. Seus poemas e formas de escrita podem gerar insights de traços e imagens. E por que não ter sua trajetória como exemplo?

Para melhor nos desenvolvermos e alcançarmos uma ótima performance em nossos trabalhos, é necessário também ter estímulos vindos do convívio diário. Existe muita gente em sua cidade, na agência em que trabalha, na sua família e no seu círculo de amigos que tem atributos ideias para se tornar seu mestre nessa jornada.

Se o seu cargo exige que você se reporte a alguém, ou seja, você tem um superior, consulte-o e se ele tiver ainda mais experiência profissional, melhor ainda! Conheça seus pontos fortes e analise como seus problemas são resolvidos. Observe a sua capacidade de apanhar uma larva e transformá-la em uma encantadora borboleta, em circunstâncias limitadoras.

Contemple a rapidez e a agilidade de raciocínio criadas. Veja como aproveita o reduzido tempo que lhe é concedido, repare a afiada visão de cenário de mercado que possui, compreenda o entusiasmo marcante de suas ações. Encante-se genuinamente por esse tipo de indivíduo e queira, desenfreadamente, segui-lo. Peça opinião e dicas, ouça tudo que ele tiver a dizer e receba suas críticas de peito aberto, sem medo algum.

Muitas vezes essa pessoa pode encontrar defeitos em suas produções, que você mesmo não percebe, e acabar impulsionando seu trabalho.

Procure seres humanos que te desafiem e que sejam teu combustível maior para ir mais longe. Não tenha medo de ter referências não tangíveis para si. Esteja disposto a procurar alguém próximo que sirva como um guia para você.

O Pinterest é uma rede social que se tornou um antro de pessoas da área de criação. Pesquise trabalhos já feitos e tente, ao máximo, entender o raciocínio do criativo para chegar àquele resultado. Em alguns casos, é legal até você tentar reproduzir uma arte, mas apenas como uma forma de exercício e nunca como plágio. 

Uma dica que posso dar é pesquisar ilustradores, pois muitos deles sabem usar as cores de uma forma magnífica passando sentimento em suas obras e você poderá aplicar na arte de um anúncio, que serve como reforço para o texto: O poder das cores, afinal as cores tem poderes. Então, nunca acredite que chegou ao auge, sempre terá alguém à sua frente e que pode sim agregar (e muito) em sua carreira e conhecimento. 

THIAGO Jardim
criação na LB Comunica
ilustrador, apaixonado por Mangás, Animes e Games

10.04.2017

Bem na foto



Quem não gosta de sair bem na foto? Qual o lojista que não quer apresentar uma vitrine bonita e atraente para seus clientes, atuais e potenciais? Que efeito tem um cartão de visitas, digital ou de papel, diferenciado, moderno, inovador?

Se a concorrência é grande, o importante é se destacar. Se o momento não é tão bom na economia, é fundamental abrir espaço e se exibir de forma positiva. Hora da criatividade e da experiência emergirem!

Não basta fazer bem. É preciso mostrar como é boa a atuação. E isso, para quem trabalha no setor de serviços, pode não parecer tão fácil. Mostrar o que você faz de uma maneira que provoque o potencial cliente a lhe procurar não deixa de ser desafiador! E, claro, é bem diferente do que apresentar as qualidades e os números de venda de um liquidificador ou produto semelhante, por exemplo. 

Assim, para um escritório de advocacia – em muitos casos também para outras atividades, como um consultório médico ou bureau de arquitetura –, a indicação é indispensável para que outros passem a ser seus clientes. Mas, em mundo com tantos a atingir, não basta. É preciso ter uma comunicação integrada, da papelaria às apresentações, do site à gestão das redes sociais, dos eventos aos informativos, da comunicação interna àquela direcionada à imprensa, mostrando o conhecimento da equipe.

