10.15.2014

Sua história pode ser case de sucesso

Hoje resolvi fazer um post motivacional, meio auto-ajuda, o que nunca curti muito. Mas, como ando refletindo bastante sobre tudo, aí vai!!!

Já parou para analisar como tem sido a sua rotina?

Acordar cedo, tomar café, banho, pegar o carro, a bike ou o transporte público e dirigir-se ao escritório. Lá, o chefe cobra resultados, você tem pendências, reuniões intermináveis e está de olho na promoção! Mas o que te motiva a fazer isso todos os dias? O que está fazendo para conseguir as coisas?


Você tem família, faz cursos, compra roupas, programa viagens, casamento e quer estar sempre em forma praticando mil aulas na academia, né? Como faria tudo isso sem o salário no fim do mês? Você gosta do que faz? É reconhecido e valorizado pelas funções que desempenha?

Pois bem, existem as pessoas que vivem para trabalhar e as que trabalham para viver. A partir daí, as metas são traçadas, a ambição (às vezes) fala mais alto, alguns desejos são reprimidos, atividades de lazer são abdicadas... ou não!!

Peraí, dá para ser feliz se dedicando ao trabalho, sem ser workaholic e curtir a vida trabalhando, fazendo atividades enriquecedoras física e culturalmente. Sorrindo!

As palavras-chaves são equilíbrio, força de vontade, organização, dedicação, qualidade de vida, realização, senso de humor e conquistas.



Enxergar o mundo com novos olhos pode ser um bom começo para refletir sobre tudo que está acontecendo de bom e ruim, colocar na balança as prioridades, pensar nos caminhos, decisões e no que está fazendo, de fato, para o bem estar e crescimento.

O ano está acabando e a sensação é de que o tempo passa cada vez mais rápido. Fiz uma listinha com algumas atitudes que muitas vezes acabam limitando as pessoas e as impedindo de evoluir:
  • Não ter objetivos definidos
  • Achar que o momento certo ainda vai aparecer
  • Não planejar seu tempo
  • Não ter uma agenda eficiente
  • Usar o fim de semana para procrastinar 
  • Achar que alguém é responsável pela sua carreira
  • Não correr riscos
  • Reclamar
  • Usar em excesso as redes sociais
Pense bem e vá em frente!

ADRIANA Pinheiro
Redação e Assessoria de Imprensa da LB Comunica,
curte uma boa caminhada e vive acompanhada de seus sons e notas musicais

10.13.2014

Picasso não! Quero ser Da Vinci

Nenhum reconhecimento é o bastante para a geração Y, ao menos não por muito tempo. A nossa querida Su escreveu um post há um tempo falando um pouco sobre essa galera, mas ela só citou as coisas bacanas e eu quero falar um pouco sobre um fantasma que assombra essa geração e das ferramentas de tortura tecnológicas que nos definem.

Recentemente, resolvi me dedicar a um dos meus milhares de projetos pessoais engavetados. Trabalho com o que eu gosto, mas trabalho é trabalho e se você usa aquilo que você ama apenas para ganhar dinheiro logo estará deixando isso de lado e perdendo a vontade de se aprofundar num assunto que outrora te fascinou. Enfim, estava lá, de boa, curtindo criar pela beleza de criar quando comecei a pensar “Pô, peraí, eu trabalho com propaganda e meu hobby é desenhar e escrever quadrinhos. Sou muito inútil pra humanidade!”.


Não, não sou só eu que penso assim, conversei com um bocado de gente e descobri vários brothers com esse mesmo vazio em suas almas moderninhas. Minha insatisfação com relação ao meu projeto inexistente de tornar o mundo um lugar melhor passou rápido. No segundo papo que tive fui, aconselhado e pensar em uma forma de unir meu passatempo a alguma ação social. Adorei essa sugestão e, desde então, tenho pesquisado pra ver onde consigo aplicar isso.

Insatisfação sempre foi o que me moveu a fazer alguma coisa realmente significativa. Aquela goteira chata ecoando na sua mente que me faz levantar e ir até ela nem que seja só para olhar para o chão e para o teto, para o teto, para o chão e bravejar alguma coisa. “Faça alguma coisa sobre isso, qualquer coisa, mas faça e faça rápido antes que seja tarde!” esse é o grande lema de um bocado dos Millennials, ao meu ver. A parte chata é que no final das contas nós estamosstartando tantas coisas que acabamos não desenvolvendo nada; ou estamos tão preocupados em garantir uma enxurrada de likes que nunca saímos da fase de planejamento.