Quem trabalha no mercado imobiliário tem de mostrar sua experiência em entender do que o cliente precisa, e entregar tudo “embalado para presente”, bem apresentado! Ter o que ele quer comprar, facilitar os processos burocráticos envolvidos, conseguir uma boa venda para aquele que quer passar seu imóvel para frente. Precisa estar na mídia, ora com anúncios, ora com boas pautas que interessem à imprensa, para que cheguem a um número indeterminado de pessoas. Tem de investir em um site de fácil navegação e bom conteúdo, com imagens de alta qualidade, em relacionamento honesto para ser duradouro, estar nas redes sociais, ser rápido e assertivo no atendimento.

Da área de educação, espera-se que apresente um bom conteúdo, com cuidado especial em relação ao vernáculo, mostrado em bons suportes, sejam digitais ou impressos. Depõem contra o prestador de serviço a falta de revisão que deixa passar os erros de português em uma revista ou em um folder, o layout desleixado no site, a comunicação falha com os pais dos alunos. Para se destacar, até mesmo das novas escolas internacionais que começam a enxergar o Brasil como mercado, os estabelecimentos de ensino dependem ainda mais da comunicação com o grande público e precisam divulgar de novas maneiras os seus diferenciais, os seus cursos, modelos de admissão, seus profissionais, certificações, indicadores de desempenho, esportes e atividades extracurriculares, entre tantos outros itens.

Construída a melhor vitrine que seu negócio pode ter, o que vem depois é um caminho contínuo de fortalecimento da imagem e de comunicação com todos os stakeholders. Sabemos que o esforço vale a pena.

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

9.27.2017

O poder da experiência


A forma como as marcas comunicam-se com seus públicos está em constante mudança. Cada vez mais, diante do surgimento de novas tecnologias e de mudanças de comportamento, as empresas não querem apenas se comunicar com o público para falar o preço dos seus produtos, ou então divulgar aquela promoção imperdível. Elas querem mais, e o público quer mais.

Podemos observar que ambas as partes querem proximidade e identificação uma com a outra, por meio de interações que gerem engajamento.

Empresas como Outback, Netflix e Nubank e usam o marketing de experiência constantemente como estratégia de comunicação do seu negócio.

O marketing de experiência ou sensorial está ganhando cada vez mais espaço no mercado, trabalhando a relevância do negócio na percepção da compra, em interações e experiências que as pessoas têm com as empresas.

Quem nunca se viu divulgando uma ação de uma empresa que fez um vídeo com aquela pessoa famosa que você gosta, ou então fez um elogio nas redes sociais depois de ter sido bem atendido? Tudo isso é a reflexão do impacto do marketing de experiência, e isso também reflete de forma negativa, quando o público quer falar mal de algum produto que não funcionou, de uma ação que não foi legal ou de um atendimento péssimo.

Essas ações são divulgadas até mais rapidamente do que as positivas. Existem até sites específicos para isso, como o Reclame Aqui. 

Todo o contexto vai depender da experiência que o consumidor tiver com a sua marca.

A essência do marketing de experiência é baseada nos 3Vs:

Verdade: é de extrema importância que a marca conte histórias verdadeiras e faça promessas com as quais possa cumprir.

Vontade: muitas vezes é despertada pela verdade, que consiste em despertar no cliente a vontade de gostar ou não da sua empresa. Está diretamente ligada à convivência entre pessoas e marcas, e o que encanta nessa relação.

Valor: além dos dois patamares acima, o valor baseia-se em transformar a vida daquela pessoa, causar impacto e se tornar inesquecível. É a conexão com o sentimental da marca com o consumidor.

“As pessoas esquecerão o que você disse. Esquecerão o que você fez. Mas nunca esquecerão o que você as fez sentir” - Maya Angelou (escritora e poeta dos Estados Unidos).

Os tipos de experiência também podem ser separados em cinco grupos:

Sentidos: experiências que usam os sentidos básicos do corpo humano, como uma loja com um cheiro bom, uma hamburgueria com aquela música ambiente que você gosta, uma degustação às cegas...

Sentimento: isso vai depender da percepção da marca que a pessoa tem sobre a empresa. Se será um sentimento positivo ou negativo, dependerá apenas das ações da marca.

Pensamento: inovar, quebrar paradigmas, reinventar. São ações que causam experiências que marcam o consumidor.

Ação: marketing de guerrilha, pdvs, ações online, entre outras, como campanhas de juntar garrafas vazias e trocar por uma garrafa cheia, ou então o clássico case da Dove, que pede para que mulheres se descrevam e façam o mesmo também com uma outra mulher que acabaram de conhecer. O objetivo é mostrar a real beleza.

Identificação: compartilhar dos mesmos valores que o público, ou apoiar as mesmas causas. A Skol, recentemente, se posicionou apoiando a causa LGBTTT nas suas redes sociais. O post teve mais de 3.099 compartilhamentos.

 "Recomendamos uma dessa, com moderação, para curar o preconceito. Um brinde ao respeito"



Todas essas ações de identificação promovem a fidelidade do consumidor à marca.

O marketing de experiência pode desenvolvido com foco nas pessoas que não conhecem a marca, ou até mesmo para os clientes mais fiéis. Trata-se do início ao fim da experiência que está sendo proporcionada ao consumidor.

Alguns exemplos de ações que deram certo:

Dove - Retratos da Real Beleza



Orange Is The New Black - Inês Brasil em Lichfield

 


Outback no elevador? #EuOuviOutback


Sprite Shower



Pense fora da caixa e crie experiências memoráveis em seus consumidores!

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

9.20.2017

Cada coisa em seu lugar



Entender a relação entre arte e publicidade é como distinguir as suas construções, referências e impactos na sociedade. Ambas são idealizadas por um processo criativo que delimita suas influências, ilustrando assim suas manifestações sobre determinado tema e seu papel nas comunidades, porém, suas finalidades se extinguem na objetividade de seus processos. 

A arte é mais livre, por estar ligada aos contextos histórico, literário e arquitetônico, gerando um questionamento reflexivo que abre espaço para interpretações e leituras de diversos pontos de vista que carregam visões com repertórios diferentes. O artista cria em função de um desejo particular e tem a intenção de transmitir o seu momento de vida e suas sensações. O processo de criação carrega consigo a junção de ideias pensadas para ampliar o imaginário e o senso crítico.

Por outro lado, a publicidade é parte de um processo de entendimento claro e planejado dentro da comunicação construída para diferentes targets. Ela articula formas de interação e recebimento da mensagem, podendo gerar um questionamento, mas sua interpretação é mais objetiva e propõe a aplicação de uma ideia. A propagação das informações se dá por meio de experiências que levam os consumidores a uma contemplação sobre o papel de produtos ou marcas no contexto social, ainda que o termo “arte” esteja fortemente presente na publicidade para se referir ao trabalho que está sendo criado.

Ao longo da história da humanidade, a arte ampliou as formas de comunicação. E com a publicidade não foi diferente, que através de técnicas utiliza imagens nas formas de expressão e de representação.
O fato é que ambas ocupam um espaço muito grande dentro do convívio social, a exemplo das galerias, livros e exposições de obras de arte.  Enquanto que na publicidade, o portfólio reúne uma coleção de trabalhos de uma empresa ou de um profissional. Muitas empresas selecionam seus melhores projetos para essa “pasta” impressa ou digital e separam cada serviço realizado de acordo com áreas, departamentos e assuntos.

MARIANE Almeida
Criação na LB Comunica
Desenha, ama girassóis e os passos de Michael Jackson.

9.13.2017

A agência, o restaurante e a vitalidade



A vida na área de comunicação, como em diversos outros segmentos, é uma loucura (boa). A semana começa e você tem um acúmulo de atividades, briefings dos mais diversos tipos, pautas novas, sua caixa de e-mail está lotada, as metas do mês não saem da sua cabeça, existem novas funções a serem abraçadas, textos para escrever, contatos a fazer, notícias para ler, reuniões agendadas e o tempo está passando.

Na hora do almoço, o restaurante escolhido está lotado, o garçom passa pela sua mesa, você pede o azeite, o fulano da mesa de trás quer a conta, o da poltrona ao lado quer uma Coca-Cola e o cliente que está lá no fundo reclama que o pedido dele chegou com picles e ele queria sem. Coitado desse atendente! Ele está sozinho e precisa lembrar de tudo isso até chegar na cozinha para pegar uma bandeja, distribuir pratos e dar conta de todas as demandas.