Mas no quinto papo que eu tive sobre isso, alguém chamou minha atenção para um ponto interessante: não sou eu quem define o grau de utilidade que minha mente tem para o mundo. Com o tempo,  mundo mesmo vai dizer qual foi minha contribuição. Qual foi a sua contribuição. Quais foram as nossas contribuições. Tipo nesse velho caso:



Cara, é só o Facebook. É só a ferramenta que eu uso para tentar um segundo encontro com a guria que conheci no happy hour. É só a ferramenta que você usa pra ganhar uns likes na sua selfie e suprir  suas necessidades de atenção. E mesmo sendo só isso consegue fazer coisas tão maneiras.

As possibilidades são tantas e os caminhos tão distintos que, às vezes, essa busca pelo sentido da vida, do ser e do estar acabam nos angustiando. Não por termos preguiça de experimentar todas essas rotas, mas por querermos atingir 1 bilhão de pageviews mais rápido que o Psy. O lance é absorver todo o conteúdo que pudermos e devolver ao mundo o melhor que conseguimos, contribuir  no que pudermos, ao maior estilo Brad Pitt no final de World War Z.

MARCELO Rodrigues
Assistente de criação na LB Comunica
e apaixonado por games, HQs, filmes e seriados

10.10.2014

Advergame: o pulo do gato publicitário

Antes de embarcarmos no universo dos games, que tal começarmos com uma rápida definição de “advergame” apenas para nos situarmos? Segundo a agência digital especializada em desenvolvimento de softwares interativos, com foco em advergames (GameBlox Interactive), advergame nada mais é do que uma “estratégia de marketing que faz uso de entretenimento interativo para apresentar marcas, produtos ou pontos de vista”.


Agora sim. Segundo Johan Huizinga, autor do livro Homo ludens, o jogo (ou o game, se preferir) como elemento da cultura, “uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e de espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e de alegria e de uma consciência de ser diferente da vida cotidiana”.  Trazendo um pouquinho mais para nossas referências cotidianas,   quem aqui se recorda de alguns marcos na história dos jogos como Space Invaders, Pac-Man, Donkey Kong e, é claro, Super Mario Bros? Inesquecíveis, não? Pois é, e foi pensando em todo esse envolvimento e interação com o jogador que o mercado publicitário passou a observar esse cenário com bons olhos.
Do tabuleiro ao digital, qualquer que seja o modelo de jogo, o elemento lúdico sempre se faz presente e é o principal responsável por envolver as pessoas neste universo. O jogo, quando bem desenvolvido, gera ânimo e instiga os jogadores a derrotarem seus rivais em uma competição ou estimula que o participante supere seus próprios recordes.

Atualmente, muitas marcas já compraram essa ideia e apostam nos advergames como uma estratégia que possibilita novas experiências a um público cada vez mais seletivo, por meio da interação e, claro, do divertimento. O fato é que, a todo o momento, estamos sendo impactados por alguma propaganda ou menção de alguma marca, seja por uma estratégia de assessoria de imprensa ou por um anúncio numa mídia tradicional como rádio ou TV, por exemplo, (e não me entendam mal, como publicitária que sou, acho isso incrível!). Porém, devido a essa saturação, a atenção do público se torna cada vez mais fragmentada. É aí que entram os advergames, atrelando a mensagem da marca no universo do jogo, onde o público está com todos os sentidos e atenção direcionados a essa atividade. Bingo! Não é à toa que, atualmente, o advergame já é visto como a mídia capaz de proporcionar a maior imersão com uma determinada marca. Ponto para aqueles que já abriram os olhos para essa tendência e estão investindo em mais essa estratégia de marketing.

Abaixo, confiram alguns exemplos de advergames:

ChromeFastBall – Advergame do Google criado para testar a velocidade dos internautas em relação a algumas ferramentas como twitter, google maps, entre outros.

 
Sextris – Advergame criado pela Olla para Campanha do Dia do Sexo


Em busca do sucesso profissional – Advergame da Universidade Salvador - UNIFACS criado para divulgar os cursos de pós-graduação


Gorilão da Bola Azul – Advergame criado para o Porta dos Fundos – grupo humorístico que faz sucesso no Youtube



E pra quem quer saber mais sobre a história dos games, seguem aqui duas recomendações de livros sobre o tema:

GULARTE, Daniel. Jogos eletrônicos: 50 anos de interação e diversão. Teresópolis, RJ: Novas Idéias, 2010. 190p.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005. 243 p.

Good luck! =)

BIANCA Franzini
Atendimento e planejamento da LB Comunica, antenada em tudo o que rola
de novo no meio da comunicação e apaixonada por séries e livros

10.08.2014

Emoticonfobia, doença dos tempos modernos

Acorda apressado, trânsito, trabalho, leva e busca filho, curso, come quando dá tempo, mais trabalho, supermercado, dá um jeito em casa... Não temos tempo para nada. Tudo o que nos resta é correr para lá e para cá. É isso?

É isso que explica o uso indiscriminado dos emoticons e dos “kkkkk”, “rsrsrsrs” e outras esquisitices do gênero no mundo das abreviações, que não existiam há poucos anos? Se não temos tempo para nada, como conseguimos mandar dezenas de mensagens por dia e receber outras tantas? Como nos preocupamos em checar o celular a cada minuto em busca de novidades? Se você consegue ficar imune a isso e usa seu tempo com mais sabedoria, parabéns.


Fiquei pensando em como será que podemos fazer alguém ler algo até o fim nos dias de hoje? Teremos de adequar nossos textos e poesias?
















Confesso que sou algoz e vítima: não gosto, mas acabo cedendo a duas ou três abreviações nas minhas mensagens ― só que, todos os dias, sou atacada por centenas de letrinhas soltas, carinhas sorrindo e símbolos diversos. Acredito que estou sofrendo de emoticonfobia. Não dá aquela satisfação de ler alguma coisa e imaginar, como fazíamos com os personagens e cenários de um bom livro, lembra? Às vezes, não vem nem uma palavrinha, só aquela mensagem colorida. Radicalismo não é legal em nenhum segmento, então voto sempre pela busca de um certo equilíbrio.

Contribuição da minha colega de redação, Adriana Pinheiro: acesse e confira o uso e abuso dos emoticons em um clipe da música “Roar”, da cantora Katy Perry.



Passar emoção? Fico com a palavra, bem escolhida, bem colocada. O mesmo vale para a imagem: uma bela foto, a ilustração certa. E por que não ter o melhor dos dois?

A propósito, leia a poesia original, “Retrato”, de Cecilia Meireles:



“Eu não tinha este rosto de hoje, 

assim calmo, assim triste, assim magro, 

nem estes olhos tão vazios, 

nem o lábio amargo.



Eu não tinha estas mãos sem força, 

tão paradas e frias e mortas; 

eu não tinha este coração 

que nem se mostra. 



Eu não dei por esta mudança, 

tão simples, tão certa, tão fácil: 

- Em que espelho ficou perdida 

a minha face?”

ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

10.06.2014

Entender o que deseja o novo consumidor

Estudos de marketing apontam que a motivação momentânea dos consumidores na hora da compra é constante e, normalmente, está relacionada à idade, aos valores, ao estilo de vida, à família, ao sentimento, pensamento, grupos, tecnologia... resumindo: à situação em que a pessoa está vivendo.


É por conta desses fatores que as empresas são levadas a pesquisar de uma maneira detalhada como, onde e porque os consumidores compram. Hoje, podemos dizer que a tecnologia é um fator que vem moldando um novo perfil de comprador. Antes era simples compreender a necessidade dele, pois estava sempre próximo ao local de compra, seu desejo era mais visível e fácil de ser captado, porém, com as redes sociais ele nem precisa sair de casa para pesquisar, selecionar e escolher o que melhor se encaixa no seu gosto no momento da compra. Com apenas alguns minutinhos e sem sair de casa, ele pode fazer tudo isso.

As empresas estão percebendo que, cada vez mais, precisam ENTENDER para  ATENDER, principalmente com esse novo perfil de cliente que conhece, exige, está antenado às novidades e sempre quer ser surpreendido positivamente.

A companhia que deseja conquistar e manter esse consumidor fiel e ativo precisa estar atenta às inovações, estabelecendo ações para se relacionar diariamente com essa importante fatia do mercado.

SUZANE Almeida
Recepcionista da LB Comunica, estudante de comunicação,
aspirante a blogueira de moda e personal stylist

10.03.2014

Porque no meu governo...

Queridos eleitores, o próximo domingo será um dia crucial para a nação brasileira. Mais um dia de eleição na história de nosso País. Me lembro do começo do ano em que só se falava de Copa do Mundo. Até meados de junho o assunto era a amarelinha e a bola que rola nos verdes gramados brasileiros. Hoje o cenário já é bem diferente!