Enquanto isso, um atleta que acordou na madrugada já nadou 5 mil metros, pedalou 30km e agora está correndo debaixo de um solão. Sua alimentação é regrada, as horas de sono são poucas, mas a endorfina e a conquista de mais uma medalha movem esse que está treinando há anos, com muita determinação.

Ótimo! Você, o garçom e o triatleta são muito ocupados e buscam superação, os melhores resultados e reconhecimento, mas acima de tudo a satisfação própria.

Você quer conquistar espaço na mídia, porque é assessor de imprensa, precisa ter criatividade para escrever bons textos, com ideias novas. O garçom tem que esbanjar energia e simpatia, dar conta do giro do estabelecimento, vender! O atleta deve estar disposto, concentrado e trabalhar para ter um ótimo preparo físico.

Para todos vocês, o desafio de viver, ter positividade, contagiar o ambiente, ter a mente tranquila, ajudar colegas, saber trabalhar em equipe, fazer os jobs da agência fluírem em harmonia, tornar a relação com os clientes e com cada departamento amigável e ter disciplina são atitudes que fazem toda a diferença. Por isso, convido você, leitor a fazer uma reflexão sobre o que realmente vale a pena dentro da publicidade, do jornalismo e de outros espaços, sobre os fatos com que as pessoas devem se irritar ou não e a respeito da sua saúde, que é o principal.

Dicas para a inteligência emocional, com o objetivo de lidar com o estresse:

1. Identifique os “gatilhos” das suas emoções. Se você tem alguma reação a algo que incomoda, pare e procure descobrir por que você está se sentindo tão nervoso.

2. Visite os seus valores. Saber o que é importante para você contribui para o seu autoconhecimento e ajuda a prever as suas próprias reações.

3. Procure feedback dos outros. Saber o que as pessoas pensam das suas atitudes ajuda a conhecer melhor o seu próprio modo de ser.

4. Conte até dez. Para “esfriar o sistema” e elevar o nível das suas respostas. A dica é esperar um tempo antes de agir. Atrasar a sua reação emocional pode evitar desgastes desnecessários causados por uma “explosão”.

5. “Durma sobre o problema”. Deixar uma decisão difícil para o dia seguinte, após uma noite de sono restauradora, pode arejar as ideias e garantir um comportamento mais tranquilo.

6. Saiba que as mudanças estão “na esquina”. A consciência de que os vínculos e os conflitos são passageiros aumenta a sua resiliência. Você aguenta melhor o impacto dos problemas se sabe que eles vão ter fim.

7. Chame as pessoas pelo nome. O hábito desarma e faz o outro “baixar a guarda”.  Com esse vínculo criado, você terá um acesso mais fácil às emoções alheias.

8. Limpe a mente de distrações ao interagir socialmente. Esqueça o resto das suas preocupações e fixe a sua atenção na outra pessoa. Isso porque é impossível perceber as emoções do outro se você não é capaz de ouvi-lo.

9. Observe as pessoas. Quando você não estiver participando de uma cena, assista a ela. Estudar o modo como os outros falam, riem e interagem pode dar dicas valiosíssimas sobre como se relacionar com eles.

10. Seja curioso a respeito dos outros. Se você demonstra interesse em conhecer uma pessoa, cresce exponencialmente a sua capacidade de influenciá-la no ambiente de trabalho.

11. Explique as suas decisões, não apenas tome-as. Comunicar frequentemente os motivos das suas atitudes contribui para que os outros compreendam você e se tornem seus aliados.

12. Use expressões para a correção de conflitos. Pedir desculpas nunca é demais.

Vamos em frente, sem perder as estribeiras, porque setembro é o nono mês do ano e ainda temos uma série de coisas para preencher no relatório da nossa própria história.

ADRIANA Pinheiro
Redação e Assessoria de Imprensa da LB Comunica,
curte uma boa caminhada e vive acompanhada de seus sons e notas musicais