No dia 28 de maio, o lblog publicou uma análise das estratégias dos presidenciáveis no Facebook. Na época a disputa se concentrava nos mesmos três partidos que hoje lideram as pesquisas, com apenas uma diferença: a fatídica troca de Eduardo Campos por Marina Silva. Analisamos qual era a linha editorial proposta pelo G3, a linguagem trabalhada, qual era a maior porção da população que eles gostariam de alcançar, entre outros detalhes.

Com o apito final das festividades do Mundial de Futebol, as eleições passaram a ser o foco das discussões e rodas de conversas. Mais que isso! Os canais de TV, as rádios, os portais começaram a entrar a fundo no tema e mostrar a cara de todos os candidatos para conhecimento do público. Daí o espetáculo já estava dotado de cenário, personagem e plateia.

Hoje, estamos aqui para propor uma nova análise dessas mesmas estratégias e o que mudou desde então. Reitero aqui que o lblog é apartidário e não visa discutir, em hipótese alguma, planos de governo ou ideologias políticas. Aqui o assunto é comunicação e, como toda entidade jurídica necessita de estratégias para alcançar seu público-alvo, temos aqui uma grande oportunidade para discussão. Bora lá!


Nada melhor do que começar pelo número de likes em cada página. Há quatro meses, o cândida Eduardo Campos liderava o ranking dos curtirs com 950 mil usuários em sua página. Hoje, a liderança ainda se mantém no PSB, agora com Marina Silva, mas o número aumentou para 2 milhões e 170 mil curtidas na página. A última do G3 era Dilma Rousseff, que concentrava cerca de 600 mil likes. Hoje, ela já conta com 1 milhão 238 mil curtidas.

Esse grande aumento demonstra a força intensificada dos temas políticos nesses últimos meses. Como o tema passou a ser mais explorado nos grandes veículos, a galera passou a interagir mais com os candidatos e ir atrás de conteúdo sobre os caras.

Obs: o curioso é pensar que a página de Eduardo Campos teve aumento de 100%. Hoje ela conta com 1 milhão e 888 mil likes.

Então ficamos assim no ranking de popularidade das páginas: 1ª Marina Silva, 2º Aécio Neves e 3ª Dilma Rousseff. Nada de mudanças! Já na linha editorial...

Começando pela candidata à reeleição. Há quatro meses, ela se concentrava em falar dos seus programas sociais de sucesso, no quanto a economia cresceu no seu governo, falava também da Copa do Mundo no Brasil, os investimentos feitos e a raça da seleção para conquistar mais um título. Até então, ela estava bem calma e concentrando seus esforços para mostrar a evolução do Brasil nos 12 anos de PT.

Agora que a chapa esquentou, a candidata passou a adotar um discurso mais arisco. Com o aumento das intenções de voto, tanto para Marina Silva e Aécio, com a certeza do 2º turno, passou a atacar veementemente seus oponentes. Fala constantemente da inconstância de Marina Silva, da corrupção nos mandatos do PSDB, de tudo negativo que os outros candidatos apresentam. Uma postura um tanto quanto antiquada, adotada por todos os presidenciáveis, sem exceção.

Agora Marina Silva usa e abusa de suas frases de efeito ditas nos debates. Sempre rola uma arte maneira com um abre aspas da candidata. Tudo isso acompanhado de uma foto sua mostrando imponência e carisma, acredito eu para acabar com essa estigma de candidata fragilizada e sem peito para comandar o País.

Já a página do candidato Aécio Neves teve algumas mudanças significativas, a começar pelo trabalho de arte em seus posts. Há quatro meses, eles se limitavam a uma tarja azul com escritos em cima, fotos pouco trabalhadas Agora o negócio é outro. Fazendo questão de afirmar sua identidade visual escolhida, seu logo está sempre em evidência e as cores muito bem utilizadas. Ainda assim, os ataques se mantêm intensificados.

E como é de praxe nos movimentos das redes sociais, alguns tipos de postagens são comuns a todos os presidenciáveis, como acontece nas contagens regressivas para as eleições, as aspas nos debates, entre outros. Não se sabe ao certo quem foi o pioneiro, mas a internet funciona assim mesmo. Quando algo dá certo os outros copiam ou, às vezes, fazem até melhor.

Sei que deslanchei a falar hoje, mas ainda há um ponto muito importante a se destacar: o G3 não concorre sozinho, ainda há outros candidatos no páreo. Sem muitas intenções de voto, mas que, com certeza chamam muita atenção nas redes sociais. Eduardo Jorge, do PV, é um desses casos.

Sua maneira de falar e agir e seu tom por vezes cômico agradam não só os espetadores de um debate, quanto também os candidatos. No último debate realizado na Rede Globo, Aécio Neves disse que teria o prazer de conversar sobre qualquer assunto com o candidato do Partido Verde. O cara é, de fato, carismático.

Sua popularidade é tamanha nas redes sociais que está rolando até um reggae do Eduardo Jorge. Se liga!



Por outro lado, o candidato Levy Fedelix também se tornou o centro das atenções na última semana. Após afirmar ser contra a união entre pessoas do mesmo sexo, no debate na Rede Record, foi atacado por todos lados no Facebook, Twitter e em todos os meios que podemos imaginar.

E voltamos a bater na mesma tecla: as redes sociais mudaram o comportamento das pessoas! Antes, sem muito poder de expressão, de viralização de conteúdos, as pessoas mantinham suas opiniões enclausuradas e poucas eram aquelas que tinham o microfone do poder. Hoje, tudo pode ser publicado na internet e o assunto que seria barrado por um editor nos grandes jornais se espalha insanamente pela rede.

Bom para a população e para os eleitores que podem tornar suas escolhas mais assertivas. Maior é o critério dos candidatos, que pensam muito (alguns nem tanto) antes de verbalizar seus pensamentos. Ótimo para o País que passará a tratar a política com o merecido respeito que se deve!

GUILHERME Azevedo
Assistente de Criação da LB Comunica,
violonista de 7 cordas, sambista e palmeirense

10.01.2014

Fecham-se as cortinas para o Orkut

E o nosso querido e saudoso ORKUT sai de cena. A partir de hoje (01/10), a rede social que “bombou” no início da década, não está mais disponível para uso.

Com uma interface própria e simples, o Orkut surgiu como uma versão beta, algo “provisório” que acabou caindo nas graças das pessoas e se difundiu de forma geométrica.


Em minha opinião, a ferramenta tinha o seu grande diferencial nas chamadas “comunidades”, onde ao participar, você mostrava aos seus amigos um pouco do seu estilo, perfil e gostos pessoais. Quem não se lembra das comunidades: “Eu odeio acordar cedo”?, “Mulher não se pega, se conquista”? , “Tá chovendo granito” ou “Durmo no estilo Chico Xavier”?

Essas e muitas outras comunidades fizeram muito sucesso entre os jovens e eram o grande motor de impulsão da rede entre as pessoas. Outro grande clichê praticado no Orkut era a famosa frase: “leio, respondo e apago”. Como irritava ver isso em páginas de amigos, rs!

Voltando à história dessa rede social, o grande “boom” da plataforma foi entre 2005 e 2008 e era praticamente impossível ver um brasileiro não “orkutizado” nesse período.

Entretanto, em 2011 o Orkut começou a perder sua popularidade no Brasil com a aparição do Facebook por essas bandas de cá. Até então, a rede de Mark Zuckerberg era famosa apenas fora do País, mas aos poucos foi conquistando o público brasileiro e principalmente as marcas.

Essa, talvez, seja uma das prováveis razões que explique o declínio do Orkut em relação ao Facebook. Além, é claro, de a ferramenta do Mark ser muito mais criativa e ter um projeto mais moderno e bem acabado. As marcas tiveram grande peso também na construção da ferramenta de comunicação e interação.

A grande maioria dos anunciantes não conseguiu enxergar novas possibilidades de aparição no Orkut, a não ser via comunidade ou criando um perfil da marca. Porém, diferente do Facebook, o perfil de empresa no Orkut não conseguia responder os consumidores como hoje a rede social mais popular do mundo faz.

A marca tinha que criar dois campos de trabalho: um para responder consumidores e outro para poder ouvi-los, o que dificultou a disseminação dessa ferramenta no âmbito profissional.

Porém, apesar disso e de todas as demais inferioridades do Orkut, comparando-o com o Facebook, certamente sentiremos falta dessa rede social que tanto nos acompanhou, em meio a scraps, blocks e testimonials da vida! E ouso dizer, vendo que o Google arranjou uma forma de “salvar” as informações de quem ainda possui o Orkut, isso dá a entender que a plataforma não está dando “adeus” e sim apenas um “até breve”.

FELIPE Sandre
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
peladeiro de fim de semana e aspirante à Katinguelê cover